Beta aberta de ‘Megalith’ estará disponível na Playstation Store no dia 13. Veja aqui como participar!

O estúdio Disruptive Games abriu inscrições hoje para um teste que vai anteceder a beta aberta do shooter multiplayer ‘Megalith’, para Playstation VR. A beta vai iniciar na próxima terça-feira, dia 13, e estará disponível na Playstation Store das Américas do Sul (incluindo Brasil) e do Norte.

Se você quiser se antecipar ainda mais, poderá jogar o game em primeira mão durante o “stress test”, que será realizado neste sábado, 11. No entanto, há alguns requisitos para participar do teste, que são:

1. Você precisa estar apto a participar do “stress test”, que será realizado neste sábado, 10, das 16h às 22h (horário de Brasília – ou 10:00 am – 4:00 pm PST).

2. Você precisa ter uma conta da PSN da América do Sul ou América do Norte.

As informações foram divulgadas nas redes sociais e todos os detalhes e links podem ser encontrados aqui. Para participar do stress teste, é recomendável saber inglês, para poder repassar aos desenvolvedores informações sobre bugs e problemas encontrados no jogo.

BETA ABERTA E PRÉ-VENDA

O shooter em primeira pessoa ‘Megalith’ será lançado no dia 8 de janeiro de 2019, inicialmente apenas para o Playstation VR. Os PCVRs deverão receber o game seis meses após o lançamento para PSVR.

A beta aberta do game vai começar no dia 13 de novembro, somente no Playstation VR e nas Américas do Norte e do Sul. A beta estará disponível para download na Playstation Store. Também neste dia, será disponibilizada a pré-venda do jogo na PS Store. Quem adquirir na pré-venda vai receberá os seguintes bônus:

* Destrave imediatamente todos os titã disponíveis durante a beta

* Pacote de avatars com os cinco titãs iniciais

* Um titã de DLC garantido quando o game for lançado

* Exclusivo: skins épicas para cada um dos cinco titãs iniciais, quando o game for lançado.

Assista ao trailer de ‘Megalith’

[review] ‘Creed: Rise to Glory’ acerta em cheio e traz experiência de boxe imperdível

O simulador de boxe ‘Creed: Rise to Glory’ é o quarto jogo de realidade virtual da Survios. Os games anteriores, ‘Raw Data’, ‘Sprint Vector’ e ‘Electronauts’, já puseram a Survios em um patamar de excelência no mundo da realidade virtual. Desta vez, os desenvolvedores colocaram seu talento a serviço de uma franquia de sucesso nos cinemas, que tem o boxe como prato principal. O review a seguir foi feito no Playstation VR, usando o PS4 Pro. O jogo também está disponível para HTC Vive e Oculus Rift.

Assista ao vídeo-review do canal PSVR Brasil:

HISTÓRIA

‘Creed: Rise to Glory’ é baseado no filme ‘Creed: Nascido para Lutar’, de 2015. O longa-metragem é o sétimo da franquia ‘Rocky’ e representa um recomeço para ela. No filme, o jovem boxeador Adonis Creed descobre ser filho de Apollo Creed, ex-adversário de Rocky Balboa e que se tornou um grande amigo do personagem de Sylvester Stallone.
O jogo segue os mesmos passos do filme, mas sem a parte do drama. ‘Creed’ é focado apenas na ação, sem qualquer cutscene ou algo do tipo. No jogo, você vai calçar as luvas de Adonis Creed, enquanto se prepara para seu maior desafio na carreira: enfrentar o campeão mundial Ricky “Pretty” Conlan. No caminho até lá, vai encarar desde um adversário amador que não venceu uma luta sequer, um segurança de boate e um campeão com 38 vitórias no cartel, sendo 36 por nocaute. E vai ter como treinador o próprio Rocky Balboa, dublado por Stallone. O jogo está todo em inglês, sem suporte a outros idiomas ou legendas. Mas isso não será um problema para quem não souber o idioma.

VISUAL E IMERSÃO

‘Creed’ tem ótimos gráficos, mesmo que não seja possível compará-los aos triplo A da atual geração. Mas é um visual agradável, puxando mais para o realismo do que para o cartoon. As animações são bem feitas, assim como os efeitos sonoros e a trilha, encabeçada pelo clássico tema de ‘Rocky’. Tudo isso contribui para fazer o jogador se sentir na pele de Creed. E não é só isso: você controla um avatar de corpo inteiro. Ou seja, não é só um par de luvas flutuando no ar. Isso faz uma tremenda diferença, já que no jogo você É Adonis Creed. Além disso, o jogo reproduz de maneira fiel as mecânicas de uma luta de boxe real – até onde isso é possível.

