Update que melhora o visual de ‘Skyrim VR’ no Playstation VR já pode ser baixado

A Bethesda disponibilizou hoje o update 1.4 de ‘The Elder Scrolls: Skyrim VR’, trazendo algumas melhorias gráficas para o jogo, além de um novo menu principal, mais imersivo. Testei rapidamente antes de postar esta informação para vocês e pude perceber que o update não traz melhorias gráficas significativas, mas reduz bastante o serrilhado do jogo, o que já é muito bem vindo.

O patch tem pouco mais de 300 MB e também melhora o controle o arco e flecha, oferecendo opções mais realistas. ‘Skyrim VR’ foi o meu primeiro review aqui no blog. Se quiser saber mais sobre o jogo, clique aqui e confira a análise.

A seguir, as notas da atualização divulgadas pela equipe de desenvolvimento, com tradução simultânea do nosso amigo de sempre, Google Translate:

‘The Elder Scrolls V: Skyrim’ – Atualização do PSVR 1.4.40.0.8

  • Adicionada uma nova experiência no menu principal
  • Fidelidade visual aprimorada globalmente, especialmente no PS4 Pro
  • Aumentou o valor máximo para a altura do controle deslizante de deslocamento
    Várias correções de erros
  • Alterações ao usar controladores PS Move:
    Em movimento direto, mudou o botão X secundário para mover o jogador para trás.
    Adicionada uma nova opção, ativada por padrão, para “Mostrar as mãos quando embainhadas”
    A bainha / unsheath foi movida para manter o ‘O’ secundário.
    Ângulo ajustado para a segmentação por mágica ser mais confortável
    A natação existente foi transferida para uma nova opção para “Natação Realista”.
    Controles de estilo de movimento direto
    Opção adicionada para movimento direto relativo ao HMD em vez de movimento direto relativo do controlador
    Adicionada uma nova opção para “Mira realista do arco”, que usa os dois controladores PS Move para apontar
    Os jogadores agora podem apontar para marcadores e obter informações sobre eles no modo de mapa local

[Confira as notas do update, no original em inglês]

  • ‘The Elder Scrolls V: Skyrim’ – PSVR 1.4.40.0.8 UpdateAdded a new main menu experience
  • Globally improved visual fidelity, particularly on PS4 Pro
  • Increased the maximum value for the height offset slider
  • Various bugfixes
  • Changes when using PS Move controllers:
    In direct movement, changed the secondary X button to move the player backwards.
    Added a new option, enabled by default, to “Show Hands When Sheathed”
    Sheath/unsheath has been moved to hold secondary O.
    Adjusted angle for spell targeting to be more comfortable
    The existing swimming has been moved to a new option for “Realistic Swimming”. Swimming by default now uses Direct Movement style controls
    Added option for HMD-relative direct movement instead of controller-relative direct movement.
    Added a new option for “Realistic Bow Aiming” which uses both PS Move controllers to aim
    Players can now point at map markers and get information on them in local map mode

 

Bethesda ataca novamente com ‘Wolfenstein’ e ‘Prey’ em realidade virtual

Depois de lançar versões em VR para três dos seus maiores títulos – leia-se, ‘Skyrim VR’, ‘Fallout 4 VR’ e ‘Doom VFR’ –, a Bethesda ataca novamente e anunciou dois novos títulos em realidade virtual: ‘Wolfenstein: Cyberpilot’ e o modo VR ‘Typhon Hunter’, de ‘Prey’. Como se vê, parecem ser títulos menores, infelizmente, mas que podem render aí algumas horas de diversão. Um terceiro título foi anunciado apenas como promessa. Trata-se do RPG ‘Elder Scroll: Blades’, que será lançado primeiramente para celulares, mas a empresa “sonha” em levá-lo para todas as plataformas e dispositivos que puder, inclusive realidade virtual.

