‘Firewall Zero Hour’ terá fim de semana gratuito de 18 a 20 de janeiro

Conforme antecipamos aqui no blog, o FPS multiplayer ‘Firewall Zero Hour’ vai ganhar um teste gratuito temporário para quem não tem o game. E será já no próximo fim de semana, de 18 a 20 de janeiro. O estúdio First Contact confirmou hoje a realização da  “Trial Demo” em um post em seu site oficial. Para jogar, é necessário ser assinante da Playstation Plus.

No post, o estúdio afirma que todos os modos de jogo do game completo estarão disponíveis na demo. São eles: Treino Single Player (Jogador vs IA); Treino Multiplayer (Co-op vs IA); e Contratos Multiplayer – PVP (Players vs Players). Também estará disponível toda a lista de mapas do jogo, incluindo o novo mapa adicionado, Contenção.

O estúdio avisou ainda que todo o XP e o Crypto (a moeda do jogo) que você ganhar durante o fim de semana grátis serão transferidos para o jogo principal quando você adquirir o game.

Uma das grandes dúvidas dos jogadores interessados no game é se vale a pena jogar ‘Firewall’ sem a Aim Controller – ou seja, usando o Dualshock 4. Agora é a hora de descobrir!

Confira aqui o vídeo do canal PSVR Brasil, com algumas dicas para quem está começando:

Com suporte à Aim Controller, ‘Unearthing Mars 2’ chega ao PSVR no dia 18 de setembro

Você já viu uma continuação ser melhor que o jogo original? Isso não costuma acontecer com frequência no mundo dos games, vamos admitir. Mas exemplos existem e é esse o caminho que a Winking Entertainment quer trilhar com ‘Unearthing Mars 2: The Ancient War’, jogo para Playstation VR que teve seu trailer oficial divulgado hoje, no canal do Playstation no YouTube. O game já ganhou até data de lançamento – e está bem próximo: 18 de setembro.

O vídeo mostra um jogo totalmente diferente do primeiro, cujo gameplay trazia trechos de exploração especial confusos, misturados com puzzles, controle de um veículo estilo rover e culminando com um shooter que, de longe, era a melhor parte do jogo. Pois, desta vez, os desenvolvedores da Winking Entertainment deixaram de lado todo o resto e focaram apenas no shooter. Uma ótima notícia, especialmente para os proprietários de uma Aim Controller.

“Nosso primeiro título PSVR, ‘Unearthing Mars’, foi lançado em 2017. Ele destacou o potencial dos games VR apresentando uma nova mecânica de jogo em cada capítulo. Nesta continuação, a aventura será um título FPS do começo ao fim, com a jogabilidade do último capítulo do primeiro jogo, que os fãs tanto amaram. Você usa a Aim Controller para abater inimigos enquanto viaja pelo tempo para uma antiga civilização marciana. A nova jogabilidade permite atirar em inimigos enquanto manobra confortavelmente pelo combate, cheio de ação”, explica Eleanor Liu, gerente de marketing e relações públicas da Winking Entertainment.

Unearthing Mars2

A HISTÓRIA

Em ‘Unearthing Mars 2’, fragmentos Phobos extraídos de Marte são analisados pelo Ark Device, o que leva os jogadores a embarcarem numa jornada para descobrir os segredos de uma antiga civilização marciana destruída pela guerra.

Cada uma das fases contém seis ou mais armas para o jogador escolher. As armas primárias são rifles de assalto ou espingardas. Conforme avança para fases mais difíceis, você poderá destravar armas especiais como lança-foguetes, canhões de plasma e metralhadoras. Armas raras adicionais podem ser encontradas durante lutas contra chefes.

O personagem também tem uma habilidade especial, chamada de “sharp focus”. É o famoso “bullet-time”. “Em qualquer encontro com o inimigo, o jogador pode acionar o sharp focus, onde dentro de um segundo de câmera lenta, poderá mirar e acertar os pontos fracos dos inimigos. Já que o tempo de recarga do sharp focus é bem baixo, os jogadores podem ser praticamente invencíveis durante momentos críticos do combate”.

O trailer, de fato, está bem bonito e mostra bastante ação. Parece uma tremenda evolução para o título lançado em março de 2017. Agora é aguardar pelo dia 18 de setembro e esperar que o jogo esteja à altura do trailer!

Assista ao trailer de ‘Unearthing Mars 2: The Ancient War’

‘The Persistence’ é escolhido pelos próprios jogadores o melhor game de julho no PS4

O first-person survival ‘The Persistence’, exclusivo do Playstation VR, foi escolhido pelos próprios jogadores o melhor game do mês de julho, entre todos os títulos lançados no mês passado no PS4. A votação foi realizada pelo Playstation Blog, publicação oficial da Sony.

Particularmente, como já disse em meu review, para mim ‘The Persistence’ é até agora o jogo do ano no PSVR. Outros concorrentes ao posto estão por vir, como é o caso de ‘Firewall Zero Hour’ (28 de agosto), ‘Astro Bot Rescue Mission’ (2 de outubro), ‘Blood & Truth’ (ainda sem data) e o aguardadíssimo ‘Beat Saber’ (sim, também sem data), entre outros.

Será que algum deles vai bater ‘The Persistence’? É esperar e torcer, porque queremos sempre jogos melhores!

Confira aqui nosso review de ‘The Persistence’

Assista ao vídeo-review de ‘The Persistence’ 

Apostando no FPS tático, ‘ZerOKilled’ ganha novo trailer e chega em setembro

Depois de um bom tempo sem informações, finalmente tivemos hoje novidades sobre ‘ZerOKilled’, FPS tático em realidade virtual que segue a linha de ‘Rainbow Six Siege’ e ‘CounterStrike’. O jogo do estúdio Ignibit, ganhou hoje um novo trailer e mês de lançamento.

De acordo com seu site oficial, o jogo será lançado em setembro deste ano, para os PCVRs (HTC Vive e Oculus Rift). O lançamento para Playstation VR ficou para 2019. ‘ZerOKilled’ terá suporte à Aim Controller e locomoção totalmente livre, sem o uso de teleportes.

O FPS tático trará partidas multiplayer 4v4, em quatro modos de jogo: Data Steal, Domination, Hunt e Tournament. Serão 10 personagens diferentes para você escolher, com características e gadgets únicos, incluindo uma grande variedade de granadas, explosivos e outros equipamentos.

O game será cross-play entre todas as plataformas disponíveis. A página do jogo na Steam traz mais informações sobre o título (em inglês).

Assista ao novo trailer de ‘ZerOKilled’

[vídeo] Em primeira mão: jogamos ‘The Persistence’! Confira a primeira meia hora!

O survival horror/FPS ‘The Persistence’ chega nesta terça-feira, 24, com exclusividade ao Playstation VR. O jogo, em estilo rogue-like (cada vez que você morre, precisa começar de novo), está legendado em português do Brasil. Você joga usando o Dualshock 4.  O estúdio Firesprite nos cedeu gentilmente uma cópia do jogo e fizemos um gameplay com os minutos iniciais deste game que promete ser o novo ‘Resident Evil 7’ do PSVR. Aliás, o jogo parece uma mistura de ‘RE’ com outro survival horror bem conhecido: ‘Dead Space’.

Confiram abaixo o vídeo do canal PSVR Brasil no YouTube

Legendado em português, ‘The Persistence’ chega nesta terça-feira ao PSVR

Apesar de não estar à venda na Playstation Store do Brasil, o survival FPS ‘The Persistence’ está todo legendado em português (do nosso país). Desenvolvido pelo estúdio britânico Firesprite, o game chega nesta terça-feira, 24, exclusivamente para o Playstation VR (PSVR).

O jogo está em pré-venda nas lojas online dos Estados Unidos (US$ 29,99), Europa (€ 29,99) e Reino Unido (£ 24,99). Nas lojas da Europa e Reino Unido, aliás, o jogo está com desconto promocional de 10% para os membros PS Plus, saindo por £22,49 (no Reino Unido) e € 26,99 (na Europa). Mas atenção: o desconto é válido somente até as 5h desta segunda-feira, 23. Em todas as lojas, está disponível a mesma versão, com o português brasileiro incluso.

Leia também:
[Dez coisas que você precisa saber sobre o aguardadíssimo ‘The Persistence’]

O youtuber brasileiro JP Losada, parceiro aqui do blog PSVR Brasil, já fez um gameplay com os minutos iniciais do jogo, que você confere abaixo. Pelo vídeo, dá pra ver que o jogo tem três opções de conforto, que podem incluir o blinder (vinheta) ou não, evitando ao máximo o enjoo de movimento.

Confira abaixo os minutos iniciais do jogo e não deixe de visitar o canal do JP Losada no YouTube. Já estou com uma cópia para imprensa do jogo e em breve trarei aqui meu próprio gameplay, além do review em vídeo e muitas outras informações sobre esse jogaço, que tem tudo para se tornar o novo ‘Resident Evil 7’ do Playstation VR.

Assista aos minutos iniciais de ‘The Persistence’

Estreamos um canal no YouTube! Veja aqui nosso primeiro vídeo!