CONTROLES

O jogo utiliza um par de Moves (não há suporte ao Dualshock 4). Os controles funcionam como as suas luvas, que você utilizará para dar jabs, diretos, cruzados e ganchos. Também é possível bloquear os ataques adversários ou esquivar deles, usando o tracking do headset. Os Moves também tem botões para girar para os lados, usando apenas o giro em graus. O jogo tem ainda uma mecânica para caminhar parecida com a de ‘Sprint Vector’: segure o botão Move e balance os braços para a frente. Para andar pra trás, coloque os braços atrás, segure os botões Moves e faça o movimento inverso. Bem intuitivo. Tem ainda um terceiro movimento para os lados, girando os Moves como se estivesse suingando. Tudo isso é bem explicado dentro do jogo, com vídeos que mostram um modelo executando os movimentos.

GAMEPLAY

É no gameplay que ‘Creed’ se sobressai. No Career Mode, você vai enfrentar sete adversários, em lutas que duram em torno de cinco minutos. Fazendo as contas friamente, pode parecer pouco, mas isso é um engano. Cada combate consome bastante energia e vai colocar você pra suar. Fazer uma pausa para descansar entre elas é altamente recomendado. Fora que o jogo tem três níveis de dificuldade e os adversários ficam mais duros e dão mais dano nas dificuldades mais altas.

Antes de cada luta, você passa por um treino que vai determinar seu nível de “stamina” para o combate. Níveis mais altos de stamina permitem que você dê mais socos antes de cansar. E é preciso ficar bem atento a isso: se você cansar, seus socos ficam mais fracos e mais lentos. O jogo tem outras mecânicas interessantes, como a esquiva: ao desviar de um golpe no momento certo, seu adversário fica em câmera lenta e você ganha um tempinho extra para contra-atacar. Ao ser golpeado em cheio, você fica tonto, e precisa ajustar os Moves para a posição do seu avatar. Por fim, ao ser derrubado, você literalmente sai do corpo e precisa correr em direção a ele antes que a contagem chegue a 10.

MULTIPLAYER

Completando o pacote, ‘Creed’ tem um modo multiplayer online. No PVP, você pode convidar os amigos para o combate ou entrar na sala pública para enfrentar jogadores do mundo todo. Nesse modo, são nove lutadores para escolher: os sete da campanha principal, além de Adonis Creed e Rocky Balboa, no auge da sua juventude. Os lutadores não são diferentes apenas no visual. Cada um tem algumas características ligeiramente distintas dos demais. Alguns têm mais força, enquanto outros têm melhor resistência. Outros têm todas as habilidades equilibradas.

Assista ao vídeo do modo PVP de ‘Creed’ que fizemos junto com o canal Moso PSVR:

VALOR DE REPLAY

Além do PVP e do Career Mode, ‘Creed’ também tem um Free Mode, em que você pode enfrentar qualquer adversário, na dificuldade que quiser e escolhendo o lutador que preferir. Também pode usar a academia para treinar livremente em um dos aparelhos, e comparar seus resultados com os amigos e o placar mundial. Importante destacar também que o jogo tem troféu de platina. E, em termos de enjoo de movimento, não vi nada no game que pudesse causar cinetose.


VALE A PENA?

Jogos baseados em filmes tendem a se tornar caça-níqueis, mas não é o caso de ‘Creed’. Lançado quase três anos depois do primeiro filme e a cerca de dois meses do lançamento do segundo, ‘Creed’ se vale apenas do nome da franquia para oferecer um gameplay consistente, que cumpre bem a tarefa de simular uma luta de boxe em realidade virtual. Suas mecânicas são inteligentes e transmitem, a sensação de estar num ringue real, até onde é possível. O Playstation VR ainda possui poucos jogos de luta no estilo “mano a mano”, mas será muito difícil um oponente superar ‘Creed’. Nota: 10/10 [Excelente].


INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Título: Creed: Rise to Glory
Gênero: Simulador de boxe
Estúdio: Survios
Preço: R$ 107,50 (PS Store BR) | R$ 57,99 (Steam)
Plataformas: Playstation VR (usada neste review), HTC Vive e Oculus Rift
Data de lançamento: 25 de setembro de 2018
Controles suportados: Dois Moves
Idioma: inglês (áudio e interface)
Jogadores: 1 (off-line) | 2 (online)

[Este review foi feito no Playstation VR + PS4 Pro, com mídia digital gentilmente cedida pela Survios]

Estúdio de ‘Perfect Sniper’ exibe as primeiras imagens do FPS ‘Warzone’. Assista!