Na sua conferência na E3 2018, a empresa anunciou que a franquia ‘Wolfenstein’ vai receber um novo game, totalmente em realidade vitual, batizado de ‘Cyberpilot’. A empresa não deu muitos detalhes sobre o game, cujo lançamento está marcado para 2019, mas divulgou um trailer com algumas imagens do gameplay. E está fantástico! [Confira o trailer no final deste post]

‘Wolfenstein: Cyberpilot’ se passa duas décadas após os acontecimentos de ‘Wolfenstein II: The New Colossus’. Para jogá-lo, não será necessário ter nenhum dos ‘Wolfenstein’, já que se trata de um “stand-alone” (um jogo à parte). Imagino que seja algo na linha de ‘Doom VFR’, com uma história à parte que aproveita muitos elementos do título original. Prevejo também uma duração semelhante ao ‘VFR’, algo em torno de 2 a 3 horas.

Já o game ‘Prey’ acaba de receber uma DLC, chamada de ‘Mooncrash’, que já está disponível na PS Store e custa R$ 61,50 (para quem já tem o jogo) ou R$ 143,50 (na ‘Prey: Digital Deluxe Edition’, que inclui o jogo e a DLC). Esta DLC vai receber um novo conteúdo, chamado de ‘Typhon Hunter’ update, que poderá ser jogado em realidade virtual.

Trata-se de um modo multiplayer competitivo, que, conforme o estúdio explica, lembra uma disputa de “gato e rato”. Este update que inclui o modo VR deve ser lançado no verão americano (de 21 de junho a 23 de setembro). Também não foi divulgado nenhum trailer deste modo VR. Como se trata de um multiplayer, a duração deve ficar a cargo de cada jogador.

O update ‘Typhon Hunter’ também incluirá um modo VR em forma de “escape room”, chamado de ‘TranStar VR’. Nele, você entrará na pele de um funcionário da TranStar, tentando resolver puzzles. Este modo VR também faz parte do ‘Typhon Hunter’ update, marcado para o verão americano.

Confira abaixo as sinopses oficiais dos títulos, retiradas do site oficial da Bethesda, com tradução simultânea do meu amigo Google Translate:

SINOPSES

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‘Wolfenstein: Cyberpilot’

A Resistência elevou seu jogo técnico nas duas décadas que se seguiram aos eventos de ‘Wolfenstein II: The New Colossus’. ‘Wolfenstein: Cyberpilot’ leva você ao papel de um hacker da resistência em uma missão para destruir as forças nazistas em Paris usando suas próprias máquinas. Assuma o controle de um Panzerhund que solta fogo e muito mais enquanto luta contra os nazistas na Cidade do Amor para ajudar a resistência francesa. ‘Wolfenstein: Cyberpilot’ estará disponível como um stand-alone em 2019. Prepare-se, Cyberpilot. Você é um de nós agora.

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‘Prey: Typhon Hunter’

“Você sabe o medo que sente em ‘Prey’ quando passa por uma cadeira de aparência inocente, que se transforma em um mimic e salta na sua cara? Bem, esse sentimento está prestes a ficar muito mais intenso. Incluído em ‘Prey: Mooncrash’ como uma atualização multiplayer grátis, ‘Typhon Hunter’ é um jogo mortal de gato e rato, exceto que neste caso o gato é às vezes uma lixeira ou um frasco de material de limpeza e o rato tem uma escopeta. Este novo modo competitivo de RV coloca Morgan Yu contra mimics que perseguem, caçam e se escondem à vista enquanto tentam derrubar Yu. (‘Typhon Hunter’ também estará disponível fora do VR.) ‘Typhon Hunter’ será lançado no final deste verão como parte do DLC ‘Mooncrash’ ou no ‘Prey: Digital Deluxe’.

A atualização ‘Typhon Hunter’ também inclui um modo VR solo de sala de fuga, chamado ‘TranStar VR’, que será jogável no showfloor da E3. Na ‘TranStar VR’, você entra na pele dos funcionários da TranStar, resolvendo misteriosos quebra-cabeças em alguns dos ambientes mais lindos da estação espacial Talos I. O ‘TranStar VR’ também poderá ser baixado no final deste verão, como uma atualização gratuita com o DLC ‘Mooncrash’ ou o ‘Prey: Digital Deluxe’.