O blog PSVR Brasil estreou hoje no YouTube, galera! A partir de agora, vamos trazer com frequência vídeos de gameplay capturados diretamente do Playstation 4. Não esperem grandes produções de Hollywood – vamos com calma! Ainda assim, prometo trazer sempre material de qualidade e gameplays comentadas de tudo o que for referente ao Playstation VR.

O primeiro vídeo é um gameplay do FPS ‘Arizona Sunshine’, que eu considero uma espécie de simulador de ‘The Walking Dead’ e um dos melhores jogos do PSVR. Não por acaso, este foi o primeiro game que joguei em realidade virtual, no ano passado. E foi amor à primeira vista, como vocês podem conferir neste artigo que escrevi sobre o assunto.

No gameplay, estou usando a Aim Controller, que pra mim é o melhor tipo de controle quando se trata de first-person shooters, caso de ‘Arizona Sunshine’. Mas você também pode jogá-lo com um par de PS Moves ou com o Dualshock 4.

Ah, e vale lembrar que o ‘Arizona Sunshine’ está em oferta na Promoção de Meio de Ano da PS Store, com 60% de desconto, saindo por apenas R$ 49,16. Simplesmente imperdível.

Se gostarem do vídeo, inscrevam-se lá no canal e deem aquele like para fortalecer! Valeu!

Assista ao vídeo de gameplay de ‘Arizona Sunshine’ do canal PSVR Brasil

Estúdio de ‘Perfect Sniper’ exibe as primeiras imagens do FPS ‘Warzone’. Assista!

O SinnStudio, desenvolvedor de ‘The Perfect Sniper’ e ‘Wraith’, acaba de revelar seu mais novo projeto para realidade virtual. Trata-se do FPS multiplayer ‘Warzone’, que será lançado ainda este ano para Playstation VR, Oculus Rift e HTC Vive. Em resposta ao blog no YouTube, o estúdio já avisou que o suporte à Aim Controller no PSVR está garantido!

O vídeo traz poucas imagens de gameplay – é mais um teaser do que um trailer. Mas dá para ter uma noção de que será um multiplayer no melhor estilo ‘Call of Duty’ e ‘Battlefield’. Em seu site oficial, o estúdio postou uma breve descrição do jogo: “‘Warzone’ é um multiplayer de tiro em grande escala que combina tática com um vasto arsenal de armas, uso de veículos e várias equipes competindo em um único mapa”. E aí, curtiu?

De acordo com os desenvolvedores, ainda não há uma data de lançamento, mas eles estão prevendo que o game chegue ainda no outono deste ano (hemisfério Norte), para os PCs. A versão para Playstation VR deve ser lançada “pouco tempo depois”, afirma o SinnStudio.

No game, os jogadores serão expostos a grandes mapas e locais em todo o mundo, começando com o Egito, no dia do lançamento. O mapa oficial irá variar em tamanho, na proporção equivalente a 2x2km a até 4x4km. Os jogadores serão divididos em equipes de cinco jogadores, com um máximo de 10 equipes por lobby. Ou seja, até 50 jogadores irão competir na mesma sessão!

“Cada sessão é baseada em objetivos e não cai na mesmice de matar por matar. Múltiplos objetivos podem ser apresentados às equipes a qualquer momento e até 10 equipes (de cinco cada) podem competir no máximo em um jogo. Alguns eventos e objetivos são randomizados e proporcionam aos jogadores mudanças repentinas no jogo durante a partida, enquanto outros são estáticos e predominantes durante os jogos”, descreve o estúdio, em um comunicado à imprensa.

HISTÓRIA E ARSENAL

O estúdio conta que “‘Warzone’ se passa em um futuro próximo, onde a guerra trouxe destruição e decadência ao mundo. Uma civilização que uma vez prosperou foi a mais forte que lutou para comandá-lo e é deixada em ruínas para sobreviver. Equipados com tudo o que tinham e precisavam durante a guerra, esses soldados do amanhã agora lutam para recolher e manter recursos, desafiados por ninguém menos que eles mesmos”.

Os jogadores terão um amplo arsenal para usar, desde pistolas submetralhadoras, fuzis automáticos, escopetas, snipers e muito mais. Isso, combinado com o uso de comboios e veículos militares, introduzirá novos níveis de imersão militar em RV, à medida que várias equipes / esquadrões competem simultaneamente para dominar o mapa.

Assista ao teaser trailer de ‘Warzone’

Novo vídeo mostra dez minutos de gameplay do FPS ‘Seeking Dawn’. Assista!

O estúdio Multiverse acaba de lançar um vídeo com 10 minutos de gameplay do FPS futurista ‘Seeking Dawn’, um dos jogos de realidade virtual mais aguardados do momento, que mistura ficção científica, tiroteio e RPG no melhor estilo ‘Mass Effect’. O vídeo traz os minutos iniciais do jogo, com trechos de combate, exploração e muito mais. O material foi todo capturado em VR.

O jogo tem campanha com pelo menos 15 horas de duração, em modo cooperativo online ou single player. O lançamento está previsto para o dia 12 de julho, para HTC Vive, Oculus Rift e Windows Mixed Reality. De acordo com o estúdio, a versão para Playstation VR virá posteriormente, ainda este ano, e o suporte à Aim Controller está sendo avaliado.

Assista ao vídeo de gameplay de ‘Seeking Dawn’

Assista também ao trailer de gameplay do jogo

Dez coisas que você precisa saber sobre o aguardadíssimo ‘The Persistence’

O FPS futurista ‘The Persistence’, da Firesprite Studios, é um dos games mais aguardados do momento no Playstation VR, desde que pudemos experimentar um pequeno trecho dele no Demo Disc 2 do PSVR, em novembro do ano passado. Exclusivo para o Playstation VR, o título será lançado no próximo dia 24 de julho e já está em pré-venda na loja online dos EUA, por US$ 29,99.

No jogo, você está preso em uma nave onde membros da tripulação sofreram mutações, transformando-se em aberrações de todos os tipos. O game é um “rogue-like”, o que significa que, cada vez que você morre, as instalações da nave mudam, assim como a localização dos itens e armas que você vai encontrar. A tensão do game é constante e o medo de perder tudo o que se conquistou, também.

[Ainda não jogou? Experimente a demo no Demo Disc 2 do PSVR na PS Store Brasil]

[Se preferir, baixe apenas a demo do jogo na PS Store dos Estados Unidos]

Na última quarta-feira, 27, os desenvolvedores do game responderam uma série de dúvidas dos jogadores durante uma sessão de perguntas e respostas no Reddit. Participaram da “entrevista coletiva” o diretor do game, Stu Tilley, ao lado de Rob Sutton (artista principal), Alex Barnes (designer) e Tom Vernon (programador principal). Vale lembrar que alguns desses desenvolvedores trabalharam em ‘WipEout Omega Collection’, que ganhou suporte ao Playstation VR, tornando-se imediatamente um dos principais títulos do headset de realidade virtual do PS4.

Separei os melhores trechos dessa entrevista e trago abaixo as principais respostas dos desenvolvedores, em uma tradução feita por mim, com auxílio do nosso amigo de toda hora Google Translate (Lá no final, coloquei uma versão em inglês do conteúdo).

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Dez coisas que você precisa saber sobre ‘The Persistence’

1. Quanto tempo dura o jogo? Haverá opções de alterar a dificuldade?
⇒ Um “detonado” completo para alguém que está acostumado com jogos de RV e FPS é de cerca de 8 horas. Não haverá opções de dificuldade – é para ser difícil mesmo! Se você fizer upgrades o suficiente, vai se sair bem. Cada vida pode te levar mais adiante em direção ao seu objetivo – mesmo se você coletar apenas uma pequena quantidade de “células-tronco” (“stem cells”), tudo isso acrescenta! Todos os seus upgrades se acumulam no jogo. Eles são muito “persistentes”.

2. Haverá suporte para os PS Moves?
⇒ Construímos o jogo tendo o Dualshock 4 em mente e achamos que esta será a melhor experiência. Ele não terá o suporte ao Move Controller no dia do lançamento, mas poderemos analisar isso nos planos futuros. Estamos ouvindo o feedback!

3. O jogo vai ter suporte à Aim Controller?
⇒ Não, sinto muito.

4. Quantos tipos de inimigos existem? Como serão os controles?
⇒ São oito tipos diferentes de inimigos e variações de todos eles ao longo do jogo. O tiro será controlado pela cabeça. Demora algum tempo para se acostumar, mas é ótimo quando você consegue dominá-lo. Tivemos bastante trabalho para tornar o jogo o mais confortável possível para um FPS.

5. É possível ajustar a velocidade de giro e a caminhada? As opções de conforto podem ser desativadas?
⇒ A velocidade de giro é ajustável, sim. A velocidade de caminhada pode ser melhorada com upgrades no jogo, mas não é uma opção no menu, pois está intrinsicamente ligada ao equilíbrio do jogo. Existem vários esquemas de controle predefinidos e todas as opções de conforto podem ser desativadas.

6. Quantas armas diferentes existem? As armas são modificáveis ou personalizáveis?
⇒ Há 17 armas, além da sua fiel coletora de “células-tronco” [a primeira arma que você usa no jogo]. Todas elas podem receber upgrades!