O SinnStudio, desenvolvedor de ‘The Perfect Sniper’ e ‘Wraith’, acaba de revelar seu mais novo projeto para realidade virtual. Trata-se do FPS multiplayer ‘Warzone’, que será lançado ainda este ano para Playstation VR, Oculus Rift e HTC Vive. Em resposta ao blog no YouTube, o estúdio já avisou que o suporte à Aim Controller no PSVR está garantido!

O vídeo traz poucas imagens de gameplay – é mais um teaser do que um trailer. Mas dá para ter uma noção de que será um multiplayer no melhor estilo ‘Call of Duty’ e ‘Battlefield’. Em seu site oficial, o estúdio postou uma breve descrição do jogo: “‘Warzone’ é um multiplayer de tiro em grande escala que combina tática com um vasto arsenal de armas, uso de veículos e várias equipes competindo em um único mapa”. E aí, curtiu?

De acordo com os desenvolvedores, ainda não há uma data de lançamento, mas eles estão prevendo que o game chegue ainda no outono deste ano (hemisfério Norte), para os PCs. A versão para Playstation VR deve ser lançada “pouco tempo depois”, afirma o SinnStudio.

No game, os jogadores serão expostos a grandes mapas e locais em todo o mundo, começando com o Egito, no dia do lançamento. O mapa oficial irá variar em tamanho, na proporção equivalente a 2x2km a até 4x4km. Os jogadores serão divididos em equipes de cinco jogadores, com um máximo de 10 equipes por lobby. Ou seja, até 50 jogadores irão competir na mesma sessão!

“Cada sessão é baseada em objetivos e não cai na mesmice de matar por matar. Múltiplos objetivos podem ser apresentados às equipes a qualquer momento e até 10 equipes (de cinco cada) podem competir no máximo em um jogo. Alguns eventos e objetivos são randomizados e proporcionam aos jogadores mudanças repentinas no jogo durante a partida, enquanto outros são estáticos e predominantes durante os jogos”, descreve o estúdio, em um comunicado à imprensa.

HISTÓRIA E ARSENAL

O estúdio conta que “‘Warzone’ se passa em um futuro próximo, onde a guerra trouxe destruição e decadência ao mundo. Uma civilização que uma vez prosperou foi a mais forte que lutou para comandá-lo e é deixada em ruínas para sobreviver. Equipados com tudo o que tinham e precisavam durante a guerra, esses soldados do amanhã agora lutam para recolher e manter recursos, desafiados por ninguém menos que eles mesmos”.

Os jogadores terão um amplo arsenal para usar, desde pistolas submetralhadoras, fuzis automáticos, escopetas, snipers e muito mais. Isso, combinado com o uso de comboios e veículos militares, introduzirá novos níveis de imersão militar em RV, à medida que várias equipes / esquadrões competem simultaneamente para dominar o mapa.

Assista ao teaser trailer de ‘Warzone’

‘V of War’ terá um battle royale em realidade virtual como você nunca viu

O battle royale é o modo multiplayer de maior sucesso na atualidade, impulsionado por títulos como ‘Playerunknown’s Battlegrounds’ e ‘Fortnite’. Atentos a essa tendência mundial que parece não ter prazo para acabar, os estúdios chineses Nined VR e Black Shark resolveram mudar o foco do shooter ‘V of War’ e transformaram o FPS original em um battle royale como você nunca viu. O diferencial? Nele, 40 soldados humanos comandados por jogadores não-VR e 10 mechas controlados por jogadores em realidade virtual vão disputar para ver quem será o único a sobreviver.

Aparentemente, os mechas levarão vantagem, por serem mais resistentes e com maior poder de fogo. Mas os humanos são mais rápidos e podem usar veículos, como motos e automóveis. Além disso, podem se esconder nos prédios e encontrar pontos de vantagem. O mecha, por outro lado, é grande e vai chamar a atenção, tornando-se alvo fácil. Os jogadores em RV não poderão controlar soldados humanos – e vice-versa.

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Como de praxe nos battle royales, os jogadores não-VR terão uma visão em 3ª pessoa, que muda para 1ª pessoa quando o jogador mira. E os jogadores em VR terão visão em 1ª pessoa, com direito a imersão total e um vasto arsenal. “Estamos também desenvolvendo um outro modo de cooperação em equipes, chamado de ‘modo leviathan’, unindo jogadores em VR e não-VR”, explica Amy Zhu, gerente de comunidades da Nined VR.