Assista ao trailer de anúncio ‘Wolfenstein: Cyberpilot’

‘Doom VFR’ é bom, mas não é tudo o que a gente esperava

Em 1993, quando o primeiro Doom foi lançado para os PCs, a realidade virtual apenas engatinhava. Naquele mesmo ano, o Sega VR – primeira tentativa de levar a RV para os consoles – fracassou de forma brutal e sequer chegou às prateleiras. Motivo: todo mundo que testou o aparelho passou mal.

Agora, 24 anos anos depois, chega ao Playstation VR (PSVR) e HTC Vive Doom VFR (Bethesda/Id Software), trazendo na bagagem mais de duas décadas de bons serviços prestados pela franquia ao gênero que ajudou a inaugurar: o FPS (“first person shooter”). Com toda essa responsabilidade nas costas, será que o Doom VFR faz jus ao original? Será que ele é tão revolucionário e inovador quanto foi o primeiro?

Doom sempre impressionou pela violência gráfica, pelo uso de uma variedade de armas capazes de fazer explodir os inimigos (ou cortá-los em retalhos) e pelas criaturas demoníacas bizarras que você enfrenta. E tudo isso está lá, nesse novo VFR (com exceção da motosserra, o que é uma pena). E é uma experiência magnífica ver tudo isso em realidade virtual, com gráficos lindíssimos e uma definição poucas vezes vista no Playstation VR até hoje. Testei o jogo em um PS4 Slim e não lembro de ter visto qualquer serrilhado. Além disso, o jogo foi totalmente localizado para o português do Brasil, com legendas, interface e dublagem em nosso idioma (tanto a versão da PS Store brasileira quanto a americana trazem essa opção).

No entanto, o jogo tem os seus problemas, infelizmente. A começar pela duração da campanha. Se você for um cara habilidoso ou optar pela dificuldade mais fácil (“Jovem demais para morrer”), o game vai durar no máximo 2h30. Se for no normal (“Um tapinha não dói”), prepare-se para morrer um bocado em determinadas partes – os demônios vêm aos montes e te cercam por todos os lados.

Aí entra outro ponto negativo do jogo: os controles. No PSVR, existem três opções: um par de Playstation Moves, o Dualshock 4 ou a Aim Controller.

CONTROLES

Vamos começar com a pior opção de controles: os PS Moves. Por algum motivo inexplicável, o jogo não permite que o jogador gire o corpo usando botões – pra fazer isso, você terá que girar na “vida real” mesmo. Também não há a opção de movimentação livre usando os moves. Você terá que usar o teleporte – que, inclusive, é uma mecânica inserida na história do jogo, que fala da invasão demoníaca a Marte usando um portal dimensional. No entanto, creio que com alguns minutos de treino, você pode se acostumar. A vantagem aqui é poder usar melhor a arma que está na sua mão esquerda e poder mirar de forma independente.

A segunda opção, o Dualshock 4, oferece mobilidade total e você joga como se fosse um FPS comum. As armas ficam fixas na tela (semelhante ao Resident Evil 7). Esse modo tira um bocado da imersão do jogo, mas, no final das contas, você vai acabar tendo que sacrificar alguma coisa. Com o controle, você também pode optar pelo teleporte (o que evita o enjoo de movimento).

A terceira opção é a Aim Controller, que também não ficou 100%. Vários jogadores relataram se incomodar com a mão que fica fixa do lado esquerdo e sentem como se tivessem uma terceira mão – já que você joga segurando a Aim Controller com suas duas mãos. É uma reclamação válida, mas não é o que mais me incomoda. Para mim, o problema maior é o conflito físico que existe entre a arma que você está segurando na direita e a que fica fixa do lado esquerdo (se você leva a aim para a esquerda, elas ficam brigando por espaço e isso parece gerar problemas de tracking).

