[review] ‘Mini-Mech Mayhem’ é um dos multiplayers mais divertidos do Playstation VR

Desenvolvido pelo estúdio FuturLab, ‘Mini Mech Mayhem’ é mais um jogo exclusivo do Playstation VR. O game está todo em português e é uma ótima sugestão para quem está procurando um multiplayer divertido e diferente pra jogar com os amigos. O review a seguir foi feito no PS4 Pro.

Assista ao review do canal PSVR BRASIL:

‘Mini Mech Mayhem’ é uma mistura de jogo de tabuleiro e jogo de cartas em realidade virtual. Você controla um “mini mecha” em um tabuleiro quadriculado que parece um tabuleiro de xadrez. Seu objetivo é marcar três pontos, seja destruindo os outros mecas, seja coletando uma moeda.

Você pode mover seu “mecha” em quatro direções ou atirar em oito direções. Mas você não mexe diretamente nos bonecos. A ação ocorre em turnos e você precisa programar as suas ações todas de uma vez. É aí que começa a bagunça e a coisa fica divertida.

Você precisa tentar se antecipar aos inimigos, prevendo os movimentos deles, se quiser sair com a vitória. Mas aí entra outro fator que deixa tudo ainda mais caótico: as cartas de interceptação. Cada interceptação tem um efeito diferente, que pode te beneficiar e atrapalhar os adversários. Por exemplo, você pode jogar uma carta para fazer o adversario andar uma casa a mais e cair direto numa armadilha. Ou fazer a arma dele travar quando ele estiver tentando te acertar um tiro. São muitas as possibilidades e essa é a grande graça do jogo.

‘Mini Mech Mayhem’ é extremamente estratégico, mas ao mesmo tempo tem muita chance de tudo dar errado. Por isso ele é tão divertido. Com certeza vai ser melhor aproveitado jogando com os amigos. Você pode criar salas com outros três jogadores, mas não é obrigatório ter quatro para a partida começar. Dá para jogar um contra um, ou contra outros dois jogadores. Sempre cada um por si.

Também dá para enfrentar o computador em três níveis de dificuldade, mas não existe uma campanha propriamente dita. No lugar disso, o jogo traz um tutorial completo e 30 níveis extras que funcionam como desafios. Conforme vai jogando as partidas e completando desafios, você vai subindo de nível. A cada nível novo, você recebe um item aleatório pra customizar o visual do seu “mecha” e do seu avatar. As combinações são inúmeras e incluem também dancinhas e emotes.

O jogo tem uma sensação de presença muito bacana, transmitindo bem a impressão de que você está diante de outros jogadores. Você pode fazer gestos pros outros jogadores e conversar usando o microfone. Graficamente, está belíssimo, muito bem otimizado pro Playstation VR.

VALE A PENA?

‘Mini Mech Mayhem’ é perfeito pra quem busca um multiplayer pra jogar com os amigos e acredita que se divertir é muito mais importante do que vencer. O preço de lançamento ta bem atraente. Eu recomendo. Nota: 10/10.

Este review foi feito com copia digital gentilmente cedida pelo estúdio FuturLab.

Sony anuncia ‘Iron Man VR’, data de ‘Blood and Truth’, update VR grátis de ‘No Man’s Sky’ e muito mais!

A Sony fez várias revelações interessantes para o público VR hoje, durante a transmissão State of Play, realizada em seus canais oficiais no YouTube. A live começou logo de cara com ‘Iron Man VR’, jogo que está sendo desenvolvido pela própria Sony, a Marvel e o estúdio Camouflaj. Devido à fama dos jogos baseados em quadrinhos, o anúncio do jogo do Homem de Ferro deixou alguns jogadores de pé atrás, mas vamos aguardar pra ver o que sai dessa cartola, não é mesmo?

Confira aqui, no vídeo do canal PSVR Brasil, tudo o que rolou de VR na live da Sony:

Também foi anunciada a data de lançamento do aguardadíssimo shooter ‘Blood and Truth’, do London Studio. O jogo, exclusivo do Playstation VR, chega no dia 28 de maio deste ano. A stream trouxe um novo trecho de gameplay e cutscenes do jogo.

A transmissão também trouxe o anúncio do suporte VR a ‘No Man’s Sky – Beyond’, que já vinha sendo esperado há tempos pelos jogadores. O suporte será gratuito e está previsto para o verão americano (junho a agosto).

Outra revelação foi o anúncio de ‘Five Nights at Freddy’s VR’, primeiro jogo de terror em realidade virtual desta assustadora franquia. O jogo está previsto para a primavera de 2019 (março a junho).

Também foi anunciado o movo VR de ‘Concrete Genie’. Este é um jogo que, desde que vi pela primeira vez, fiquei comentando que deveria ser em VR, já que ele usa ferramentas de desenho como a gente vê em aplicativos do PSVR. O jogo está previsto para o outono de 2019 (setembro a dezembro).

Fora isso, foram confirmadas as datas de lançamento de sete jogos. Confira o resumo logo abaixo.

Tudo o que foi revelado durante a State of Play:
Iron Man VR – Novo jogo, anunciado para 2019
No Man’s Sky Beyond – Anunciado update gratuito para o PSVR, previsto para o verão de 2019 (junho a agosto)
Blood and Truth – Lançamento em 28 de maio de 2019
Mini-Mech Mayhem – Lançamento em 18 de junho de 2019
Jupiter & Mars – Lançamento em 22 de de abril de 2019
Falcon Age – Lançamento em 9 de abril de 2019
Trover Saves The Universe – Lançamento em 31 de maio de 2019
Everybody’s Golf VR – Lançamento em 21 de maio de 2019
Table of Tales – Lançamento em 16 de abril de 2019
Vacation Simulator – Lançamento em 18 de junho de 2019
Five Nights at Freddy’s VR – Novo jogo anunciado para a primavera de 2019 (março a junho)
Concrete Genie – Anunciado modo VR para o jogo, previsto para outono de 2019 (setembro a dezembro)

Confira o resultado do sorteio da mídia digital de ‘Anyone’s Diary’

Durante esta semana, realizamos no canal PSVR Brasil o sorteio de uma mídia digital do jogo ‘Anyone’s Diary’, gentilmente cedida pelo estúdio World Domination Project. No período de inscrições, que se encerrou ontem, tivemos um total de 187 “entradas”, de 45 participantes de várias partes do Brasil.

Agradeço a todos pela participação. Infelizmente, só podemos premiar um. E o sortudo foi Orlando José Blanc, de Curitiba (PR), que já foi devidamente contactado pelo e-mail informado no ato da inscrição.

sorteio anyone

Com este sorteio, conseguimos alcançar a marca de 1.000 inscritos no canal! E também aproveito a oportunidade para agradecer a todos os que já se inscreveram até agora! A participação de vocês fortalece o canal e nos incentiva a continuar trazendo o melhor conteúdo que podemos.

O JOGO

‘Anyone’s Diary’ é um singelo jogo de plataforma e puzzle, no melhor estilo ‘Moss’. Você pode jogar usando o Dualshock 4 ou 2 PS Moves. Por enquanto, o jogo está disponível apenas nas PSNs da Europa.

Assista ao gameplay de ‘Anyone’s Diary’ no canal PSVR Brasil:

Estúdio de ‘Beat Saber’ divulga data de lançamento e traz detalhes da versão para PSVR

O estúdio Beat Games divulgou hoje, finalmente, a informação que há muito tempo os jogadores de Playstation VR estavam ansiosamente esperando: a data de lançamento do jogo ‘Beat Saber’. E a boa notícia é que o game vai chegar bem mais rápido do que poderíamos imaginar: 20 de novembro! O preço do game ainda não foi divulgado, mas, em um artigo publicado no Playstation Blog (que você pode ler em português aqui), o estúdio deu vários detalhes sobre a versão do PSVR.