‘V of War’ ainda não tem uma data de lançamento, mas a previsão é que o jogo esteja disponível para Playstation VR (PSVR), Oculus Rift e HTC Vive, além das plataformas não-VR PC, Playstation 4 e X Box One. Todos os jogadores vão se encontrar no mesmo lobby, em cross-platform. As empresas ainda estão estudando se a versão não-VR será gratuita.

“Ainda há muito trabalho a fazer, como otimizar os gráficos, adicionar novas funções, desenhar diferentes caminhos de evolução para VR e PC. Ainda assim, esperamos poder lançar o jogo assim que possível”, diz Amy Zhu.

A equipe de desenvolvimento divulgou um novo vídeo de gameplay de ‘V of War’, trazendo outros detalhes do shooter. Confira abaixo.

Assista ao trailer de gameplay de ‘V of War’

Modo “battle royale” de ‘Rec Room’ entra em teste alpha nesta sexta-feira

Os jogos multiplayer em esquema de “battle royale” são a grande moda do momento no mundo dos games, com sucesso comprovado por títulos como ‘Battleground’, ‘Fortnite’ e ‘H1Z1’. Pois os headsets de realidade virtual, incluindo aí o Playstation VR (PSVR), vão ganhar seu primeiro “battle royale”, dentro do game gratuito ‘Rec Room’. O modo, batizado de ‘Rec Royale’, vai passar por uma fase de testes alpha que começa já nesta sexta-feira, 25, e vai até o próximo domingo, 27 de maio. A notícia foi divulgada pela própria desenvolvedora do game, Against Gravity, no blog oficial do Playstation.

O lançamento do modo ‘Rec Royale’ está marcado para o dia 7 de junho deste ano. ‘Rec Royale’ é uma DLC gratuita que vai reunir 16 jogadores em um mesmo lobby, em partidas no esquema “cada um por si”. Os jogadores estarão em uma espécie de parque ambiental e terão que procurar por suprimentos, como armas e munições, para vencer seus adversários. O último jogador de pé vence a partida.

No artigo para o PS Blog, Shawn Whiting, designer de comunidade da Against Gravity, conta que, assim como o game base o ‘Rec Royale’ é gratuito e não é necessário ter assinatura da PS Plus para jogar. “Os jogadores que fizerem o login com o PlayStation Plus receberão uma skin de rifle de paintball exclusiva, mas o ‘Rec Room’ não requer o PlayStation Plus”, explica Shawn.

O designer adianta ainda que quem quiser testar o novo modo durante a alpha precisa ter uma conta de ‘Rec Room’ registrada. “Gostaríamos muito de ouvir o feedback de vocês durante esta fase de testes públicos através do subreddit da ‘Rec Room’ e do servidor Discord”, destaca Shawn.

Ele conta que as criações e sugestões dos jogadores de ‘Rec Room’ foram fundamentais para o desenvolvimento deste novo modo “battle royale”. “Essas salas criadas pelos jogadores, junto com o feedback persistente da comunidade, nos deram um sinal claro de que os jogadores estavam querendo muito algo como ‘Rec Royale’. Assim que o ‘Rec Royale’ for lançado, estará disponível para todos os jogadores para modificar e criar suas próprias salas personalizadas”, descreve.

‘Rec Room’ é cross-platform entre Playstation VR, Oculus Rift, HTC Vive e Windows Mixed Reality. O jogo pode ser baixado gratuitamente na PS Store. Para jogar, é obrigatório o uso de dois PS Moves.

[review] ‘Code 51’ traz combates realistas entre mecas, mas pouca variedade

Vamos falar a verdade: controlar um meca é o sonho de 11 em cada 10 adultos com alma de criança. E tem coisa melhor do que fazer isso em realidade virtual? Bom, até teria, se fosse possível pilotar um de verdade. Como não dá, a opção mais próxima disso é com os recursos e a imersão que a realidade virtual proporciona. Alguns estúdios estão tratando de providenciar esta experiência. Este é o caso de ‘Code 51: Mecha Arena’, desenvolvido pelos estúdios chineses Smellyriver e 51VR e publicado pela DeerVR.

‘Code 51’ não é o primeiro jogo de mecas para o Playstation VR nem será o último. Logo no lançamento do headset, tivemos ‘Rigs: Mechanized Combat League’ e, meses depois, veio ‘Archangel’. Cada um deles tem sua própria abordagem do tema e o mesmo vale para o game que agora analisamos, ‘Code 51’.