Além disso, outro problema é o botão designado para trocar de arma: você tem que fazer isso segurando o Start, que fica em uma posição incômoda e, pelo seu design “afundado”, o botão foi feito justamente para não ser pressionado sem querer. Mas quem conhece Doom sabe que você tem várias armas à disposição e precisa trocá-las frequentemente. Essa seria uma reclamação boba se houvesse uma opção de mapear o controle – o que não existe até o presente momento. Apesar disso, para quem tem uma aim controller, Doom VFR acaba sendo um jogo quase obrigatório, pelas poucas opções que este controlador tem no mercado.


VEREDITO

A sensação, ao terminar o game, é que Doom VFR é um ótimo jogo. Poderia ser melhor, se os controles ajudassem e a campanha tivesse um pouco mais de profundidade. Inevitavelmente, você vai ficar “querendo mais”. Isso, por um lado, é bom, porque mostra que Doom VFR tem potencial.. Se fosse ruim, você nem chegaria no fim. Mas, por outro, é inegável que este VFR fica devendo, por tudo o que a franquia Doom representa e por todas as possibilidades que a realidade virtual oferece. Nota: 7,5.


FICHA TÉCNICA
Jogo: Doom VFR (Bethesda/Id Software)
Gênero: FPS (first person shooter)
Plataforma analisada: PSVR (disponível também para HTC Vive)
Preço: R$ 107,50 (na PS Store do Brasil)
Tamanho do download: 14,4 GB
Idiomas disponíveis: português do Brasil (dublagem, legendas e interface), inglês, espanhol, entre outros
Controles suportados: Dualshock 4 (movimentação livre e teleporte), PS Moves (apenas teleporte) e Aim Controller (movimentação livre e teleporte)

Saiba quais versões de Doom VFR estão em português

O game Doom VFR (Bethesda/id Software) foi lançado na última sexta-feira, 1, e, diferentemente de Skyrim VR, da mesma Bethesda, tem uma versão totalmente em português do Brasil, com dublagem, legendas e interface. Mas nem todas as versões disponíveis nas PS Stores trazem esta opção.

Na PS Store brasileira, logicamente, a versão vendida está totalmente em português. Ela é identificada pelo código CUSA 09125 e, na PSN, custa R$ 107,50. É a mesma versão vendida na PS Store dos Estados Unidos, ao valor de US$ 30,00 (convertendo para reais, fica em torno de R$ 97,50 – sem contar a taxa adicional que seu banco cobra).

Porém, a versão europeia, vendida nas PSNs de qualquer país europeu e Reino Unido (UK), não há opção de jogar em português. Esta versão é identificada pelo CUSA 09125 e custa 30 euros (e é também a que sai mais cara, cerca de R$ 116,10, sem contar a taxa do banco).

Mas existe uma opção mais barata se você não se importa de jogar em inglês. Na loja do Reino Unido (UK), a versão CUSA 09125 sai por 20 libras – cerca de R$ 87,80 (valor sem a taxa adicional do banco).

Se você adquirir uma versão em português mas quiser trocar para o áudio original, terá que trocar o idioma do seu Playstation 4, nas configurações do console. Porém, as legendas e interface também ficarão em inglês.

O JOGO

Doom VFR traz uma história paralela ao jogo de 2016, com campanha totalmente diferente da versão original. Você controla um sobrevivente cibernético que é ativado pela UAC para lutar contra a invasão demoníaca.

O jogo tem suporte para a aim controller, mas você também pode jogar no Dualshock 4 ou com dois PS Moves. Na aim controller e no Dualshock, há suporte para movimento livre ou teleporte. Porém, nos moves, você só pode jogar usando o teleporte.

Assista aqui ao review em português do jogo, feito pelo do canal Jogador Plays.

Doom VFR já está disponível para download

O game Doom VFR (Bethesda/idSoftware) será lançado oficialmente amanhã, mas já está disponível para download na PSN EUA. O preço é de US$ 30,00.

Quem adquirir o game na pré-venda receberá de brinde dois temas para o PS4. Um deles é este que você está vendo na foto acima. O outro será liberado junto com o jogo.