Segundo o estúdio, ‘Beat Saber’ terá uma “campanha desafiadora”, criada exclusivamente para os jogadores do PSVR, além de cinco novas músicas exclusivas. No entanto, nada foi falado sobre o esperado editor de músicas, que permitiria que os próprios jogadores adicionassem canções e editassem manualmente os levels.

O que o artigo diz é que novas músicas serão adicionadas “com regularidade”, por meio de DLCs. “A primeira expansão virá com 10 músicas, logo após o lançamento. Escolha entre estilos musicais e artistas conhecidos, além de talentos indie emergentes”, diz o texto.

O jogo também terá um “party mode”, um multiplayer local em que você poderá revezar o headset com os amigos para ver quem marca mais pontos. O estúdio também divulgou um novo trailer do game, com uma nova música. Assista:

Quer saber mais sobre ‘Beat Saber’? Confira aqui o nosso preview

 

Confira o que há de melhor na promoção de aniversário do Playstation VR!

A Promoção “Feliz Aniversário”, que marca os dois anos do Playstation VR, começou ontem, com descontos que chegam a 80%. Ao todo, a PS Store do Brasil está oferecendo mais de 140 jogos e expansões, e a gente resolveu separar quatro listas para tentar ajudar os jogadores a escolher os melhores jogos em oferta. Os membros PS Plus ganham descontos extras.

A promoção vai até o dia 23 deste mês e tem jogos custando a partir de R$ 6,20, como é o caso do shooter ‘Gunjack’. Entre os títulos, estão ainda o recém-lançado ‘Firewall Zero Hour’ (sucesso absoluto entre os jogadores), ‘Farpoint’, ‘Raw Data’, ‘Skyrim VR’‘Arizona Sunshine’, ‘Job Simulator’‘Killing Floor: Incursion’ e muitos, muitos outros.

Dada a quantidade absurda de jogos, tentei organizá-los em quatro listas, por faixa de valor, estabelecendo um ranking do melhor para o pior [os games que nunca joguei estão sem numeração e coloquei para baixo aqueles que, pelos reviews que eu vi, foram os mais mal avaliados].

Lembrando ainda que outros dois jogos VR fazem parte de outra promoção, a “Somente no Playstation”, que também começou ontem, mas vai só até o dia 16 de outubro. São eles: ‘Until Dawn: Rush of Blood’ (R$ 51,93) e ‘Bound’ (R$ 18,45) – preços já com a PS Plus. Estes dois jogos, por sinal, já saíram grátis na Plus.

É hora de fazer estoque! Vamos às listas!

Confira os jogos da Promoção “Feliz Aniversário”, separados por faixa de valor e organizados em um ranking do melhor para o pior [os games que nunca joguei estão sem numeração]

* Os preços já estão com descontos extras da PS Plus. Oferta válida até o dia 23/out/2018,

JOGOS CUSTANDO ATÉ R$ 20
1. Headmaster – R$ 15,37
2. Rigs: Mechanized Combat League – R$ 19,97
3. Thumper – R$ 15,37
4. Here They Lie – R$ 15,37
5. Driveclub VR – R$ 19,97
6. Theseus – R$ 17,87
7. Esper – R$ 18,13
8. Gunjack – R$ 6,20
9. Blasters of the Universe – R$ 18,36
10. Sparc – R$ 18,45
11. Sports Bar VR – R$ 15,37
12. RollerCoaster Legends II: Thor’s Hammer – R$ 12,95
13. Out of Ammo – R$ 18,36
14. Dick Wilde – R$ 13,77
15. Dying: Reborn PSVR – R$ 10,77
16. Legião Negra (Dark Legion) – R$ 20,08
17. Pixel Gear – R$ 11,85
18. Psychonauts in the Rhombus of Ruin – R$ 14,30
19. One Piece Grand Cruise – R$ 18,54
20. Surgeon Simulator: Experience Reality – R$ 15,37
21. Sea of Memories – R$ 20,08
22. Smashbox Arena – R$ 7,72
23. Pirate Flight VR – R$ 18,36
24. Virry VR: Wild Encounters [experiência VR] – R$ 12,30
25. Super Amazeballs – R$ 10,07
26. Race The Sun – R$ 6,29
27. Weeping Doll – R$ 9,27
28. Oasis Games Horror VR Bundle (Weeping Doll + Dying Reborn) – R$ 18,45
Radial-G: Racing Revolved – R$ 18,36
Tiny Trax – R$ 18,45
Apollo 11 VR – R$ 18,45
Infinite Minigolf – R$ 18,36
CastleStorm VR Edition – R$ 11,47
Light Tracer – R$ 13,77
HoloBall – R$ 18,36
Space Rift: Episode 1 – R$ 18,45
Stunt Kite Masters VR – R$ 13,90
Sonho de Pesca (Dream Angling) – R$ 20,08
Football Nation VR Tournament 2018 – R$ 6,18
Planeta Ranch – R$ 13,97
Domino Craft VR – R$ 15,44
Waddle Home – R$ 12,36
The Rabbit Hole – R$ 10,85
Super Stardust Ultra VR – R$ 15,37
Darknet – R$ 18,36
Nebulous – R$ 13,77
Chess Ultra – R$ 15,96
Perfect [experiência VR] – R$ 13,90
Wild Turkey Hunter VR – R$ 18,36
VR Ping Pong – R$ 9,18
Carnival Games VR: Alley Adventure [DLC] – R$ 18,37
Pinball FX2 VR: The Walking Dead [DLC] – R$ 4,62

DE R$ 21 A R$ 30
1. To the Top – R$ 28,60
2. Statik – R$ 24,60
3. Archangel – R$ 27,57
4. Crise no Planeta dos Macacos – R$ 27,54
5. Shooty Fruity – R$ 27,67
6. Playstation VR Worlds – R$ 23,97
7. Mervils: A VR Adventure – R$ 24,60
8. Mortal Blitz – R$ 24,60
9. Keep Talking and Nobody Explodes – R$ 22,95
10. Don’t Knock Twice – R$ 28,60
11. Werewolves Within – R$ 23,59
12. Happy Drummer – R$ 21,62
13. Animal Force – R$ 29,70
14. Pierhead Arcade – R$ 22,95
15. Carnival Games VR – R$ 30,75
16. Batidas de Áudio (Audio Beats) – R$ 20,08
17. Salary Man Escape – R$ 29,70
18. Unearthing Mars – R$ 26,95
19. Konrad the Kitten – R$ 25,24
20. VRoom Kaboom – R$ 30,74
21. Lunar Stone: Origin of Blood – R$ 20,08
Just in Time Incorporated – R$ 22,94
Stifled – R$ 30,75
Dream Match Tennis VR – R$ 29,83
2MD: VR Football – R$ 25,93
Kona VR Bundle – R$ 30,75
VRobot – R$ 29,83
Oasis Games Shooter VR Bundle (Pixel Gear + Ace Banana) – R$ 23,07
Tekken 7 – Passe de Temporada 1 [DLC/apenas modo VR] – R$ 26,91
Hatsune Miku: VR Future Live – 1st Stage [DLC] – R$ 30,29
Hatsune Miku: VR Future Live – 2nd Stage [DLC] – R$ 30,29
Hatsune Miku: VR Future Live – 3rd Stage [DLC] – R$ 30,29