O título é um shooter focado no multiplayer online, com batalhas para até quatro jogadores. Você pode escolher entre nove mecas que trazem diferentes armamentos, níveis de armadura, ataques especiais, velocidade e autonomia de voo. Ou seja, cada meca tem sua própria jogabilidade, o que confere uma certa variedade ao game.
A imersão dentro dos robozões é incrível e as imagens, bastante nítidas. No entanto, você não tem corpo algum, o que gera um espaço vazio no banco do meca.

Você controla o meca usando o Dualshock 4 – não há suporte para os PS Moves ou qualquer outro controle. Os gatilhos acionam individualmente as duas armas e há botões também para o pulo/voo e para ativar dois especiais, que são únicos para cada meca. Entre especiais, há alguns ofensivos, como mísseis teleguiados, e outros defensivos, como esquivas que podem ser feitas no ar.

A barra de vida, assim como a munição, recarregam com o tempo, mas você também pode coletar power-ups que fortalecem as armas e a armadura, espalhados no campo de batalha. Estes power-ups, aliás, aparecem em grande quantidade. As arenas do jogo são bem construídas e com espaço suficiente para armar estratégias de batalha. No entanto, são apenas três.

O controle da mira é feito pela sua cabeça, usando o tracking do headset, garantindo um pouco mais de imersão. O movimento de girar o robozão também é feito com a cabeça e acaba se tornando lento – você tem que ir girando aos poucos, o que se torna fatal no campo de batalhas. Sorte que há uma espécie de radar que mostra a proximidade dos inimigos. Após o lançamento, foi adicionado um patch que permite que você use o analógico direito para girar o corpo, mas o movimento também é lento.

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DÁ ENJOO?

Em se tratando de um jogo de movimento livre, com saltos e coisas do tipo, era de se esperar que ‘Code 51’ gerasse enjoo de movimento, a chamada cinetose (“motion sickness”). Mas não é o caso. Pessoalmente, não senti nada do tipo e ouvi relatos de outros jogadores que disseram o mesmo.

Isso se deve, em parte, à vinheta (escurecimento das bordas da tela) que aparece sempre que você se movimenta. Mas você pode desativar essa vinheta caso se sinta à vontade.

Ao iniciar o game, você passará por um tutorial que lembra ‘Archangel’. Você vai caminhando com o meca, atirando em inimigos humanoides, enquanto aprende os controles do jogo. Em seguida, você pode treinar em uma arena offline, contra três adversários comandados pelo computador (os bots), ou pular diretamente no modo multiplayer, o prato principal de ‘Code 51’.

Inicialmente, você tem apenas um meca liberado e vai destravando os demais conforme sobe de nível. Para subir de nível, você precisa ganhar pontos derrotando adversários no campo de batalha –o que pode ser feito tanto no multiplayer quanto no training. A ascensão, no início é rápida: com uma vitória é possível subir pelo menos um nível. Mas é preciso ficar atento para não morrer, já que a cada morte você perde uma parte dos pontos. Conforme sobe de nível, vai destravando outros mecas, até chegar aos nove, mas a barra de ganhar pontos fica cada vez mais demorada de encher.

SEM CUSTOMIZAÇÃO

Vamos falar agora de alguns pontos negativos do jogo, a começar pela ausência total de customização. Não há upgrades para os mecas, nem a possibilidade de trocar de armas, ataques especiais ou mesmo adquirir itens cosméticos para personalizar o seu robozão, seja com diferentes pinturas ou skins. O que temos, em termos de armas e habilidades, confere uma certa diversidade ao game, ainda que limitada.

Em um multiplayer, o que atrai os jogadores e os faz permanecer interessados é a variedade de estilos de jogo e diferentes formas de jogar. E nisso ‘Code 51’ fica devendo. Além da ausência de personalização, há apenas um modo de jogo, o tradicional “deathmatch” para quatro jogadores (todos contra todos). Não há modos com objetivos a cumprir, nem modos 2×2, nada disso. A quantidade de arenas também é limitada. Nada impede, no entanto, que novos conteúdos sejam adicionados com o tempo, que seria muito bem-vindo.

Também não é possível criar sessões privadas (“private matches”). Se você quiser jogar com um amigo, terá que entrar no multiplayer com ele ao mesmo tempo e torcer para cair na mesma partida que ele. Também não é personalizar o jogo por região. É todos contra todos mesmo e acabou-se.

Outra coisa que me chamou a atenção é que o jogo não tem uma linha de história sequer. Nada. Não há uma frase ou qualquer coisa que explique o que você está fazendo ali. Você só fica sabendo do contexto no qual o game se passa se visitar o site oficial do game.