7. Quanto o jogo melhorou desde a versão demo?
⇒ Tudo foi melhorado desde a demo – gráficos mais nítidos, modelos melhorados, maior densidade de texturas. Fizemos alterações no renderizador de modo a melhorar o “anti-aliasing” e os reflexos! O jogo melhorou significativamente. Mais foco em combate corpo a corpo, mais armas, história desenvolvida, missões, mais inimigos! Trabalhamos muito para garantir que cada jogada seja a mais exclusiva possível. O PS4 Pro terá gráficos mais nítidos, melhores sombras e isso estará disponível a partir do primeiro dia do lançamento.

8. Haverá um aplicativo para recursos de segunda tela?
⇒ Sim, o aplicativo Solex! É um aplicativo independente que será gratuito em dispositivos móveis quando o jogo for lançado. O companion app servirá como recurso de jogo cooperativo para até quatro amigos!

9. O que você ganhará ao concluir 100% do jogo? Desbloqueáveis? Final alternativo?
⇒ Um brilhante troféu de platina! Se você completar a missão final, você também terá um final “secreto”. E há um modo de sobrevivência desbloqueável se você terminar a campanha. A platina não é super-difícil, é definitivamente factível.

10. Haverá um lançamento em disco físico?
⇒ Sim. O lançamento da mídia física será no dia 25 de julho.

Assista ao novo trailer de ‘The Persistence’

Ten things you must know about ‘The Persistence’

1. How long is full playthrough? Is there a difficulty setting?
⇒ A full playthrough for someone who is comfortable with VR and FPS games is about 8 hours. No difficulty setting – it’s meant to be tough! If you level up enough you’ll be fine. Every life can inch you forward towards your goal – even if you only collect a small amount of stem cells, it all adds up! All your upgrades stack across the game… They’re very “persistent”.

2. Is there going to be support for Move Controllers?
⇒ We built the game with Dualshock 4 in mind and we think this will be the best experience – it won’t have Move Controller support day 1, but we might look at this in future plans. We are listening to feedback!

3. Will it support the Aim controller?
⇒ No, sorry.

4. How many enemy types are there? What are the controls like?
⇒ Eight distinct types and variants on all of them, across the game. It is head-controlled shooting. It takes some getting used to but feels great when you nail it. We’ve done a load of work to make the game feel as comfortable as possible for an FPS.

5. Can you adjust turn and walk speed? Are all comfort options able to be turned off?
⇒ Adjustable turn speed – yes! Walk speed can be upgraded in game but isn’t an option in the menu as it’s heavily tied to the balance of the game. There are multiple preset control schemes and all comfort options can be turned off.

6. How many different weapons are there? Are the weapons moddable/customizable?
⇒ There’s 17 weapons plus your trusty stem cell harvester – each of them can be upgraded!

7. How much did the game improve since the demo disc?
⇒ Everything has been improved upon since the demo – crisper graphics, improved models, higher texel density. We made changes deep down to the renderer so better anti-aliasing and reflections! The game has improved significantly since the demo. More focus on melee combat, more weapons, developed story, missions, more enemies! We’ve worked really hard to make sure each playthrough is as unique as possible. PS4 Pro is crisper graphics, better shadows and this will be in from day 1.

8. Will there be an app for second screen features?
⇒ Yes. The Solex app! It’s a standalone app which is free on mobile devices when the game launches. The companion app serves as coop gameplay for up to four friends!

9. What do you get for a 100% completion? Unlockables? Alternate ending?
⇒ A shiny platinum trophy! If you nail the final mission you get a “secret” ending as well. And there’s an unlockable survival mode if you finish the campaign. Platinum isn’t super hard, definitely doable.

10. Will there be a physical release?
⇒ Yep – physical release on 25th July.

 

‘Firewall Zero Hour’ ganha data de lançamento e entra em pré-venda

O estúdio First Contact Entertainment confirmou hoje a data de lançamento do FPS tático ‘Firewall Zero Hour’, que pretende ser uma espécie de ‘Rainbow Six Siege’ em realidade virtual. O lançamento oficial será no dia 28 de agosto deste ano, ou seja, daqui a exatos dois meses! O jogo entrou hoje em pré-venda na PS Store, custando R$ 149,90 na loja online do Brasil e US$ 39,99 na americana. O título é exclusivo do Playstation VR.

Focado exclusivamente no multiplayer competitivo, ‘Firewall Zero Hour’ trará disputas de quatro contra quatro, em um gameplay que exige bastante cooperação e estratégia entre os integrantes de cada grupo. Marcando a divulgação da data de lançamento, o estúdio lançou um novo trailer de gameplay, que você confere ao final deste post. Os gráficos estão incríveis e a jogabilidade também parece muito boa.

Porém, um detalhe negativo que chama a atenção no trailer é a movimentação lenta da caminhada. Em se tratando de um shooter tático, isso é até compreensível, mas a escolha deve ter se dado para tentar diminuir o enjoo de movimento. O game tem movimentação livre e pode ser jogado tanto com a Aim Controller quanto com o Dualshock 4.

PACOTE DE PRÉ-VENDA

O game entrou em pré-venda com um pacote especial contendo vários itens bônus exclusivos, incluindo um acesso antecipado à personagem ‘Texas’, também conhecida por Sarah Wells. Texas tem a habilidade única que a permite tomar menos dano de balas. Quem comprar em pré-venda também receberá quatro avatars.

Os itens incluídos no ‘Zero Hour pack’ são:
Character Camo Exclusivo
Trinket Exclusivo
Weapon Camo Exclusivo
Face Paint Camo Exclusivo
Velcro Patch Exclusivo
Pacote Extra de Cryptos
Double XP por 24 Hours
‘Texas’ Contractor Destravado

Assista ao trailer de ‘Firewall Zero Hour’

Estúdio lança trailer espetacular do FPS ‘Seeking Dawn’. Assista!

O estúdio Multiverse acaba de lançar um novo trailer do FPS ‘Seeking Dawn’, um dos jogos mais ambiciosos da atual geração de headsets de realidade virtual. O trailer está simplesmente espetacular, exibindo cenas de gameplay, armas, diálogos, uma trilha fantástica, e muito mais.

O jogo terá campanha com pelo menos 15 horas de duração, em modo cooperativo online. O lançamento está previsto para o dia 12 de julho, para HTC Vive, Oculus Rift e Windows Mixed Reality. De acordo com o estúdio, a versão para Playstation VR virá posteriormente, ainda este ano, e o suporte à Aim Controller está sendo avaliado.

Assista ao novo trailer de ‘Seeking Dawn’

[review] ‘Dark Legion’ te coloca dentro de um FPS de PS2 cheio de bugs

Legítimos first-person shooters (FPS) ainda são uma raridade no Playstation VR, território dominado por wave shooters e experiências onde sua liberdade de movimento é limitada. Portanto, a chegada de games como ‘Dark Legion’, com cerca de 3 horas de duração e liberdade total de movimento, é motivo de empolgação entre os jogadores, ainda mais se considerarmos o baixo preço de lançamento do game – pouco mais de R$ 30 ou US$ 9,99). No entanto, uma série de limitações técnicas jogam por terra qualquer chance de o jogo ser levado a sério. A não ser que você curta o gênero trash. Aí é outra história.

Aliás, história é o que o jogo não tem. Depois de um tutorial que consegue ser chato e incompleto ao mesmo tempo, você surge dentro de uma nave espacial na companhia de sua assistente de formas voluptuosas e trajes desnecessariamente sexualizados. Ocorre uma pane na nave, causando um tremor responsável pela melhor cena do jogo: a assistente fica se chacoalhando feito uma barata tonta e depois solta umas frases sem mexer os lábios (!). A atuação e a movimentação da moça são tão robóticas que até agora estou em dúvida se se trata de um andróide. Então, vocês descem da nave em um planeta desconhecido e começa sua missão: encontrar uma peça pra tirar a nave do prego.

Enquanto a assistente permanece na nave, você parte nessa jornada sem nenhuma arma sequer, acompanhado de um robô que não fala, mas faz gestos (às vezes obscenos – sim, robozinho, eu vi você “sarrando” no ar) e é responsável pelos barulhos mais irritantes da história dos videogames. A principal função dele é te mostrar o caminho a seguir, mas às vezes ele se perde mais do que você. Ah, ele tem a “habilidade especial” de se meter na sua frente e te atrapalhar quando você está trocando tiros com os inimigos. O tempo todo.

Como você é um cara desprevenido e saiu da sua nave em um planeta desconhecido e hostil sem nenhuma arma sequer, vai encontrar sua primeira pistola em um baú, disposto comodamente próximo à nave. Aliás, vai encontrar baús espalhados por todos os cantos, contendo novas armas, munições e uma seringa que serve pra você recuperar vida. O arsenal inclui um fuzil automático, sniper, bazuca, granadas, explosivos e uma besta (que no caso não é você por estar jogando essa “trashzera”).