DE R$ 31 A R$ 50
1. Raw Data – R$ 49,16
2. Arizona Sunshine – R$ 49,16
3. Superhot VR – R$ 46,14
4. WipEout Omega Collection – R$ 47,94
5. Pixel Ripped 1989 – R$ 49,98
6. Apex Construct – R$ 45,95
7. Sprint Vector – R$ 45,95
8. EVE: Valkyrie – Warzone – R$ 32,25
9. Job Simulator – R$ 50,04
10. Electronauts – R$ 39,97
11. I Expect You To Die – R$ 38,45
12. StarBlood Arena – R$ 31,96
13. Ultrawings – R$ 38,45
14. Operation Warcade – R$ 39,97
15. Detached – R$ 49,98
16. Eagle Flight – R$ 35,75
17. SculptrVR [app] – R$ 39,97
18. CoolPaintrVR [app] – R$ 46,47
19. Dirt Rally VR Bundle – R$ 38,38
20.18 Floors – R$ 32,13
21. The Assembly – R$ 32,16
22. The Walker – R$ 50,05
23. Trackmania Turbo [apenas modo VR] – R$ 47,99
No Heroes Allowed! VR – R$ 32,16
The American Dream – R$ 35,74
The Invisible Hours – R$ 43,00
League of War: VR Arena – R$ 39,97
Time Carnage – R$ 35,75
Pinball FX2 VR – R$ 34,42
Pinball FX2 VR: Season 1 Pack [DLC] – R$ 49,98

DE R$ 51 EM DIANTE
1. Farpoint – R$ 51,93
2. Resident Evil 7: Biohazard Gold Edition – R$ 107,99
3. Firewall Zero Hour – R$ 119,91
4. Killing Floor: Incursion – R$ 59,99
5. Doom VFR – R$ 64,50
6. The Elder Scrolls V: Skyrim VR – R$ 137,94
7. Atividade Paranormal: A Alma Perdida – R$ 53,75
8. Blind – R$ 61,52
9. Torn – R$ 73,51
10. Star Trek: Bridge Crew – R$ 71,75
11. Bow to Blood – R$ 59,73
12. Zone of the Enders: The 2nd Runner – Mars – R$ 112,42
13. Rise of the Tomb Raider [apenas modo VR] – R$ 62,47
14. Track Lab – R$ 63,91
15. Bravo Team – R$ 97,43
16. Tekken 7 [apenas modo VR] – R$ 67,16
17. Tekken 7 – Edição Revanche [apenas modo VR] – R$ 107,41
Rick and Morty: Virtual Rick-ality – R$ 52,25
Obduction – R$ 55,14
Loading Human: Chapter 1 – R$ 64,99
Hatsune Miku: Project Diva X – R$ 70,95
‘O Ilusionista – Andres Iniesta’ [experiência VR] – R$ 59,73
Star Trek: Pacote Bridge Crew The Next Generation – R$ 139,99

‘Firewall Zero Hour’ foi o jogo para PSVR mais baixado de agosto. Alguma dúvida?

Como já era esperado, o fantástico FPS ‘Firewall Zero Hour’ foi o jogo para Playstation VR mais baixado do último mês de agosto na Playstation Store. A relação dos “top downloads” foi divulgada hoje, no Playstation Blog EUA. O canal PSVR Brasil no YouTube está sorteando uma mídia digital do jogo. [Saiba mais no link abaixo]

Clique aqui e participe do sorteio de uma mídia digital de ‘Firewall Zero Hour’

A Sony não divulga o número total de downloads, mas dessa vez ‘Firewall’ aparece na frente do onipresente ‘Job Simulator’, um dos maiores sucessos de público do PSVR. Fecha o top 3 o sarcástico ‘Surgeon Simulator: Experience Reality’. [Confira as listas completas mais abaixo]

Para a semana que vem, o único lançamento para Playstation VR previsto é o puzzle ‘Neonwall’, que sairá no dia 14 de setembro. Entre os jogos de PS4, o mais esperado, sem dúvida, é ‘Shadow of the Tomb Raider’, o terceiro capítulo da nova saga de Lara Croft.

Confira os jogos mais baixados de agosto

Playstation VR
1 – Firewall Zero Hour
2 – Job Simulator
3 – Surgeon Simulator: Experience Reality
4 – SuperHot VR
5 – Killing Floor: Incursion
6 – Rick and Morty: Virtual Rick-ality
7 – Arizona Sunshine
8 – Electronauts
9 – Until Dawn: Rush of Blood
10 – Playstation VR Worlds

Playstation 4
1 – Madden NFL 19
2 – Horizon Zero Dawn: Complete Edition
3 – Grand Theft Auto V
4 – Tom Clancy’s Rainbow Six Siege
5 – God of War
6 – Battlefield 1
7 – Minecraft: PlayStation 4 Edition
8 – The Walking Dead: The Final Season
9 – Battlefield 4
10 – Rocket League

Inscreva-se no canal PSVR Brasil e concorra a uma mídia digital de ‘Firewall Zero Hour’

O canal PSVR Brasil no YouTube atingiu a marca de 300 inscritos e, para comemorar, estamos realizando o sorteio de uma mídia digital do FPS tático ‘Firewall Zero Hour’, do estúdio First Contact Entertainment (a chave foi gentilmente cedida pela Sony do Brasil). Para anunciar o sorteio, fiz hoje uma live no canal com os membros do grupo Firewall Brasil no Whatsapp [o vídeo está logo abaixo].

Para participar do sorteio, basta cumprir um ou mais passos descritos na página da promoção. Quanto mais inscrições fizer, mais chances você tem de ganhar. O sorteio será realizado na próxima terça-feira, 11 de setembro de 2018. Para utilizar o prêmio, basta ter uma conta na Playstation Store do Brasil.

Clique aqui e participe do sorteio!

Muito obrigado a todos que se inscreveram no canal até agora! O apoio de vocês é fundamental para mantermos esse trabalho. Agora que adquiri uma internet de boa qualidade, teremos streamings diários no canal!

Assista à live de ‘Firewall Zero Hour’ – Especial dos 300 inscritos

Exclusivo do PS4, ‘Falcon Age’ poderá ser jogado tanto em RV quanto em tela plana

Revelado hoje pelo Playstation Blog, o game ‘Falcon Age’ será lançado em 2019 e poderá ser jogado tanto em realidade virtual (no Playstation VR) quanto em tela plana. O jogo é uma aventura em primeira pessoa, para um jogador. Você joga como Ara, que é detida em uma cela por um crime que não cometeu. Lá, ela vai conhecer um jovem falcão e acompanhar o crescimento da ave. O game já ganhou um trailer, que você confere abaixo.

Assista ao trailer de ‘Falcon Age’

O trailer está bem bonito, com um belo visual. Ainda não vimos nada de gameplay, nem temos informações sobre como você irá controlar o falcão. Mas a comparação com ‘Assassin’s Creed: Origins’ é inevitável.

No PSVR, você poderá jogar usando os PS Moves. No PS4 “normal”, o game terá suporte ao Dualshock 4, com controles padrão para um FPS. “Queremos oferecer aos jogadores opções de como experimentar o mundo único de ‘Falcon Age’ com suporte customizado para diferentes estilos de jogo e dispositivos”, afirma o estúdio.

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A HISTÓRIA

O jogo começa em um planeta que está morrendo, com sua cultura destruída, recursos esgotados, e que se transformou em um deserto por máquinas invasoras. Ara foi presa por engano, por uma pequena infração. Enquanto ela aguarda seu destino em uma cela solitária, ela passa o tempo fazendo amizade com um jovem falcão. Juntos, eles escapam e partem em uma aventura para ajudar a resistência a recuperar sua liberdade e expulsar os invasores.