Como sou legal, vou contar pra vocês aqui: ‘Code 51’ se passa em um futuro não muito distante, no ano de 2040. Em um mundo pós-apocalíptico devastado pela Terceira Guerra Mundial, os sobreviventes descobrem uma nova fonte de energia. Com ela, facções em guerra criam mecas para lutar pelo controle da fonte destes recursos, uma substância misteriosa chamada “Código 51”.

Em termos de áudio, o game tem pontos fortes e fracos. Alguns sons reproduzem bem o que se espera de um meca, mas em outros casos, como o barulho das armas, fica abaixo do esperado. Graficamente, o jogo é bem polido e tudo é muito bem construído. A imagem é bem nítida, ajudando a tornar a experiência mais real.

O jogo está todo em inglês, incluindo os textos sobre os mecas e alguns poucos áudios, como a voz do narrador. Saber o idioma ajuda a entender como cada arma e habilidade especial funciona, mas nada impede que você descubra por si mesmo usando o training mode. Ou seja, não saber inglês não prejudica em nada o jogador.

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VEREDITO

‘Code 51’ é, sem dúvida, um bom jogo. No entanto, peca pela falta de variedade, seja no número de arenas, seja na ausência de customização dos mecas ou na pouca quantidade de mecas à disposição. Também não há variedade de modos de jogo, o que pode contribuir para que o jogador se canse dele. Dito isso, reconhecemos todo o esforço e dedicação que um estúdio pequeno porte dispensou para desenvolver um jogo como esse. Esperamos que eles continuem a dar suporte ao game e adicionem uma diversidade maior ao game, que tem um potencial invejável. Nota: 7,5/10.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Jogo: ‘Code 51: Mecha Arena’
Estúdio: Smellyriver/51VR/DeerVR (www.mechaarena.com)
Gênero: Shooter multiplayer
Plataforma: Playstation VR (exclusivo)
Data de lançamento: 24 de abril de 2018
Preço: US$ 19,99 * (PS Store EUA) | Indisponível na PS Store do Brasil
Idioma: Inglês (interface e áudio)
Espaço em disco: 5,65 GB
Controles suportados: Dualshock 4
Jogadores: 1 (offline) | 2-4 (online) | Para jogar online, é necessário ter a PS Plus

* O jogo foi lançado com preço especial de US$ 17,99 (com desconto extra de 10% com PS Plus), válido até o dia 30 de abril de 2018.

[Este review foi feito com jogo digital cedido pela DeerVR]

Confira um vídeo de gameplay de ‘Code 51: Mecha Arena’

Multiplayer de ‘Archangel’ é anunciado apenas para os PCs e chega em junho

O estúdio Skydance Interactive acaba de lançar um teaser trailer de ‘Archangel: Hellfire’, um update com modos multiplayer para o game original lançado no ano passado para Playstation VR, Oculus Rift e HTC Vive. No entanto, o teaser traz uma informação nada agradável para os proprietários de um PSVR: não fala nada sobre a versão para o console da Sony. O update estará disponível no dia 28 de junho, no Vive e no Rift.

Interessante notar que, quando o game original foi lançado, em julho de 2017, ele chegou primeiro para o Playstation VR e só depois, em agosto, para os PCs. Agora, ainda não se sabe se a produtora resolveu inverter as coisas ou deixar o headset da Sony de lado. A revelação de gameplay de ‘Archangel: Hellfire’ será feita no dia 5 de maio e o update estará disponível em “early access” no dia 25 de maio. [Assim que eu tiver uma informação nova, atualizo este post.]

SINOPSE OFICIAL (TRADUZIDA POR MIM)

‘Archangel: Hellfire’ é uma atualização cheia de ação do jogo multiplayer para o premiado ‘Archangel’. ‘Archangel: Hellfire’ oferece intenso e explosivo combate off-rails em VR, adicionando dois novos modos de jogo, incluindo um modo Player vs. Ambiente (PvE) e, por demanda popular, um novíssimo modo Player vs. Player (PvP) juntamente com novos mapas, novas classes de mechas e muito mais. ‘Archangel: Hellfire’ estará disponível mundialmente em 28 de junho para HTC Vive e Oculus Rift.