No caminho até a peça da nave (“spoiler alert”: que você não vai encontrar), você vai se deparar com uma grande variedade inimigos, incluindo insetos, besouros gigantes, monstros, soldados e bruxos (!). Também vai achar tablets espalhados por aí, ao lado de esqueletos humanos, que tentam contar o resto da história do jogo.

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Sua assistente é mais uma personagem sexualizada no mundo dos games. Calada, ela é perfeita.

E O TIROTEIO?

Como se trata de um FPS, era de se esperar que o tiroteio fosse a melhor parte de ‘Dark Legion’. Mas não é bem assim. A troca de tiros não funciona bem porque você não tem muito onde se esconder e, quando tem, você pega dano do mesmo jeito, mesmo atrás de paredes. O jeito é partir pra cima dos inimigos com tudo e usar as seringas de vida sempre que precisar (elas aparecem aos montes e acumulei mais de 80 até o final do jogo).

Falando nisso, quando seu personagem pega dano, ele solta a sua única fala durante o jogo todo: “Ouch!”. Imagina um jogo em que o cara leva bala e grita “Ai!”? Eu só consigo lembrar daquele filme tosco do YouTube com a mulher morrendo baleada e se estirando na parede. Alguns soldados inimigos usam escudos e você pode usá-los também depois de matá-los. Mas não recomendo: depois de um tempo, você simplesmente não consegue mais largá-los.

Outros inimigos não pegam dano de armas comuns. Você precisa atirar neles com a besta, cuja mira requer um certo treino. Completando seu arsenal, conforme você vai matando inimigos você enche uma barra de magia, que aparece na mão direita. Ao pressionar a “bola”, você pode atirar várias bolas de fogo nos inimigos, durante um certo tempo. Mas essa magia demora demais para carregar.

Ao final de cada fase, você enfrenta um boss, que também são todos desprovidos de inteligência. Mas adoram rir e fazer barulhos imitando o Darth Vader. Uma delas some com um efeito especial nulo, lembrando episódios do ‘Chapolim Colorado’. Pra piorar, dois desses bosses são reaproveitados em fases seguintes. O único que não é figurinha repetida é o boss final (o “Esqueleto” da capa do jogo), que infelizmente promete voltar para se vingar. Será que teremos uma continuação? Por favor, não!

A “inteligência artificial” dos inimigos (se é que podemos chamar assim) é bem básica. Os monstros vão partir com tudo na sua direção, enquanto os soldados ficam atirando a esmo, sem se preocupar muito em se cobrir. Às vezes, eles nem percebem que você está atrás deles e continuam atirando aleatoriamente. Ou andando em direção à parede, fazendo coisas absurdas. Alguns inimigos também podem se prender uns aos outros, deixando-os vulneráveis às suas balas. Como se pode ver, a dificuldade nesse jogo veio no nível “picolé”.

Apesar do vasto arsenal, você pode fechar o jogo usando só as pistolas e as bestas (que têm munição infinita). Coloco no plural porque você pode clonar magicamente qualquer arma que estiver segurando, mas é claro que o jogo não vai se dar ao trabalho de te ensinar isso. O tutorial, aliás, também não te mostra que você tem um mapa, que você acessa segurando o botão X na mão esquerda dos PS Moves (obrigado, de nada). Fato curioso: durante esse “tutorial”, a assistente te chama o tempo todo de “rookie” (novato), que é pra te humilhar. Estranhamente, logo que o jogo começa você já vira “Commander” e ela perde toda a utilidade. “Vou ficar aqui na nave”, ela diz. Ah, FDP…

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Não se engane: esse monstrão aí morre com alguns poucos tiros de pistola

VISUAL DE PS2

Se algum dia você teve curiosidade de saber como é um jogo de PS2 por dentro, ‘Dark Legion’ é a solução. Tudo no jogo é bem genérico, com texturas pobres, construções repetitivas e mal-acabadas e inimigos copiados de qualquer lugar aleatório (os soldados, por exemplo, lembram os “spartans”, de ‘Halo’). Aliás, aleatório é a palavra pra descrever todo o jogo, inclusive o recheio desse bolo indigesto: os bugs.

Durante as cerca de 3h30 que gastei jogando, perdi as contas de quantos bugs presenciei passeando por aí. Acredito que um bugzinho aqui ou ali é normal, isso acontece nas melhores famílias. Um glitchzinho aqui, uma parede atravessada ali, beleza. Mas tem coisas que não dá pra aceitar. O que dizer de inimigos que ficam travados, não levam dano, mas você precisa matá-los ou então não consegue seguir em frente? Solução: reiniciar do último checkpoint. E um boss que simplesmente não te ataca, mesmo com você fuzilando a cara dele? Solução: matar logo esse diabo pra esse jogo acabar logo. E ainda tem as balas inimigas que fazem curva quando você teleporta para trás dos soldados para tentar pegá-los de surpresa. Solução: não tem, só pegar dano e rir mesmo…

Variando um pouco entre os tiroteios, há momentos em que você precisa destruir portas e estruturas usando explosivos ou abrir portões usando senhas. As senhas costumam ser coisas importantes, que você não revela pra ninguém e guarda em lugares secretos. Mas em ‘Dark Legion’ elas são largadas em qualquer canto, a poucos metros da porta que você precisa abrir. E nem precisa decorar: o próprio robô vai te dizer qual é a senha. Pra que dificultar?

Confira, neste vídeo feito por mim mesmo, o bizarro momento em que o segundo boss do jogo não ataca, mesmo levando várias flechas na cara:

CONTROLES

Para jogar (por sua conta e risco), você usa um par de PS Moves (altamente recomendado) ou o Dualshock 4 (se você jogar desse jeito, é melhor nem jogar). Pode optar pela locomoção livre ou o teleporte. E, surpreendentemente, o teleporte funciona melhor, já que o movimento livre é muito lento. Estranhamente, para você conseguir caminhar mais rápido, você tem que guarda a arma da mão direita ou então abaixá-la.

O giro (rotação) do corpo só pode ser feito graus, não há outra opção. Aliás, o jogo não oferece opção de conforto nenhuma, a não ser o teleporte. Fato bizarro: toda vez que você olha pro lado, vem a mensagem “Correct direction”, mandando você olhar pra frente. É como se você fosse um burro com uma tapadeira que te manda seguir em frente. Aliás, como já vimos, esse jogo te chama de burro o tempo todo.

O game não tem trilha sonora. Por um lado, isso é até melhor, pois fico imaginando que tipo de trilha ele teria. Mas tem efeitos sonoros bem irritantes, com menção especial àquele maldito som de engrenagem do robozinho. As falas da sua companheira de missão (que te larga sozinho na primeira oportunidade) também são bem chatas, assim como as risadas bizarras dos chefes, acompanhadas pelo som insistente da respiração do Darth Vader. Ah, e jogando com os fones do PSVR, o som não sai do lado direito.

As (poucas) falas do game estão em inglês, assim como toda a interface. Mas não será problema nenhum para quem não sabe o idioma, já que a história está diluída em “tablets” espalhados pelo caminho, que você provavelmente não vai querer ler.

Para os mais corajosos, o jogo ainda tem troféu de platina e tem algumas conquistas absurdamente idiotas, do tipo “entre em todas as fases 50 vezes” ou “mate 1.500 monstros”. “Para a nossa alegria”, o jogo apaga o seu save depois que você zera e não há opção de repetir uma missão especifica.

DARK LEGION
Foto de divulgação para mostrar que dá para usar dois fuzis ao mesmo tempo. Note que o jogador não está atirando em nada, só gastando bala.

QUAL É A PARTE BOA?

No meio de tudo isso, o que se salva de ‘Dark Legion’? Bom, você pode “salvar” seus 30 reais se não comprar o jogo. Mas, se você chegou até aqui esperando que eu fale algo bom do jogo, lamento te decepcionar. Tudo o que eu tinha para falar de positivo se esgotou no primeiro paragrafo: ‘Dark Legion’ é um dos poucos FPS do Playstation VR. No entanto, é mal executado em todos os quesitos e acaba sendo pior do que qualquer shooter em que você permanece parado. Diferente do ditado popular, não acho que “o que vale é a intenção”.

Estranhamente, o jogo ainda aparece como “acesso antecipado” na Steam, mesmo após mais de um ano de seu lançamento nos PCVRs. Isso significa que o que estamos jogando é quase uma beta do game, mas acredito que as chances de que ele receba melhorias futuras é mínima, pois a Sony tem como política não disponibilizar jogos nesta condição. Aliás, é incrível como esse “jogo” passou no controle de qualidade da empresa. Oferecer um produto incompleto é um desrespeito com o consumidor.

Pelo menos na Steam o aviso de “jogo com acesso antecipado” é claro e vem em letras garrafais. Diz exatamente o seguinte: “Comece a jogar agora e participe do desenvolvimento do jogo. Observação: Este jogo com acesso antecipado não está completo e pode ou não sofrer alterações no futuro. Caso não esteja com vontade de jogá-lo no estado atual, aconselhamos esperar até que o desenvolvimento esteja mais adiantado.”