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[review] ‘Pixel Ripped 1989’ é uma viagem imersiva no mundo dos games

– Não dá pra ficar em casa só jogando videogame, né? – pergunta a repórter, indignada com a falta de professores na escola.

– Dáááá!! – responde o menino, com toda a espontaneidade e a inocência que só as crianças têm, para surpresa total da jornalista. [Se você não sabe do que estou falando, confira aqui este vídeo hilário].

O pequeno João, personagem real desse diálogo, fala em nome de milhares de jogadores espalhados por todo o mundo. Eu, o João e você que está lendo esse review amamos videogame e, se pudéssemos, deixaríamos de lado nossos afazeres diários para passar o dia inteiro só jogando. Mas não dá, né João? Pois é.

Assim também acontece com Nicola, a menina de nove anos de idade que é a personagem principal de ‘Pixel Ripped 1989’, primeiro game desenvolvido pela brasileira Ana Ribeiro em parceria com o estúdio Arvore Immersive Experiences, de São Paulo, e recém-lançado para os headsets de realidade virtual (Playstation VR, Oculus Rift, HTC Vive e Windows Mixed Reality).

Nicola finge que não ouve sua mãe quando ela diz para parar de jogar e ir brincar lá fora, leva seu console portátil pra escola e fica jogando em plena sala de aula e, claro, não larga o videogame na hora do recreio. Sua mochila e materiais escolares estão repletos de botons e adesivos de seus jogos preferidos. Os cartuchos dos jogos e revistas sobre games ficam amontoados sobre sua carteira.

A protagonista do jogo preferido da menina, também chamado de ‘Pixel Ripped’, é a fofíssima Dot. Dentro do seu mundo pixelizado, Dot também joga videogames (!), mas é convocada a se unir a Nicola para derrotar um vilão que roubou a “Pixel Stone” e está ameaçando o mundo de Farofa Land (sim, Farofa Land!). É aí que duas realidades se juntam e o jogador entra na pele de Nicola e controla Dot, tudo ao mesmo tempo.

‘Pixel Ripped 1989’ é uma grande homenagem aos games clássicos, desde os primórdios dos videogames, quando tudo se resumia a pontos em uma tela em preto e branco, até as gerações de 8 e 16 bits e os consoles portáteis. O jogo é recheado de referências aos títulos que fizeram a nossa alegria nas décadas de 1980 e 1990. A heroína Dot, por exemplo, é uma espécie de versão feminina de Mega Man, com boas pitadas de Sonic. Seu mestre lembra o Mago Negro de ‘Final Fantasy’ e seu “crush” é o próprio cavaleiro de ‘Ghosts’n Goblins’.

Mas muitas outras referências são feitas no decorrer do jogo – ‘Super Mario’, ‘Zelda’, ‘Battletoads’, ‘Alex Kid’, ‘Golden Axe’, ‘Castlevania’, ‘Duck Hunt’, ‘Tetris’, ‘Pac-Man’ e ‘Pokémon’ são algumas delas. Pra quem jogou esses games na época em que foram lançados ou é fã de games retrô, ‘Pixel Ripped 1989’ é uma deliciosa viagem no tempo, complementada por outros ícones da época, como o brinquedo pogobol, ‘Playboys’ em 3D, canetas de 12 cores, cubos mágicos, a revista especializada SuperGamePower e a inútil (mas agora cult) Power Glove. Não é à toa o que é feita uma menção ao filme ‘De Volta para o Futuro’.

Assista ao video-review de ‘Pixel Ripped 1989’

JOGABILIDADE

‘Pixel Ripped 1989’ é essencialmente um jogo de plataforma e sua principal referência é ‘Mega Man’, com boas pitadas de ‘Sonic’. Fiel aos jogos da época, o jogo tem apenas dois botões – um de pular, o outro de atirar e correr, além do direcional. Você joga o tempo todo segurando o console portátil “Gear Kid” (versão disfarçada do “Game Boy”). Não por acaso, o ano de 1989 se refere diretamente ao ano de lançamento do Game Boy, da Nintendo.

Ao todo, são quatro fases (mais uma fase bônus) e a campanha dura em torno de 2 a 3 horas. Durante a 1ª e a 3ª fases, você precisa ficar muito atento ao ambiente em volta: Nicola está jogando dentro da sala de aula – e se você for pego três vezes pela professora, é “game over”!

Por isso, é preciso distrair a carrancuda tutora, usando um tubo de caneta Bic como zarabatana. Quem nunca atirou bolinhas de papel assim na escola, hein? Quando a professora manda prestar atenção na aula, você deve olhar para a caneta para pegá-la, usando apenas o tracking do headset, e direcionar para um dos pontos brilhantes espalhados pela sala. Coisas hilárias vão acontecer! Em uma delas, um jogador com a camisa da seleção brasileira surge, tropeça no meio da sala (uma referência clara ao atacante Neymar) e depois se joga pela janela.

As quatro fases terminam com uma “Boss Fight”, em que as duas realidades do game se fundem. Os personagens do jogo pulam da tela para dentro da sala de aula, unindo-se a elementos do cenário. A jogabilidade permanece sendo 2D, mas com elementos em 3D que criam uma experiência fascinante. São momentos de realidade aumentada dentro de um jogo de realidade virtual.

O jogo tem cutscenes engraçadas, um nível de dificuldade elevado (principalmente na luta final contra o chefe) e um bom valor de replay. Após terminá-lo, o desafio será encontrar todos os cinco cartuchos secretos espalhados pelas quatro fases, para liberar “skins” extras para o seu “Gear Kid” (para isso, não deixe de atualizar o jogo com o update liberado no dia do lançamento). Conseguir os 14 troféus o jogo (não há platina) e esmiuçar todas as suas referências a outros jogos vai estender por algumas horas seu tempo de gameplay.

Graficamente, quando se trata do “jogo dentro do jogo”, ‘Pixel Ripped’ se atém ao visual da época, com seus gráficos pixelizados e sem cores (exceto na fase final). No mundo de Nicola, temos animações em 3D bem feitas, mas evidentemente limitadas pelos poucos recursos de uma produção indie. O visual é bem nítido.

O áudio segue os mesmos princípios: dentro do mundo pixelizado, é impossível entender o que os personagens falam – ouvimos apenas barulhos e as falas são legendadas. Do lado de fora, temos uma dublagem em inglês competente, apesar das vozes das crianças, em alguns trechos, parecerem ter sido gravadas pelo mesmo ator.

Não há localização em português nem a nenhum outro idioma. Mas isso não compromete a compreensão da história nem impedirá ninguém de terminar o jogo. Todas as cenas são ilustradas por animações que deixam claro o que está acontecendo. Você joga usando o Dualshock 4, sem suporte a qualquer outro controle. Como se trata de um jogo estático, não há perigo de enjoo de movimento, exceto em um momento em que sua cadeira se “eleva” na transição de uma cena a outra.