Assista ao teaser trailer de ‘Archangel: Hellfire’

Com combate entre mechas, ‘Code 51’ será lançado no próximo dia 24 de abril

É batalha de mechas que você quer? É batalha de mechas que você vai ter! Os estúdios chineses 51VR e Smellyriver anunciaram ontem que o game ‘Code 51’ será lançado para Playstation VR na próxima terça-feira, dia 27 de abril. O título estava previsto originalmente para o dia 19 de dezembro do ano passado, mas acabou sendo adiado. Será que desta vez vai? A contar pela empolgação demonstrada pelos desenvolvedores, sim.

Pelo Twitter, o estúdio Smellyriver confirmou a data de lançamento e anunciou o site oficial do game. Focado principalmente no combate PvP (player vs player), ‘Code 51’ se passa em um futuro não muito distante, no ano de 2040. Em um mundo pós-apocalíptico devastado pela Terceira Guerra Mundial, os sobreviventes descobrem uma nova fonte de energia. Com ela, facções em guerra criam mechas para lutar pelo controle da fonte destes recursos, uma substância misteriosa chamada “Código 51”.

Os desenvolvedores prometem intensos combates multiplayer para 4 a 8 jogadores, com horas e horas de gameplay. Ao todo, são nove mechas diferentes para você escolher, cada um com suas habilidades especiais. Alguns são mais ágeis, outros têm armaduras e armas mais potentes. São três mapas (ou cenários), sendo um para PVE (player vs enemy) e dois para PVP.

A equipe de desenvolvimento promete ainda que o jogo será livre de “motion sickness”. Mas, para quem é mais sensível a enjoos de movimento, é bom já deixar avisado que dificilmente isso vai se concretizar, já que o game tem movimentação livre. Quem já jogou ‘Rigs: Mechanized Combat League’ sabe do que eu estou falando.

Confira um vídeo de gameplay de ‘Code 51: Mecha Arena’ 

Com suporte à aim, ‘Shadowcore’ quer ser um ‘Overwatch’ em realidade virtual

Na página oficial do jogo no Facebook, está escrito com todas as letras: “Você sabia que nosso objetivo é nos tornar um ‘Overwatch VR’?” Pois é. É assim que equipe de desenvolvimento do estúdio Serebrum Lab descreve o game ‘Shadowcore’, que deve ser lançado no ano que vem, para Playstation VR (PSVR), HTC Vive, Oculus Rift e Windows Mixed Reality.

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[Can not you understand? Use the Google Translate button, on the right side (on PCs) or below the text (on smartphones and tablets)]

Em nota enviada ao blog PSVR Brasil, o estúdio confirmou o suporte à Aim Controller para o jogo. Eles não deram muitos detalhes da produção, mas responderam o seguinte: “Nós vamos dar suporte à Aim Controller. Acreditamos que em janeiro ou fevereiro do ano que vem, vamos portar o jogo para PSVR”. Em breve, o estúdio deve realizar a beta fechada do game.

Sobre a comparação com ‘Overwatch’, a equipe de desenvolvimento afirma: “‘Overwatch’ gira em torno de habilidades de personagem e modos de jogo. E estamos trabalhando em novos personagens e modos de jogo”.

O jogo já está disponível para venda na Steam, em acesso antecipado (o chamado “early access” – quando o jogo não está totalmente pronto, mas se encontra em um estado avançado de produção).

Em sua fase atual, de acordo com o site oficial, o jogo oferece dois mapas, três modos de jogo diferentes e três classes de personagens, cada um com uma arma principal com tiro alternativo, arma de pulso e uma habilidade especial. O jogo tem locomoção livre e multiplayer online/local de 5 contra 5.

Com uma pitada de cyberpunk e inspiração assumida no universo de ‘Ghost in the Shell’, o jogo se passa em um futuro controlado por grandes corporações.

Assista ao trailer do game:

 

[EXCLUSIVO] Survios não tem planos de trazer multiplayer do Raw Data para o PSVR

Hoje o blog traz uma notícia um tanto desanimadora para os fãs de Raw Data, o excelente shooter da Survios. Entramos em contato com a empresa para saber a respeito do suporte ao multiplayer do jogo no Playstation VR (PSVR) e a assessoria de imprensa do estúdio informou que, no momento, não há planos de trazer esta funcionalidade ao headset de realidade virtual da Sony.

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Confira aqui o nosso review de Raw Data para o PSVR

Raw Data foi lançado para o PSVR em outubro deste ano e também há versões para Oculus Rift e HTC Vive. Nestas plataformas para PC, o jogo tem modos multiplayer online, tanto cooperativos quanto PVP (player vs player). E ambos são incríveis e conferem sobrevida ao jogo, que tem modo single player com 10 fases. Mas a versão para PSVR veio sem qualquer funcionalidade online.