VEREDITO

‘Dark Legion’ não é o pior jogo do Playstation VR, mas se esforça bastante pra isso. Há outros na frente na briga por esse troféu, como ‘Weeping Doll’ e ‘Lunar Stone’. É um jogo visivelmente incompleto, cheio de bugs, e compará-lo com qualquer outro FPS é um insulto ao gênero. Infelizmente, nossas opções de tiro em primeira pessoa no PSVR continuarão sendo poucas. Nota: 3/10.


INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Título: ‘Dark Legion’ (‘Legião Negra’ na PS Store Brasil)
Estúdio: Ice World/Gamepoch (www.gamepoch.com/yan.html)
Gênero: FPS (first-person shooter)
Data de lançamento: 15 de junho de 2018
Plataformas: Playstation VR (usada neste review), HTC Vive, Oculus Rift e Windows Mixed Reality
Preço: R$ 30,90 (PS Store Brasil) | US$ 9,99 (PS Store EUA)
Idioma: inglês (áudio e interface, sem legendas)
Controles: Dois PS Moves (recomendado) ou Dualshock 4
Jogadores: 1 (sem modo online)
Espaço em disco: 3,53 GB

Assista ao trailer de ‘Dark Legion’

[review] Carnificina rola solta no FPS ‘Killing Floor: Incursion’

Depois de dois games com relativo sucesso nos PCs e no Playstation 4, ‘Killing Floor’, do estúdio Tripwire Interactive, chega pela primeira vez ao Playstation VR (PSVR) com ‘Killing Floor: Incursion’. É um jogo com uma abordagem diferente daquela que fez a fama dos primeiros: enquanto os games para tela plana focam no multiplayer, com modos para até 12 jogadores, ‘Incursion’ é voltado para a campanha single player, apesar de também poder ser jogado em dupla.

Comparativamente, ‘Incursion’ vai aparentar ser bem mais limitado do que os dois primeiros jogos. Enquanto ‘KF2’ continua recebendo DLCs (gratuitas, por sinal) que adicionam novas classes de personagens, novas armas, novos inimigos e novos mapas, tornando a jogatina cada vez mais diversificada, ‘Incursion’ vem em um pacote fechado, onde você controla um personagem genérico, não há grande variedade de inimigos nem de armas e as fases são apenas quatro. Ainda assim, estamos diante de um ótimo jogo, que merece um lugar de destaque na biblioteca do PSVR.

A história de ‘Killing Floor: Incursion’ se passa dentro de uma simulação. É como se fosse uma realidade virtual (do jogo) dentro da realidade virtual (a sua). Isso cria o pretexto para explicar a movimentação do jogo, na qual você pode usar o teleporte ou a movimentação livre (“smooth locomotion”).

A mecânica da movimentação livre é idêntica a games como ‘Skyrim VR’, ‘Arizona Sunshine’ ou ‘Raw Data’. Na mão esquerda, você direciona o PS Move e aperta o botão Move para onde quer andar e vai. Para andar para trás, coloca o Move próximo à cabeça. Você também pode combinar teleporte e movimentação livre. Dessa maneira, a movimentação livre fica no PS Move da esquerda e o teleporte na mão direita. Não há suporte ao Dualshock 4, nem à Aim Controller. Ou seja, para jogar é obrigatório ter dois PS Moves.

Como o jogo tem a opção de teleporte, quem se sentir mal com a movimentação livre pode optar pelo teleporte. Também há duas opções de giros: em graus (mais recomendada) ou giro suave (“smooth turning”), que é lento demais e pode causar enjoos pra valer.

Apesar de ter algumas pitadas de survival horror, é no combate que ‘KFI’ se sobressai. Inicialmente, você tem à disposição apenas uma pistola para se proteger dos zumbis (que no jogo são chamados de Zeds). Mas, depois, encontrará pelos cenários escopetas, fuzis automáticos e uma sniper. A variedade de armas de fogo acaba aí. Você pode combinar de usar um par de pistolas, ou uma pistola e uma escopeta, ou uma escopeta e um fuzil… Vai da sua imaginação e da necessidade.

Combinado a isso, vêm as armas de combate corpo a corpo, grande diferencial de ‘KFI’. Com elas, você pode decepar todos os membros dos Zeds, promovendo a carnificina e o “gore” característicos da série ‘Killing Floor’. Mas a variedade também não é grande: você encontrará pelo caminho apenas facas e machados de bombeiro (além de uma katana, exclusiva do modo Resistência, que por algum motivo desconhecido não foi aproveitada no modo História).

Jogar as facas é bem difícil e requer bastante treino. Aliás, o jogo começa com um tutorial bem completo, onde você aprende tudo o que precisará fazer no game, tudo de uma só vez. Quando estiver lutando, você também pode juntar do chão partes dos inimigos mortos e atacar os outros com elas, ou dar socos nos monstrengos. Alguns deles vêm armados com uma lâmina, que se mostra uma das armas mais úteis do game. A munição não é infinita, mas aparece em boa quantidade, assim como itens de cura. Ao pegar uma caixa de munição, você repõe as balas de todas as suas armas.

Embora o arsenal seja limitado, ainda assim você não conseguirá andar com todas as armas que encontrar, pois não existe um “inventário mágico”, desses que a gente coloca tanta coisa e fica se perguntando onde é que o personagem guarda. As pistolas têm lugar fixo nos seus coldres, mas todas as outras armas vão brigar por um dos dois espaços nas suas costas. Ou seja, o máximo de armas que você consegue carregar são seis: duas pistolas no coldre, duas nas costas e duas nas mãos.

Aí entra outra dificuldade do game, mas que faz todo o sentido e contribui para tornar o jogo mais próximo à realidade: para pegar qualquer coisa do chão, você precisa antes largar o que está segurando. Isso vale também para itens de cura e munição. Daí, ou você guarda uma delas ou joga no chão – opção até mais rápida, já que depois de um tempo no chão a arma retorna “magicamente” ao seu inventário, caso haja espaço.

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MORTES EM CÂMERA LENTA

Seu personagem não possui nenhuma habilidade especial, fora a sua aptidão para atirar e picotar inimigos simultaneamente. Mas, de tempos em tempos, o jogo dispara um “bullet-time” que deixa tudo lento, permitindo que você ataque mais e mais inimigos. No entanto, esse “bullet-time” é aleatório e é impossível prever quando ele acontece. Seria legal permitir que o próprio jogador usasse essa habilidade quando mais lhe conviesse, mas não dá.

Outra coisa que causa estranheza é a própria mira das armas. Não há uma retícula, mira laser ou qualquer outra coisa que mostre onde você está atirando – a não ser na sniper, mas aí o problema é outro. A mira do fuzil de francoatirador treme demais e é preciso um bom treino para usá-lo. Aliás, todas as armas têm um padrão de recuo bem realista, inclusive as pistolas. Mas no caso do fuzil automático fica meio exagerado, já que ele sobe tanto que acaba acontecendo uma descompensação de onde a arma aparece no jogo e onde de fato está o PS Move que você está segurando. O ideal, portanto, é atirar em rajadas.

Fechando esse capítulo das armas, não posso deixar de comentar a estranheza que é mirar com armas de duas mãos. Por exemplo, se você pega a escopeta apenas com uma mão e atira, OK, ocorre tudo bem. Mas para recarregar você precisa das duas mãos, já que ela é “pump-action”, e é aí que mora o problema. Toda vez que você segura uma arma com as duas mãos o jogo te obriga a mirar por cima do ombro. As mira sobe automaticamente, mesmo que você não queira. É uma mecânica que não funciona bem e estraga toda a brincadeira com a shotgun.

Além das armas, você utilizará uma lanterna, que tem duas funções: luz normal e luz negra, que você usa para resolver alguns puzzles do game. Não são muitos, nem muito difíceis, mas ajudam a quebrar um pouco o ritmo frenético de matança. O bom é que você pode prender a lanterna no peito e não precisa ficar segurando.

Durante o jogo, você é acompanhado o tempo todo por um robozinho (que parece com o próprio headset do PSVR). Ele pode te ajudar a encontrar itens (como munições e itens de cura) e também te indica o caminho a seguir, deixando um rastro de luz. A voz de uma mulher também fala o tempo todo com você pode meio desse “headset”, o que, na minhã opinião, acaba diminuindo a tensão do jogo, já que você não fica só. A Falando francamente, a mulher fala demais.

A parte boa é que o jogo está todo legendado em português do Brasil, com o áudio em inglês, e as letras são bem legíveis. Quer dizer, quase todo em português, porque tem alguns poucos trechos, mais para o final, em que esqueceram de traduzir a legenda.

A imersão no game é completa, não tem do que reclamar. Seja em ambientes mais abertos ou fechados, você se sente realmente lá dentro. Graficamente, é um jogo bem bonito, bem feito, com poucos serrilhados. Os Zeds parecem reais e alguns são bem assustadores, bem raivosos.

O que me incomodou (mesmo jogando em um PS4 Pro) foi a quantidade de “pop-ups” que vão surgindo no cenário, conforme você anda. É uma quantidade absurda de coisas que vão “brotando”, texturas que vão surgindo, arbustos aparecendo do nada. Eu não via tanto “pop-up” assim desde a época em que jogava games de mundo aberto no Playstation 2.