Quem fizer o download poderá jogar a partir das 3 horas da madrugada (horário de Brasília) do dia 1º de dezembro). Mas é bom colocar para baixar logo. O arquivo total tem nada mais, nada menos do que 25GB. [Na minha internet pobretona de 10MB, o tempo de download estimado era de “suaves” 16 horas]

O JOGO

Doom VFR traz uma história paralela ao jogo de 2016, com campanha totalmente diferente da versão original. Você controla um sobrevivente cibernético que é ativado pela UAC para lutar contra a invasão demoníaca.

O jogo tem suporte para a aim controller, mas você também pode jogar no Dualshock 4 ou com dois PS Moves (há suporte para movimento livre ou teleporte).

Assista ao trailer oficial do jogo:

 

Skyrim VR – Um review honesto

‘The Elder Scrolls: Skyrim VR’ foi lançado no último dia 17 de novembro e muita gente está querendo saber se vale a pena investir US$ 60,00 (cerca de R$ 200,00) no jogo. Em poucas palavras, e para ir direto no ponto, digo que vale. Sim, vale cada centavo. Mas é preciso levar em conta alguns pontos, que tentarei abordar a seguir, deixando claro que eu nunca havia jogado ‘Skyrim’ antes e escrevo justamente para pessoas como eu.

Em primeiro lugar, vamos falar do visual. ‘Skyrim’ é um jogo de 2011, lançado para o PS3, e que foi portado para o PSVR sem atualizações gráficas relevantes. Portanto, você deve ter em mente que o game possui gráficos de seis anos atrás, excelentes para a época, mas que não se comparam a um ‘Resident Evil 7’, por exemplo. No entanto, se os gráficos podem decepcionar de início, o que realmente vai importar em um jogo VR é a imersão – e isso ‘Skyrim VR’ tem de sobra.

É então que temos que analisar o segundo ponto essencial sobre o jogo. ‘Skyrim VR’ é um RPG, o gênero de games mais complexo que existe. E isso pode ser ruim por um lado, mas incrivelmente fascinante por outro. É ruim porque tem tanta coisa pra você aprender, tantas técnicas a dominar, tantas armas para adquirir! E fascinante pelos mesmos motivos. Não existe, até o momento, experiência de realidade virtual mais completa do que jogar ‘Skyrim’. E não estou falando apenas do PSVR – mas de todas as plataformas de VR existentes. Até o momento, as produtoras de games têm nos oferecido experiências mais ou menos curtas para o PSVR – algumas, extremamente curtas e até irrelevantes. Várias delas podem ser bem divertidas – mas sempre terão uma limitação aqui ou ali, seja de conteúdo, seja de mecânicas e gameplay.

‘Skyrim VR’ vem na linha oposta e oferece possibilidades quase infinitas. Só o jogo principal tem mais de 100 horas de duração e a versão VR acompanha todas as DLCs lançadas até hoje, o que soma outras 100 horas de jogo. Fora que existe uma variedade grande de estilos de combate – você pode preferir jogar apenas como um guerreiro, ou usar uma espada e magia, ou apenas magia, ou mesmo um arco e flecha…

MENUS TERRÍVEIS

Creio que o ponto negativo do game sejam os menus. Navegar entre eles com os moves não é nada fácil, leva um tempo para se acostumar. Você percebe claramente que eles não foram adaptados para a linguagem da RV. Outra crítica vai para o áudio. Ao contrário do que faz parecer a propaganda do game (aquela onde o dragão invade a sala do jogador), o jogo não tem áudio 3D.

Sobre os controles, usar os moves é bastante simples e intuitivo. Funciona muito bem, sem precisar do (malfadado) teleporte. Basta pressionar o “move button” da mão esquerda e direcionar para onde você quer ir. No entanto, encontrei dificuldade para usar o arco e flecha. Parece ser uma arma mais difícil de dominar.

Ainda estou bem no início da minha jornada no mundo do game. Mas já deu para perceber que o jogo vai proporcionar muitas horas de diversão. Muita coisa para descobrir e muitos calabouços a lootear! Vejo vocês em Skyrim!