“O multiplayer para PSVR é uma funcionalidade de alta prioridade que gostaríamos de trazer ao Raw Data”, garante o estúdio, em nota ao blog. “Dito isso, atualmente não temos esta funcionalidade programada para o desenvolvimento. No entanto, isso pode mudar à medida que o mercado VR crescer e virmos mais interesse em experiências PVP e multiplayer no PSVR”, completa a nota da empresa.

Particularmente, já vejo um interesse gigantesco dos jogadores por modos multiplayer semelhantes ao Raw Data, como ficou escancarado pelas reações ao recém-anunciado Firewall: Zero Hour e pela expansão PVP do Farpoint.

No entanto, os desenvolvedores da Survios parecem estar focados no próximo lançamento da empresa, o game de corrida/parkour Sprint Vector, previsto para o primeiro trimestre de 2018. A assessoria de imprensa do estúdio também comentou sobre a beta de Sprint Vector e disse que os testes devem começar em breve.

Já se inscreveu na beta de Sprint Vector? Saiba mais aqui

PREÇO PROMOCIONAL

Raw Data ainda não foi disponibilizado na PS Store do Brasil. Mas, na PSN americana, o jogo foi incluído na promoção de fim de ano que começou ontem. O desconto total é de 30%, se você tiver a PS Plus, saindo por US$ 28,00. Apesar da ausência do multiplayer, continua sendo uma ótima pedida.

Leia abaixo a nota oficial da Survios sobre o multiplayer (no original, em inglês):

“Multiplayer for PSVR is a high priority feature that we would love to bring to Raw Data. That said, we currently do not have this slated for development. Although, this may change as the VR market grows and we see more interest in PVP and multiplayer experiences on PSVR.”

Expansão gratuita com modo versus de Farpoint já pode ser baixada

Já está disponível para baixar a expansão gratuita do game Farpoint (Impulse Gear), que traz um novo modo PvP (player vs player) de um contra um. A informação foi divulgada hoje, no blog oficial do Playstation. O update 1.08, batizado de Farpoint Versus Expansion Pack, tem 3,1 GB. Não é necessário entrar na PS Store para baixar, basta atualizar o seu jogo.

Leia aqui o post no Playstation blog (em inglês)

Seth Luisi, cofundador da Impulse Gear, deu mais detahes sobre a expansão e ressaltou que para jogar será necessário ter conta ativa na Playstation Plus.

“O Versus Expansion Pack traz dois novos modos PvP que colocam dois jogadores que tenham conta ativa na PS Plus um contra o outro. Os jogadores poderão criar criaturas inimigas do planeta e usá-las estrategicamente para ganhar vantagem”, explicou Luisi, completando: “Em adição aos novos modos, a expansão inclui três novas skins para os jogadores e 15 novas armas, que são desbloqueadas ganhando experiência de jogador e de arma”.

Os modos versus se chamam Deathmatch e Uplink.

Assista ao trailer da expansão:

Eve: Valkyrie – Warzone ganhará update gratuito em dezembro

O game multiplayer Eve: Valkyrie – Warzone (CCP) vai ganhar no dia 12 de dezembro um update gratuito, batizado de “Winter Update”, com novidades interessantes para os jogadores. A notícia foi publicada no site oficial do game (em inglês).

A primeira delas são as “custom matches” (partidas customizadas): agora você poderá definir que tipo de partida quer entrar. E poderá escolher também o mapa. Atualmente, você entra na sessão multiplayer e o jogo rotaciona aleatoriamente a partida e o mapa.

Falando em mapas, os desenvolvedores anunciaram a adição de mais um mapa, chamado de “Moon Refinery”. As batalhas vão se passar próximas a esta refinaria lunar e os criadores esperam que este mapa se torne um dos favoritos dos gamers.

Outra novidade é o “spectator mode” (modo espectador). Nele, você poderá assistir às partidas em andamento, em terceira pessoa. Haverá a opção de gravar vídeos nesse modo e produzir pequenos vídeos. Os desenvolvedores dizem que vão inclusive fazer concursos com os melhores vídeos. Alguém com talento de George Lucas aí?

Eve: Valkyrie – Warzone é uma das melhores experiências disponíveis no Playstation VR para quem curte naves e combate no espaço. Totalmente focado no multiplayer (até tem uma campanha single player, mas é bem rasinha), o jogo é “cross-plataform”, reunindo no mesmo servidor jogadores de PSVR, Oculus Rift e HTC Vive e também pode ser jogado em tela plana no PS4 e no PC.

Assista ao trailer do jogo