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FATOR DE REPLAY

‘KFI’ pode ser jogado solo ou cooperativo, tanto a campanha principal quanto o modo horda, chamado de Resistência. A campanha tem dois níveis de dificuldade: normal e extreme. Para jogar online, é obrigatório ser assinante da PlayStation Plus.

A campanha é a mesma, independentemente se você escolher solo ou coop. Jogar em dupla é sempre mais divertido e você pode criar salas privadas para convidar quem quiser. Importante destacar que o game não tem um “save game” tradicional. Conforme avança, vai liberando as fases do jogo. E é a partir destas fases que você pode retomar a jogatina, caso pare pelo meio.

O modo Resistência (“Holdout”) consiste em sobreviver a hordas infindáveis de Zeds. Sim, infindáveis. O jogo só termina com a sua morte. Para te ajudar a sobreviver, o jogo vai liberando novas armas e power-ups temporários que só existem nesse modo, como munição infinita, dano multiplicado, câmera lenta, além do meu preferido, que deixa seus ataques corpo a corpo mais fortes, matando qualquer inimigo com hitkill.

Esse modo, assim como o cooperativo da campanha principal, ajuda a estender um pouco a vida útil do game, cuja história dura cerca de 4 horas. Mas poderia ser melhor aproveitado, se não fosse limitado a um “endless mode” sem objetivos secundários ou algo do tipo. Há quem goste de se dedicar a placares de líderes (“leaderbords”) e passe horas jogando uma única partida para ficar no topo dos maiores pontuadores. Não é o meu caso, mesmo tendo descoberto (junto com meu amigo Kayro “Platinador” Alysson) um glitch que te deixa praticamente invulnerável.

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VEREDITO

Certamente, ‘Killing Floor: Incursion’ é um jogo diferente dos demais títulos da franquia, focando em uma campanha para um jogador (que também pode ser jogada de dupla). É, sem dúvida, uma experiência única no Playstation VR, na qual você pode combinar armas de fogo, facas e machados, além de pedaços dos corpos dos inimigos. Alguns problemas, como o que mencionamos a respeito da mira, o robozinho chato, o falatório desnecessário e os “pop-ups” gráficos, não prejudicam tanto, mas tiram alguns pontos da nota final. Pelo preço que está sendo vendido, é um ótimo investimento, levando em conta tudo o que temos disponível na biblioteca do PSVR. Nota: 9/10.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Jogo: ‘Killing Floor: Incursion’
Estúdio: Tripwire Interactive (www.killingfloorincursion.com)
Gênero: FPS, terror
Plataformas: Playstation VR (usada neste review), Oculus Rift e HTC Vive
Data de lançamento: 1 de maio de 2018
Preço: R$ 99,99 (PS Store Brasil) | US$ 29,99 (PS Store EUA)
Espaço em disco: 5,67 GB
Controles suportados: dois PS Moves (sem suporte ao Dualshock 4 ou Aim Controller)
Jogadores: 1 (offline) | 2 (online) Para jogar online, é obrigatório ser assinante da PS Plus

[Este review foi feito com mídia digital cedida pelo estúdio Tripwire Interactive]

Assista ao trailer de ‘Killing Floor: Incursion’

Estúdio de ‘Seeking Dawn’ promete fazer revelação hoje

O estúdio chinês Multiverse, que está produzindo o game ‘Seeking Dawn’, promete trazer hoje uma revelação importante sobre o título, que foi mostrado na E3 2017. Um dos jogos de realidade virtual mais ambiciosos atualmente em desenvolvimento, ‘Seeking Dawn’ é um shooter futurista com elementos de sobrevivência, RPG e pitadas de ‘Destiny’ e ‘Mass Effect’.

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Em contato com o blog, o carioca Junior Ferreira, que trabalha como gerente de mídia digital da Multiverse, informou com exclusividade que o game terá legendas em português do Brasil e, possivelmente, áudio também.

“Faremos localização ao Brasil porque tivemos muitos visitantes no nosso estande na E3. A partir daí, eu ajudei a convencer a equipe para que os jogadores do meu país pudessem entrar na ação”, conta Junior. “A localização seria com legendas, com certeza. Mas como sou do Brasil, planejo pressionar por áudio também porque eu adoraria que houvesse mais jogos com áudio em português! Eu também vou ser voluntário para fazer algum trabalho de áudio enquanto procuramos por atores de voz brasileiros”, completa o gerente.

A versão para Playstation VR (PSVR) do jogo ainda não foi confirmada. Será que esta confirmação virá hoje, finalmente? A empresa fará o anúncio das novidades do jogo neste sábado, 20, a partir das 19 horas no horário de Brasília (1:00 PM PST), em sua página no Facebook.

No anúncio, o CEO da Multiverse estará falando ao vivo com todos, em vídeo, sobre as melhorias do jogo desde que ‘Seeking Dawn’ foi visto pela última vez, na E3 2017. Além disso, o estúdio irá discutir novos e aprimorados recursos no jogo e será exibido um novo trailer de jogabilidade. Por fim, o estúdio promete uma “surpresa especial para todos” no final do vídeo.

Algumas características do jogo:
– O combate FPS inclui elementos de sobrevivência e um RPG baseado em história em VR.
– Solo e co-op (jogabilidade com uma campanha completa e rica em histórias).
– Construa uma base automatizada e dinâmica e instale as defesas para manter sua equipe segura.
– Extenso desenvolvimento de personagem, com árvores de habilidades intrincadas.
– Sistema de fabricação (crafting) profundo, com mais de 50 ferramentas para combate e sobrevivência.
– Explore com todo o movimento, incluindo escalada e natação.

Assista ao trailer de ‘Seeking Dawn’

FPS que terá suporte à Aim Controller está sendo vendido por um dólar

Já falei aqui no blog sobre nove jogos que serão lançados este ano e terão suporte à aim controller. Na lista, acabei deixando de fora o FPS ‘Honor and Duty: Arcade Edition’ (Strange Games Studios), que já foi lançado para o Playstation 4 e deve receber ainda este mês um update gratuito para o PSVR. E o que é melhor: com suporte à Aim Controller. E o que é melhor ainda: o jogo está sendo vendido por pouco mais de um dólar na promoção da PS Store e pode ganhar o update para o VR já este mês.

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O preço normal do game é de US$ 6,99 na PSN dos EUA. Na PS Store brasileira, o jogo pode ser encontrado com o nome de ‘Honra e Dever: Edição Arcade’, ao preço oficial de R$ 21,50. Ele recebeu 85% de desconto (se você tem a Plus) e está saindo por US$ 1,04 (ou R$ 3,22 na BR). Se você não tem a Plus, pagará US$ 1,95 (ou R$ 6,02) por ele. O desconto é válido até o dia 16 deste mês (às 13h, no horário de Brasília).

E será que vale a pena? Bom, paguei para ver e posso dizer, resumidamente, que o jogo tem várias limitações técnicas e gráficas. Ele é bem basicão, tem cara de jogo de PS2 e se comporta como um jogo de PS2. E, quando foi lançado, em novembro de 2016, tinha vários bugs, que ainda não foram totalmente consertados.

O jogo tem uma campanha single player baseada em horde mode (“mate 5 inimigos”, depois “mate 20 inimigos”, depois “mate 30 inimigos” e por aí vaí, tudo no mesmo cenário). Mas é no multiplayer que o jogo pode se sobressair. Atualmente, os servidores estão quase sem nenhum jogador – ontem, quando entrei, havia apenas outros dois “corajosos”, que logo deram no pé.

No entanto, quando vier a atualização para o PSVR, poderemos ter aí o primeiro FPS com suporte à Aim Controller do Playstation VR (excluindo da conta ‘Farpoint’, que é ótimo, mas só tem modo 1×1). ‘Honor and Duty’ tem modo multiplayer para até dez jogadores, com quatro classes diferentes de personagens: soldado, médico (que é um gordinho difícil de imaginar na 2ª Guerra Mundial), soldado pesado e engenheiro. Pra quem quiser tirar a dúvida, tem uma demo gratuita na PSN pra baixar.

UPDATE GRÁTIS

Conversei com os desenvolvedores e eles me garantiram que a atualização será gratuita para o jogo atual. “Ainda não há data definida para que a atualização seja lançada, mas em algum momento de janeiro é provável”, explicam os desenvolvedores.

Eles confirmaram também o suporte à Aim Controller e disseram que o multiplayer estará funcionando perfeitamente junto com a atualização. “O jogo suporta a Aim Controller e o Dualshock4, mas não os PS Moves”, diz o estúdio.

‘Honor and Duty’ tem a 2ª Guerra Mundial como pano de fundo e o nome é uma referência óbvia aos clássicos ‘Medal of Honor’ e ‘Call of Duty’. Ele promete unir o gênero FPS com elementos de estratégia em tempo real e construção de bases.