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VEREDITO

Games retrô e realidade virtual costumam ser coisas separadas uma da outra. Enquanto uma aponta pro passado, a outra se projeta para o futuro dos videogames. Com ‘Pixel Ripped 1989’, a designer brasileira Ana Ribeiro consegue unir as duas coisas de forma bastante equilibrada, resultando em uma das melhores homenagens que os games clássicos poderiam receber. Tudo é feito com primor, com atenção aos detalhes e respeito ao material original, mas estabelecendo sua própria identidade. Não é à toa que o jogo levou mais de quatro anos para finalmente ganhar o mundo. Já estamos esperando pelos próximos capítulos dessa história. NOTA: 10/10 [Excelente]


INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Título: ‘Pixel Ripped 1989’
Gênero: Jogo de plataforma
Estúdio: Arvore Immersive Experiences (www.pixelripped.com)
Data de lançamento: 31 de julho de 2018
Plataformas: Playstation VR (usada neste review), Oculus Rift, HTC Vive e Windows Mixed Reality
Preço: R$ 76,90 (PS Store Brasil) | US$ 24,99 (PS Store EUA)
Idioma: Inglês (áudio e interface)
Controle: Dualshock 4
Espaço em disco: 1,76 GB
Jogadores: 1 (sem multiplayer)

[Este review foi feito no PS4 Pro, com mídia digital cedida pelo estúdio Arvore Immersive Experiences]

 

Conheça os ganhadores das duas mídias digitais do shooter ‘The Walker’

Conforme prometido, acabamos de realizar o sorteio das duas mídias digitais do shooter ‘The Walker’, para Playstation VR, em uma realização do canal PSVR Brasil em parceria com Winking Entertainment, que gentilmente nos cedeu as keys. Os sorteados foram Evandro Paula Braga (Belo Horizonte/MG) e Maria Aurora Terreiro (Porto Alegre/RS). Parabéns aos dois! Irei entrar em contato com vocês pelo e-mail fornecido no momento da inscrição.

Durante o período do sorteio, iniciado na última sexta-feira, 27, e encerrado hoje, recebemos um total de 153 inscrições, de 52 participantes diferentes. Agradeço de coração a todos os que participaram, seja se inscrevendo no nosso canal no YouTube, comentando no post sobre o jogo, seguindo nosso Twitter e Twitch ou curtindo nossa página no Facebook.

Todas essas ações não são à toa. Elas ajudam a fortalecer nossos meios de comunicação com vocês, aumentam o alcance do nosso blog e do nosso canal e, ainda por cima, nos estimulam a continuar esse trabalho que iniciamos em novembro do ano passado. A participação de vocês é valiosíssima e garanto para vocês que, quanto mais inscrições tivermos, mais chances teremos de obter mais chaves e realizar novos sorteios. Sim, novos sorteios já estão programados!

Mais uma vez, obrigado a todos!

Pra finalizar, compartilho com vocês um dos meus primeiros artigos aqui no blog, publicado :

Realidade virtual: mais uma modinha passageira?

Thriller psicológico ‘Anamorphine’ chega ao Playstation 4 sem suporte ao PSVR

O thriller psicológico ‘Anamorphine’, do estúdio Artifact 5, estava programado para ser lançado no início deste ano, mas sofreu um adiamento e acabou sendo lançado nesta terça-feira, 31, para Playstation 4 e PCs, mas sem suporte VR no console da Sony. Ainda não há data para o modo VR do PS4, mas nos PCs o suporte à realidade virtual foi incluído desde o lançamento, para HTC Vive e Oculus Rift.

O estúdio divulgou que está preparando um patch para consertar alguns problemas relatados por jogadores no modo VR do jogo. O update deve chegar já nesta quarta-feira, 1º de agosto. Em comunicado à imprensa, o estúdio afirma que “a equipe está ciente dos problemas e planeja lançar uma atualização amanhã para resolvê-los. Em outras palavras, se você planeja jogar o jogo em RV, recomendamos que espere até a atualização de amanhã para fazer isso”.

Os desenvolvedores divulgaram o e-mail support@artifact5.com para quem quiser relatar bugs e problemas encontrados no jogo. De acordo com a página do game na Steam, ‘Anamorphine’ tem suporte a controles de movimento, áudio original em inglês e legendas em cinco idiomas: português (Brasil), inglês, francês, alemão e espanhol.

‘Anamorphine’ custa R$ 61,50 (PS Store do Brasil) ou US$ 19.99 (PS Store EUA). O suporte VR será um update gratuito na versão já à venda na PSN. Recebemos uma cópia digital do jogo, gentilmente cedida pelo estúdio Artifact 5, e em breve traremos nossas primeiras impressões no canal PSVR Brasil no YouTube.

Na história, Tyler é um jovem em negação pós-traumática e revisita uma sucessão de eventos que definem o relacionamento dele com a esposa, Elena. Ela sofre um acidente que rouba dela o meio de vida e sua válvula de escape emocional. A confusão mental de Tyler distorce o passado dele enquanto tenta lidar. Contada sem diálogos nem botões de ação, a narrativa de ‘Anamorphine’ se desenvolve nas memórias oníricas de Tyler.

Assista ao trailer de ‘Anamorphine’

 

‘Bow to Blood’ trará combate entre navios voadores ao Playstation VR em agosto

Desde o sucesso de ‘Assassin’s Creed IV: Black Flag’ e seus combates entre navios, o tema “batalha naval” começou a ficar em voga nos vídeo-games, resultando em jogos como ‘Skull and Bones’ e ‘Sea of Thieves’. E se essa batalha entre navios fosse transportada para o ar? Esta é a premissa de ‘Bow to Blood’, que será lançado para o Playstation VR (PSVR) no próximo dia 28 de agosto. A data foi confirmada pelo estúdio Tribetoy em um artigo publicado ontem no PS Blog, publicação oficial da Sony/Playstation.

Pelo que foi descrito até agora, o game parece uma mistura de ‘StarBlood Arena’ com ‘Star Trek: Bridge Crew’. No entanto, não se trata de um multiplayer – e sim de um jogo com campanha para um jogador, na qual você poderá formar alianças para derrotar os inimigos mais temidos em um campeonato que se passa dentro de um programa de TV.

“Acordos podem ser combinados com os outros participantes e sua honra será testada quando decidir se manterá sua palavra ou não, para avançar seus próprios interesses. Mas tome cuidado – suas ações não serão esquecidas, e decisões egoístas podem rapidamente aumentar o seu número de inimigos. Sacrifique algumas recompensas para ajudar um amigo e eles provavelmente devolverão o favor, mas traia muitas vezes e pode acabar sendo atacado diretamente à primeira vista!”, diz Sean Stahl, designer sênior da Tribetoy, no artigo para o PS Blog.

Segundo os desenvolvedores, será possível jogar usando o Dualshock 4 ou um par de PS Moves.  “Faça parte da competição para se tornar o Campeão da Arena de um show de TV num mundo sci-fi, pilotando seu navio voador, comandando sua tripulação e estabelecendo acordos com seus competidores”, diz Sean Stahl, que deu outros detalhes sobre o jogo:

“Pilote livremente em ‘Bow to Blood’ por túneis longos, passando por estruturas grandiosas, e sobre vales cobertos de névoa. Desvie de rochas flutuantes e plantas alienígenas enquanto evita as patrulhas inimigas ou tenta ultrapassar seus competidores em corridas aéreas de alta velocidade”.

Segundo o estúdio, o valor de replay do game será alto. “Encontros aleatórios e um elenco rotativo garantem que duas experiências não serão iguais. Jogue de novo e de novo para descobrir novos ambientes, adversários e encontros”, diz o site oficial.

Assista ao trailer de ‘Bow to Blood’

PS Stores da Europa realizam grande promoção com descontos de até 80%

As PS Stores da Europa e Reino Unido (UK) iniciaram ontem uma grande promoção de verão, que conta com 49 títulos de Playstation VR (PSVR) em oferta. Os descontos chegam a até 80% e podem ser aproveitados até o dia 22 de agosto.

Entre os títulos, estão ‘SuperHot VR’ (28%), ‘Bravo Team’ (54% de desconto), ‘EVE: Valkyrie – Warzone’ (60%), ‘Farpoint’ (50%), ‘Arizona Sunshine’ (62%), ‘Killing Floor: Incursion’ (28%), ‘Rick and Morty: Virtual Rick-Ality’ (36%), ‘The Inpatient’ (46%) e muitos outros. Alguns jogos têm descontos extras se você for assinante PS Plus.