[Post atualizado em 04/01/2018, às 16h41]

Assista ao trailer do game

 

Nove jogos que não vão deixar sua Aim Controller pegar poeira em 2018

A Aim Controller foi lançada em maio deste ano e ainda são poucos os jogos com suporte a este magnífico periférico do Playstation VR (PSVR). Tão poucos que é possível citar de cabeça: ‘Farpoint’, ‘Arizona Sunshine’, ‘Doom VFR’, ‘The Brookhaven Experiment’, ‘Dick Wilde’, ‘DWVR’ e ‘Special Delivery’ (sim, este jogo de entrega de jornais também suporta o controle, por mais estranho que isso pareça). Se sua Aim Controller está empoeirando, largada em cima da estante por falta de uso, saiba que uma série de lançamentos não vai deixar isso acontecer de novo em 2018.

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O suporte ao periférico do PSVR já foi confirmado para nove jogos – e mais dois estão sendo cogitados pelos desenvolvedores. Do nove títulos confirmados, quatro são focados no multiplayer online PVP (player vs. player). É o caso de ‘Firewall: Zero Hour’ (First Contact Entertainment), ‘Alvo’ (Mardonpol) e ‘ZerOKilled’ (VR Visio), que seguem uma linha parecida, buscando trazer o FPS tático, ao estilo de ‘Counter-Strike’ e ‘Rainbow Six’, para o Playstation VR.

‘Shadowcore’, por sua vez, foca mais em habilidades de personagens, se assemelhando mais a ‘Overwatch’ ou ‘Destiny’, mas com uma pegada cyberpunk. Dos quatro, apenas ‘Firewall’ será exclusivo do PSVR. ‘Alvo’, ‘ZerOKilled’ e ‘Shadowcore’ apostam no cross-platform e também serão disponibilizados no HTC Vive e Oculus Rift.

Entre todos os lançamentos, o único que já tem uma data para vir ao mundo é ‘Bravo Team’ (Supermassive Games), um FPS com uma campanha focada no cooperativo entre dois jogadores. O game estava previsto para ser lançado agora em dezembro, mas foi adiado para 6 de março de 2018. O estúdio justificou o adiamento afirmando que o objetivo era garantir que o time de desenvolvimento tivesse o tempo necessário para fazer deste jogo “o mais divertido possível para os jogadores”.

Não sabemos exatamente o que eles quiseram dizer com isso, mas testes mostraram descontentamento dos jogadores com relação à movimentação adotada pelo game. Em vez de se mover livremente, como em um FPS comum, os jogadores só poderiam se mover de uma cobertura (“cover”) para outra, como se fosse um teleporte disfarçado. Será que os desenvolvedores resolveram mudar isso e adiaram o jogo? Ou será que resolveram incluir um modo PVP, dado que a campanha principal teria apenas duas horas, sem muito valor de replay? O título será exclusivo do PSVR e haverá, inclusive, um bundle do jogo com a Aim Controller. É esperar para ver.

Também fazem parte da lista de jogos com suporte à Aim ‘Rom Extraction’ (First Contact), ‘The Perfect Sniper VR’ (SinnStudio), ‘ChromaGun’ (Pixel Maniacs) e ‘Dimension Hunter’ (Pocket Money). Todos eles são focados no single player. Para outros dois títulos, a Aim Controller é uma possibilidade: ‘Atomic Heart’ (Mundfish) e ‘Seeking Dawn’ (Multiverse).

Agora vamos deixar de papo furado e vamos conferir estes jogos. Separei a seguir os trailers oficiais dos games, que mostram o que podemos esperar de cada um deles. Também estou deixando links para as betas fechadas de dois jogos.

1. Bravo Team (Supermassive)

2. Alvo (Mardonpol)

Inscreva-se aqui na beta de ‘Alvo’

3. Firewall: Zero Hour (First Contact Entertainment)

4. ZerOKilled (VR Visio)

Inscreva-se aqui na beta de ‘ZerOKilled’

5. Shadowcore (Serebrum Lab)

6. Rom Extraction (First Contact Entertainment)

7. The Perfect Sniper VR (SinnStudio)

8. ChromaGun (Pixel Maniacs) *

* O jogo já foi lançado e receberá update para PSVR em breve

9. Dimension Hunter (Pocket Money)

10. Atomic Heart (Mundfish) *

* Suporte à Aim Controller não confirmado

11. Seeking Dawn (Multiverse) *

* Suporte à Aim Controller não confirmado

Com suporte à aim, ‘Shadowcore’ quer ser um ‘Overwatch’ em realidade virtual

Na página oficial do jogo no Facebook, está escrito com todas as letras: “Você sabia que nosso objetivo é nos tornar um ‘Overwatch VR’?” Pois é. É assim que equipe de desenvolvimento do estúdio Serebrum Lab descreve o game ‘Shadowcore’, que deve ser lançado no ano que vem, para Playstation VR (PSVR), HTC Vive, Oculus Rift e Windows Mixed Reality.

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Em nota enviada ao blog PSVR Brasil, o estúdio confirmou o suporte à Aim Controller para o jogo. Eles não deram muitos detalhes da produção, mas responderam o seguinte: “Nós vamos dar suporte à Aim Controller. Acreditamos que em janeiro ou fevereiro do ano que vem, vamos portar o jogo para PSVR”. Em breve, o estúdio deve realizar a beta fechada do game.

Sobre a comparação com ‘Overwatch’, a equipe de desenvolvimento afirma: “‘Overwatch’ gira em torno de habilidades de personagem e modos de jogo. E estamos trabalhando em novos personagens e modos de jogo”.

O jogo já está disponível para venda na Steam, em acesso antecipado (o chamado “early access” – quando o jogo não está totalmente pronto, mas se encontra em um estado avançado de produção).

Em sua fase atual, de acordo com o site oficial, o jogo oferece dois mapas, três modos de jogo diferentes e três classes de personagens, cada um com uma arma principal com tiro alternativo, arma de pulso e uma habilidade especial. O jogo tem locomoção livre e multiplayer online/local de 5 contra 5.

Com uma pitada de cyberpunk e inspiração assumida no universo de ‘Ghost in the Shell’, o jogo se passa em um futuro controlado por grandes corporações.

Assista ao trailer do game:

 

Com suporte à aim controller, Firewall traz o gênero FPS tático para o PSVR

O Playstation Blog acaba de publicar mais informações sobre o game Firewall: Zero Hour, anunciado há pouco durante a PSX. O artigo é assinado por Adam Orth, desenvolvedor criativo da First Contact Entertainment, responsável pelo game.
No texto, Orth diz que o jogo é um FPS tático para até oito jogadores que será lançado exclusivamente para o Playstation VR em 2018.

“Em Firewall: Zero Hour, duas equipes de mercenários são contratadas por contratantes anônimos para proteger ou obter informações altamente secretas em um laptop em locais perigosos e diferentes ao redor do mundo mundo. O contratante anônimo de cada equipe atua como seu ‘olho no céu’ e orienta cada partida, fornecendo objetivos e informações críticas da missão ao longo do caminho. A única preocupação deles são os dados e eles estão dispostos a pagar generosamente por eles”.

Assista ao trailer do jogo:

‘Doom VFR’ é bom, mas não é tudo o que a gente esperava

Em 1993, quando o primeiro Doom foi lançado para os PCs, a realidade virtual apenas engatinhava. Naquele mesmo ano, o Sega VR – primeira tentativa de levar a RV para os consoles – fracassou de forma brutal e sequer chegou às prateleiras. Motivo: todo mundo que testou o aparelho passou mal.

Agora, 24 anos anos depois, chega ao Playstation VR (PSVR) e HTC Vive Doom VFR (Bethesda/Id Software), trazendo na bagagem mais de duas décadas de bons serviços prestados pela franquia ao gênero que ajudou a inaugurar: o FPS (“first person shooter”). Com toda essa responsabilidade nas costas, será que o Doom VFR faz jus ao original? Será que ele é tão revolucionário e inovador quanto foi o primeiro?

Doom sempre impressionou pela violência gráfica, pelo uso de uma variedade de armas capazes de fazer explodir os inimigos (ou cortá-los em retalhos) e pelas criaturas demoníacas bizarras que você enfrenta. E tudo isso está lá, nesse novo VFR (com exceção da motosserra, o que é uma pena). E é uma experiência magnífica ver tudo isso em realidade virtual, com gráficos lindíssimos e uma definição poucas vezes vista no Playstation VR até hoje. Testei o jogo em um PS4 Slim e não lembro de ter visto qualquer serrilhado. Além disso, o jogo foi totalmente localizado para o português do Brasil, com legendas, interface e dublagem em nosso idioma (tanto a versão da PS Store brasileira quanto a americana trazem essa opção).

No entanto, o jogo tem os seus problemas, infelizmente. A começar pela duração da campanha. Se você for um cara habilidoso ou optar pela dificuldade mais fácil (“Jovem demais para morrer”), o game vai durar no máximo 2h30. Se for no normal (“Um tapinha não dói”), prepare-se para morrer um bocado em determinadas partes – os demônios vêm aos montes e te cercam por todos os lados.

Aí entra outro ponto negativo do jogo: os controles. No PSVR, existem três opções: um par de Playstation Moves, o Dualshock 4 ou a Aim Controller.

CONTROLES

Vamos começar com a pior opção de controles: os PS Moves. Por algum motivo inexplicável, o jogo não permite que o jogador gire o corpo usando botões – pra fazer isso, você terá que girar na “vida real” mesmo. Também não há a opção de movimentação livre usando os moves. Você terá que usar o teleporte – que, inclusive, é uma mecânica inserida na história do jogo, que fala da invasão demoníaca a Marte usando um portal dimensional. No entanto, creio que com alguns minutos de treino, você pode se acostumar. A vantagem aqui é poder usar melhor a arma que está na sua mão esquerda e poder mirar de forma independente.

A segunda opção, o Dualshock 4, oferece mobilidade total e você joga como se fosse um FPS comum. As armas ficam fixas na tela (semelhante ao Resident Evil 7). Esse modo tira um bocado da imersão do jogo, mas, no final das contas, você vai acabar tendo que sacrificar alguma coisa. Com o controle, você também pode optar pelo teleporte (o que evita o enjoo de movimento).

A terceira opção é a Aim Controller, que também não ficou 100%. Vários jogadores relataram se incomodar com a mão que fica fixa do lado esquerdo e sentem como se tivessem uma terceira mão – já que você joga segurando a Aim Controller com suas duas mãos. É uma reclamação válida, mas não é o que mais me incomoda. Para mim, o problema maior é o conflito físico que existe entre a arma que você está segurando na direita e a que fica fixa do lado esquerdo (se você leva a aim para a esquerda, elas ficam brigando por espaço e isso parece gerar problemas de tracking).

Além disso, outro problema é o botão designado para trocar de arma: você tem que fazer isso segurando o Start, que fica em uma posição incômoda e, pelo seu design “afundado”, o botão foi feito justamente para não ser pressionado sem querer. Mas quem conhece Doom sabe que você tem várias armas à disposição e precisa trocá-las frequentemente. Essa seria uma reclamação boba se houvesse uma opção de mapear o controle – o que não existe até o presente momento. Apesar disso, para quem tem uma aim controller, Doom VFR acaba sendo um jogo quase obrigatório, pelas poucas opções que este controlador tem no mercado.


VEREDITO

A sensação, ao terminar o game, é que Doom VFR é um ótimo jogo. Poderia ser melhor, se os controles ajudassem e a campanha tivesse um pouco mais de profundidade. Inevitavelmente, você vai ficar “querendo mais”. Isso, por um lado, é bom, porque mostra que Doom VFR tem potencial.. Se fosse ruim, você nem chegaria no fim. Mas, por outro, é inegável que este VFR fica devendo, por tudo o que a franquia Doom representa e por todas as possibilidades que a realidade virtual oferece. Nota: 7,5.


FICHA TÉCNICA
Jogo: Doom VFR (Bethesda/Id Software)
Gênero: FPS (first person shooter)
Plataforma analisada: PSVR (disponível também para HTC Vive)
Preço: R$ 107,50 (na PS Store do Brasil)
Tamanho do download: 14,4 GB
Idiomas disponíveis: português do Brasil (dublagem, legendas e interface), inglês, espanhol, entre outros
Controles suportados: Dualshock 4 (movimentação livre e teleporte), PS Moves (apenas teleporte) e Aim Controller (movimentação livre e teleporte)

Expansão gratuita com modo versus de Farpoint já pode ser baixada

Já está disponível para baixar a expansão gratuita do game Farpoint (Impulse Gear), que traz um novo modo PvP (player vs player) de um contra um. A informação foi divulgada hoje, no blog oficial do Playstation. O update 1.08, batizado de Farpoint Versus Expansion Pack, tem 3,1 GB. Não é necessário entrar na PS Store para baixar, basta atualizar o seu jogo.

Leia aqui o post no Playstation blog (em inglês)

Seth Luisi, cofundador da Impulse Gear, deu mais detahes sobre a expansão e ressaltou que para jogar será necessário ter conta ativa na Playstation Plus.

“O Versus Expansion Pack traz dois novos modos PvP que colocam dois jogadores que tenham conta ativa na PS Plus um contra o outro. Os jogadores poderão criar criaturas inimigas do planeta e usá-las estrategicamente para ganhar vantagem”, explicou Luisi, completando: “Em adição aos novos modos, a expansão inclui três novas skins para os jogadores e 15 novas armas, que são desbloqueadas ganhando experiência de jogador e de arma”.

Os modos versus se chamam Deathmatch e Uplink.

Assista ao trailer da expansão:

Saiba quais versões de Doom VFR estão em português

O game Doom VFR (Bethesda/id Software) foi lançado na última sexta-feira, 1, e, diferentemente de Skyrim VR, da mesma Bethesda, tem uma versão totalmente em português do Brasil, com dublagem, legendas e interface. Mas nem todas as versões disponíveis nas PS Stores trazem esta opção.

Na PS Store brasileira, logicamente, a versão vendida está totalmente em português. Ela é identificada pelo código CUSA 09125 e, na PSN, custa R$ 107,50. É a mesma versão vendida na PS Store dos Estados Unidos, ao valor de US$ 30,00 (convertendo para reais, fica em torno de R$ 97,50 – sem contar a taxa adicional que seu banco cobra).

Porém, a versão europeia, vendida nas PSNs de qualquer país europeu e Reino Unido (UK), não há opção de jogar em português. Esta versão é identificada pelo CUSA 09125 e custa 30 euros (e é também a que sai mais cara, cerca de R$ 116,10, sem contar a taxa do banco).

Mas existe uma opção mais barata se você não se importa de jogar em inglês. Na loja do Reino Unido (UK), a versão CUSA 09125 sai por 20 libras – cerca de R$ 87,80 (valor sem a taxa adicional do banco).

Se você adquirir uma versão em português mas quiser trocar para o áudio original, terá que trocar o idioma do seu Playstation 4, nas configurações do console. Porém, as legendas e interface também ficarão em inglês.

O JOGO

Doom VFR traz uma história paralela ao jogo de 2016, com campanha totalmente diferente da versão original. Você controla um sobrevivente cibernético que é ativado pela UAC para lutar contra a invasão demoníaca.

O jogo tem suporte para a aim controller, mas você também pode jogar no Dualshock 4 ou com dois PS Moves. Na aim controller e no Dualshock, há suporte para movimento livre ou teleporte. Porém, nos moves, você só pode jogar usando o teleporte.

Assista aqui ao review em português do jogo, feito pelo do canal Jogador Plays.

Doom VFR já está disponível para download

O game Doom VFR (Bethesda/idSoftware) será lançado oficialmente amanhã, mas já está disponível para download na PSN EUA. O preço é de US$ 30,00.

Quem adquirir o game na pré-venda receberá de brinde dois temas para o PS4. Um deles é este que você está vendo na foto acima. O outro será liberado junto com o jogo.

Quem fizer o download poderá jogar a partir das 3 horas da madrugada (horário de Brasília) do dia 1º de dezembro). Mas é bom colocar para baixar logo. O arquivo total tem nada mais, nada menos do que 25GB. [Na minha internet pobretona de 10MB, o tempo de download estimado era de “suaves” 16 horas]

O JOGO

Doom VFR traz uma história paralela ao jogo de 2016, com campanha totalmente diferente da versão original. Você controla um sobrevivente cibernético que é ativado pela UAC para lutar contra a invasão demoníaca.

O jogo tem suporte para a aim controller, mas você também pode jogar no Dualshock 4 ou com dois PS Moves (há suporte para movimento livre ou teleporte).

Assista ao trailer oficial do jogo:

 

Inscreva-se grátis na beta fechada do shooter Alvo

Para os amantes de FPS que curtem um tiroteio PvP (player vs. player), um game estilo Call of Duty ou Counter-Strike ainda é um sonho no Playstation VR. Mas a produtora Mardonpol está preparando para 2018 o lançamento de um game que promete trazer isso para a realidade (sim, pra realidade virtual!). Trata-se de Alvo, descrito pela empresa como um shooter tático online e em VR, com suporte cross-plataform (ou seja, reunindo Oculus Rift e HTC Vive, além do PSVR).

O game está com inscrições abertas para sua beta fechada, que ainda não tem data para começar (nem mesmo o jogo tem um dia ou mesmo mês de lançamento fixado). Mas quem quiser se antecipar e conhecer o jogo em primeira mão, quando a beta for liberada, é só se inscrever no link abaixo e torcer para ser um dos selecionados.

Inscreva-se aqui na beta fechada

AIM CONTROLLER CONFIRMADA

Alvo terá suporte para a aim controller, periférico do PSVR que ainda tem poucos jogos suportados. A empresa afirma ainda que o jogo terá bots online para formar os times no caso de não haver jogadores suficientes online (prática por enquanto comum em jogos VR multiplayer).

O jogo terá os seguintes modos:

Search and Destroy: times de 5 contra 5 em que um lado tenta plantar uma bomba e o outro precisa defender os locais ou desarmar a bomba.

Free 4 All: Cada um por si. Sem times, sem piedade (“Só pode haver um”).

Domination: Modo baseado em capturar determinados pontos ao redor do mapa e segurá-los ao longo do tempo. A equipe com o maior número de pontos será a vencedora.

Assista ao trailer do jogo