Algumas pessoas estão se perguntando se a promoção virá para a loja online do Brasil e a resposta é: provavelmente não. Recentemente, tivemos uma promoção de meio de ano semelhante, com mais de 50 títulos VR em oferta, e a Europa não recebeu essa ação promocional. Ou seja, como a Sony sempre gosta de frisar, suas ações promocionais costumam variar de acordo com a região.

A planilha a seguir foi montada pelo usuário do Reddit/PSVR SPCarl91. Reorganizei colocando pra cima os jogos que acho que, na minha opinião, valem mais a pena ficar de olho. Divirtam-se!

Confira os 49 jogos em promoção

Título – Desconto – Duração – Preço UK* – Preço EU**

Farpoint – 50% – +6-8h – £11.99/ PS+£10.47 – €14.99 / PS+€13.49
Resident Evil 7 – 25% – 8-12h – £14.99 – €18.99
Resident Evil 7: Gold – 28% – 8-12h – £24.99 – €29.99
Resident Evil 7: Season Pass – 50% – +4h – £11.99 – €14.99
SuperHot VR – 28% – +3h – £14.99/ PS+£11.99 – €17.99 / PS+€14.24
Arizona Sunshine – 62% – +5h – £11.99 – €14.99
Killing Floor: Incursion – 28% – +3h – £17.99 – €21.99PSPrices
Apex Construct – 36% – +5h – £15.49/ PS+£12.99 – €18.99 / PS+ €15.99
Statik – 59% – +3h – £6.49/ PS+£4.89 – €7.99 / PS+€5.99
EVE: Valkyrie – 60% – +10h – £9.49 – €11.99
Bound – 68% – +3h – £4.99 – €5.99
Bravo Team – 54% – ? – £15.99/ PS+£12.49 – €19.99 / PS+€15.99
DriveClub VR – 50% – +10h – £11.99 – €9.99
RIGS Mechanized Combat League – 50% – +6-8h – £11.99 – €14.99
Star Trek: Bridge Crew – 46% – +10h – £15.99 – €19.99
Until Dawn: Rush of Blood – 40% – +2h – £9.49 – €11.99
Stifled – 53% – 3h – £7.39 – €8.99
Robinson: The Journey – 78% – 5h – £9.79 – €12.49
Batman: Arkham VR – 50% – +1h30 – £7.99 – €9.99
Eagle Flight – 54% – +3h – £15.99 – €19.99
Cold Iron – 49% – +2h – £5.79 – €6.99
Playstation VR Worlds – 36% – 5h – £15.99/ PS+£13.49 – €19.99 / PS+€16.99
Rick and Morty: Virtual Rick-Ality – 36% – +2h – £15.99/ PS+£13.49 – €19.99 / PS+€16.99
Rez Infinite – 52% – +2h – £11.99 – €14.99
StarBlood Arena – 50% +10h – £11.99 – €14.99
The Inpatient – 46% – 2h – £15.99/ PS+£12.99 – €19.99 / PS+€15.99
Theseus – 59% – +2h – £6.49 – €7.99
The Invisible Hours – 65% – +3h – £11.99 – €14.99
The Lost Bear – 50% – 1h – £3.99 – €4.99
Leathal VR – 66% – ? – £3.99 – €4.99
Gunjack – 57% – +2h – £1.69 – €1.99
No Heroes Allowed – 68% – 6-8h – £7.99 – €9.99
Monsters of the Deep: Final Fantasy XV – 68% -? – £7.99 – €9.99
Gran Turismo Sport [modo VR] – 68% – +5h – £15.99/ PS+£10.99 – €19.99 / PS+€13.99
One Piece Grand Cruise – 27% – 1h – £5.79 – €6.99
Dying Reborn – 78% – +3h – £1.69 – €1.99
Tumble VR – 58% – +4-6h – £3.29 – €3.99
Carnival Games VR: Alley Adventure (DLC) – 49% – ? – £3.29 – €3.99
Carnival Games VR – 60% – ? – £6.49 – €7.99
Pixel Gear – 81%- +1h – £1.69 – €1.99
Hatsune Miku: Project Diva X – 51% – ? – £17.99 – €21.99
Super Stardust Ultra VR – 59% – +1h – £6.49 – €7.99
Ace Banana – 78% – +5h – £2.49 – €2.99
Rollercoaster Dreams – 70% – +2h – £4.99 – €5.99
Hustle Kings VR – 63% – + 5h – £5.79 – €6.99
NBA 2KVR Experience – 66% – +2h – £3.99 – €4.99
Weeping Doll – 80% – +1h – £1.69 – €1.99
ATV Drift & Tricks [modo VR] – 30% – ? – £11.19/ PS+£6.39 – €13.99 / PS+€7.99
Light Tracer – 76% – +4h – £2.49 – €2.99

Legenda:

UK = Reino Unido
EU = Qualquer loja online da Europa
PS+ = Preço com a PS Plus

Inspirado em ‘Tetris’, ‘PieceFall VR’ será lançado neste mês para o Playstation VR

O estúdio Steel Minions divulgou em seu Twitter oficial que vai lançar no próximo dia 31 de julho o puzzle ‘PieceFall VR’ para Playstation VR. O jogo é inspirado no clássico ‘Tetris’, mas em uma jogabilidade em três dimensões.

O jogo já possui uma versão para Playstation 4 (em tela plana), lançada em março de 2016. De acordo com a sinopse, ‘PieceFall VR’ é um puzzle geométrico situado num mundo abstrato flutuante. Complete puzzles de forma a construir estruturas e melhorar o mundo à tua volta. Desbloqueia bônus, ganha estrelas e maximiza a tua pontuação!

O estúdio também divulgou um gameplay que mostra como o game funciona. Assista abaixo.

Assista ao vídeo de gameplay de ‘PieceFall VR’

Estúdio lança novo trailer de ‘Titanic VR’, que chega em agosto para o PSVR

Responsável pelo elogiado ‘Apollo 11 VR’, o estúdio Immersive VR Education divulgou hoje em seu canal no YouTube um novo trailer do game ‘Titanic VR’, que será lançado em agosto deste ano para Playstation VR, Oculus Rift, HTC Vive e Microsoft Mixed Reality. Com mais de 6 horas de gameplay, o jogo vai se passar em dois períodos distintos: o ano de 1912, quando o transatlântico fez sua fatídica viagem inaugural, e os dias atuais, quando os jogadores poderão explorar o local onde o navio afundou.

“Usamos mapas abrangentes para criar um modelo 3D realista do local do naufrágio. Usamos captura de movimento, tecnologia de varredura de rosto e dubladores profissionais para imergir os jogadores nessa história. Queríamos criar um retrato preciso dos eventos para que não fosse apenas educacional, mas também emocionalmente envolvente”, afirma David Whelan, CEO da Immersive VR Education.

Assista ao trailer de ‘Titanic VR’

[resumão] ‘The Walking Dead VR’ anunciado, ‘Detached’ adiado, ‘Sea of Memories’ lançado…

As notícias sobre o universo do Playstation VR estão pipocando desde ontem e resolvi fazer um resumão para trazer as informações de forma mais rápida para vocês. A primeira é que o estúdio Skydance Interactive anunciou ontem o primeiro jogo oficial de ‘The Walking Dead’ em realidade virtual: ‘Saints & Sinners’. O estúdio, responsável também por ‘Archangel’, ainda não deu muitos detalhes sobre o game – nem mesmo informou em quais plataformas ele estará disponível. Só sabemos que será em 2019. Até agora, a única imagem divulgada sobre ele é este pôster, que você confere abaixo:

walking dead1

A segunda notícia é sobre o game de exploração espacial ‘Detached’, que seria lançado hoje mas foi adiado novamente. Mas são poucos dias a mais de espera: o game chega ao Playstation VR na próxima terça-feira, 24. [Saiba mais sobre o jogo aqui]

Outra notícia do dia é o lançamento do puzzle ‘Sea of Memories’, do estúdio espanhol Ivanovich Games. O game traz um total de 100 quebra-cabeças em que você precisa alterar a perspectiva de observação dos objetos para poder solucionar. O jogo ainda não chegou nas PS Stores das Américas, mas foi lançado nas lojas online da Europa, Reino Unido e Austrália. O preço é de 9,99 euros.

Fechando nosso resumão, temos uma boa notícia para os fãs de ‘Mario Kart’. O estúdio Ivanovich Games aproveitou o lançamento de ‘Sea of Memories’ para anunciar que está trabalhando em um jogo bem parecido ao game de corrida da franquia ‘Mario’ em realidade virtual. O game se chama ‘Touring Karts’ e estará disponível em todas as plataformas VR. Ainda não temos data de lançamento nem imagens do jogo, mas o estúdio afirmou que terá novas informações para dar em setembro.

‘Ace Combat 7: Skies Unknown’ pode ser adiado para 2019

É isso mesmo. Um dos games mais aguardados pelos jogadores de Playstation 4 e Playstation VR pode ser adiado novamente. Hoje, foi relançado o site japonês de ‘Ace Combat 7: Skies Unknown’ e um detalhe chamou a atenção: a capa do jogo, que você confere abaixo, traz informações de Copyright que sugerem que o simulador de voo será lançado apenas em 2019. Veja:

capa_ace

Na parte debaixo, é possível ler “(c) 2019 Bandai Namco Entertainment Inc.”, o que é um indício que o jogo seja lançado apenas em 2019. É bom lembrar que ‘Skies Unknown’ estava previsto inicialmente para o ano passado, mas acabou sendo adiado para 2018.

No entanto, é preciso enfatizar que estes rumores sobre um novo adiamento se baseiam em um material não finalizado, que pode sofrer alterações em sua versão final. Questionada sobre o assunto, a assessoria de imprensa da empresa informou ao blog que “a Bandai Namco Entertainment America Inc. não comenta rumores”, o que significa que a desenvolvedora mantém seu posicionamento sobre o lançamento ainda em 2018, como informado no próprio site oficial do game [neste link, você também pode conferir as imagens das capas do jogo usadas neste post].

Novas informações sobre o game devem ser divulgadas durante a Gamescom desse ano, que acontecerá de 21 a 25 de agosto. Lá, haverá uma demo para os visitantes testarem.

‘Skies Unknown’ é o primeiro título da franquia ‘Ace Combat’ em mais de dez anos – ‘Ace Combat 6: Fires of Liberation’ foi lançado em 2007, para XBox 360. O sétimo episódio da saga será lançado para XBox One, Playstation 4 e PCs, com modo VR exclusivo no PSVR. De acordo com os desenvolvedores, a campanha não estará disponível em VR, mas o conteúdo para realidade virtual inclui entre 12 e 15 horas de gameplay, em missões extras.

Assista ao trailer de ‘Ace Combat 7: Skies Unknown’

Exclusivo do PSVR, ‘Track Lab’ promete transformar qualquer pessoa em um DJ virtual

O canal oficial do Playstation no YouTube postou hoje o trailer de ‘Track Lab’, game musical que promete transformar qualquer pessoa em um DJ virtual. Desenvolvido pela Little Chicken Game Company, o game teve data de lançamento confirmada para o dia 22 de agosto e já está em pré-venda nas lojas online do Brasil (R$ 79,90), Estados Unidos (US$ 19,99), Europa (€ 19,99) e Reino Unido (£15.99). Quem comprar na pré-venda receberá um tema dinâmico do jogo, além de três avatars.

‘Track Lab’ é um título exclusivo do Playstation VR e, até o momento, é o único do gênero no headset de realidade virtual da Sony. “‘Track Lab’ tem uma abordagem única para a criação musical, tornando essa atividade divertida e fácil para qualquer um criar faixas originais. O jogo leva a criação de música para além de simplesmente remixar ou apenas fingir ser um DJ, inspirando-se em ferramentas profissionais de ponta e tornando-as divertidas e acessíveis a todos”, afirma o diretor criativo Tomas Sala, em artigo no PS Blog da Europa.

Assista ao trailer de ‘Track Lab’

Tomas Sala explicou também como funcionam as mecânicas básicas do game. “No jogo, você começa pegando amostras musicais e colocando-as no caminho de um ‘pulso’ ritmicamente sincronizado. Quando as amostras (samples) são atingidas pelo pulso, elas soam a sua batida. Basta combinar as amostras na grade cronometrada para formar loops e sequências e, desse jeito, você construiu uma batida matadora!”.

Com um kit de ferramentas intuitivo e amplo na ponta de seus dedos, todos os gêneros, como techno, hip-hop e rock, podem ser mixados para fazer sua faixa perfeita, segundo a sinopse oficial do jogo. Não é necessário ter experiência com música. Mas, se você precisar de uma mão para iniciar, o modo Evolver ensina padrões e construções musicais por meio da resolução de quebra-cabeças em diferentes gêneros musicais.

‘Intruders: Hide and Seek’ chega ao Playstation VR ainda este ano. Veja o trailer!

O Playstation VR nos permite viver experiências incríveis, com um nível de imersão que nenhum jogo em tela plana é capaz de igualar. Com o headset na cabeça, jogos de terror ganham uma dimensão incrivelmente assustadora. Já imaginou, por exemplo estar na pele de um menino de 13 anos que teve a casa invadida por três bandidos e você é o único que pode ajudar sua família, toda feita refém? Este é o roteiro básico de ‘Intruders: Hide and Seek’, do estúdio espanhol Tessera Studios, que chega em breve ao Playstation VR.

Neste final de semana, o jogo participou do Identity Corp PSVR, em Madrid, onde os visitantes puderam testar o game em primeira mão. Além disso, segundo o site Real o Virtual, o estúdio anunciou durante o evento que o título deve ser lançado no Playstation VR no final de setembro deste ano ou, no máximo, no início de outubro.

‘Intruders: Hide and Seek’ é o primeiro jogo do estúdio indie Tessera. O jogo começou com um projeto universitário e já recebeu algumas premiações, como o Prêmio Playstation Talents de Melhor Jogo de 2016 e Prêmio de Melhor Jogo para a Imprensa na mesma premiação.

De acordo com o estúdio, ‘Intruders’ é uma experiência furtiva de realidade virtual onde o jogador encarna Ben, um menino de 13 anos na pior noite de sua vida. “Imagine que você é uma criança curtindo alguns dias com sua família em sua casa de campo. De repente, três intrusos invadem a casa e sequestram toda a sua família. Eles não sabem que você está dentro e você tem muito pouco tempo para ajudar seus entes queridos. Para fazer isso, você deve passar despercebido pela casa, tentando sobreviver ao seu pior pesadelo que se tornou realidade. Você está pronto para viver isso?”, diz a sinopse do jogo.

O estúdio já divulgou um trailer do game e um vídeo de 13 minutos de gameplay, que você confere abaixo.

Assista ao trailer de ‘Intruders: Hide and Seek’

Assista ao vídeo de com 13 minutos de gameplay de ‘Intruders: Hide and Seek’

[sorteio + review] Concorra a uma mídia digital do aplicativo ‘Homestar VR’

O canal PSVR Brasil vai sortear uma key (mídia digital) do aplicativo ‘Homestar VR’, para Playstation VR (PSVR). Para participar, basta cumprir um ou mais passos na página de sorteios Gleam. O link está logo abaixo. Quanto mais inscrições fizer, mais chances você tem de ganhar. O sorteio será realizado no dia 19 de julho de 2018. Atenção: para utilizar o prêmio, é necessário ter uma conta da Playstation Store da Europa.

[Inscreva-se no sorteio clicando aqui]

Assista ao nosso review de ‘Homestar VR’

[Confira aqui nosso review escrito do aplicativo]

Jogo mais zoeiro do Velho Oeste chega ao Playstation VR na próxima terça-feira

O Playstation VR vai receber na próxima terça-feira, 17, o shooter ‘Hopalong: The Badlands’ (From the Future) que tem tudo para se tornar um dos jogos mais divertidos e zoeiros do headset de realidade virtual do PS4. Com gráficos em estilo cartoon, o game zomba com toda a tradição dos filmes de faroeste, eternizada por astros como Clint Eastwood e John Wayne.

Particularmente, o jogo me lembra um pouco o desenho ‘Pica-Pau’, que marcou boa parte da minha infância – e praticamente de todo mundo no Brasil. Afinal, quem não se lembra da cena do bandido montando em um cavalo de pau? Pois é exatamente isso que você vai fazer no jogo, sendo que o “cavalo” será um dos PS Moves. Na outra mão, fica o seu revólver.

Assista ao trailer de ‘Hopalong: The Badlands’

DETACHED

Na semana que vem, também chega ao Playstation VR o survival espacial ‘Detached’, que promete ser a experiência mais extrema do Playstation VR [saiba mais aqui]. O lançamento do jogo, como já noticiamos aqui, foi remarcado para o dia 19 de julho.

[review] Shooter chinês ‘The Walker’ exorciza demônios com tiros e espadadas

Esqueça aquela imagem do padre exorcista combatendo o demônio com o uso de crucifixo, água benta e muita oração. Em ‘The Walker’, o personagem principal (no caso, você) exorciza os demônios na base da bala e golpes de espada. O jogo, desenvolvido pelo estúdio Haymaker e publicado pela Winking Entertainment, faz parte do China Hero Project, ação da Sony que visa apoiar e localizar para o Ocidente uma série de jogos daquele país.

No game, que se passa na Xangai atual, você descobre ser o último herdeiro de uma longa linhagem de exorcistas que remonta à Dinastia Song (960 a 1279 d.C.). Você é convocado por um sujeito de capuz a expurgar o mal que está atacando a cidade, armado com um revólver, uma espada e dois talismãs mágicos.

Esse é o enredo básico de ‘The Walker’, que é tão divertido quanto um wave-shooter consegue ser. O jogo chama a atenção pelos gráficos bem realistas e pela atmosfera de tensão constante – alguns trechos podem ser bem assustadores. O fato de estar legendado em português de Portugal também é um ponto a ser levado em consideração pelos jogadores brasileiros. Há outras opções de idiomas, dependendo do idioma em que seu console está configurado, mas o áudio é sempre em chinês.

O ponto negativo é que ‘The Walker’ é um shooter em que você não anda, o que não deixa de ser irônico, considerando o nome do jogo. Não há nenhum tipo de movimentação dentro do game, mas você pode se movimentar fisicamente, andando um pouco para os lados para desviar de projéteis inimigos ou para frente para atacar com a espada, por exemplo. Você também pode se esquivar ou se abaixar, usando o tracking do headset. É uma mecânica que lembra outros shooters estáticos, como ‘SuperHot VR’ e ‘Blasters of the Universe’.

Confira abaixo como é o gameplay do jogo, no vídeo do canal PSVR Brasil

GAMEPLAY

‘The Walker’ possui um total de cinco fases, além de um breve tutorial e uma introdução. Em cada fase, seu objetivo será matar as ondas (“vagas”, no português de Portugal) de inimigos que vão aparecendo. Apesar de virem em grande quantidade, eles são de apenas três tipos: um magrelo rastejante que anda pelas paredes e parece o Gollum de ‘O Senhor dos Anéis’; um cavaleiro de espada e escudo que parece ter saído de ‘Dark Souls’; e um arqueiro, que parece com o cavaleiro, mas que fica te atirando flechas de longe.

Os inimigos, principalmente os “Golluns”, andam bem lentamente, sendo alvos fáceis para os seus tiros. Mas, se atingidos no corpo, eles aceleram e podem ficar mais agressivos. O cavaleiro usa um elmo que precisa se arrancado à bala para que você consiga um “headshot”. Os tiros na cabeça, aliás, são importantes para você conseguir a maior pontuação ao final de cada fase. A cada tiro acertado, aparece a pontuação na tela referente àquele disparo.

Se os inimigos são meio lerdos, seu arsenal também é limitado. Você começa apenas com um revólver, uma espada e dois talismãs (um de gelo e outro de choque). O revólver tem apenas seis balas no cartucho e só recarrega após você disparar a última bala. Faz falta aí um botão de recarregar para deixar o combate mais estratégico. A munição, por outro lado, é infinita.

Na mão direita, você aperta o botão Move para trocar para a espada – que é usada mais nos momentos de aperto, quando os inimigos se aproximam o suficiente. Com ela, você pode bloquear os ataques inimigos e até mesmo os projéteis. Na mão esquerda, você aciona os dois talismãs – gelo e choque. Você pega um deles e passa na arma que quer utilizar, aumentando o dano dos disparos ou golpes. No revólver, o talismã dura apenas dois disparos. Na espada, a duração parece ser por tempo.

Os inimigos vêm de todas as direções e você usa dois botões do PS Move para girar para os lados. A rotação é em 45° e não há qualquer opção para deixar giro livre ou diminuir o ângulo do giro. Aliás, o jogo não te dá nenhuma opção de nada. Nem existe menu. O mais próximo disso é a casa do protagonista, que funciona como um lobby onde você pode selecionar fases, verificar seu desempenho ou repetir fases anteriores. É possível jogar também com o Dualshock 4 também, mas não recomendo. Fiz apenas um teste e me pareceu muito truncado – como ocorre, invariavelmente, em quase todos os jogos desse tipo.

Durante o jogo, você enfrenta dois bosses que dão um pouco mais de variedade à jogatina. A primeira é a Mulher-Corvo, cuja aparência é bem bizarra e me lembra os monstros mais esquisitos de ‘Bayonetta’ e ‘Dante’s Inferno’. O combate contra ela é bem próximo e dinâmico – é o momento em que mais usei a espada. O boss final é um demônio grandalhão que fica jogando coisas na sua direção e você precisa se esquivar.

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QUESTÕES TÉCNICAS

Visualmente, ‘The Walker’ é um jogo muito bem trabalhado, bem nítido e sem grandes serrilhados ou borrados. O design das fases é interessante, com cenários variando entre ruas desertas, becos escuros e uma estação de metrô. Além dos monstros, há alguns humanos circulando por esses locais – mas eles parecem estar em um estado letárgico e não mostram muita reação ao que está acontecendo. Soa meio esquisito.

O áudio, em geral, funciona bem. Mas parece que faltou acrescentar som a alguns trechos, como quando uma mulher é atacada por um demônio e você não ouve um grito sequer. O primeiro boss, a tal Mulher-Corvo, também é meio muda. Acho que faltaram alguns efeitos sonoros para deixá-la mais assustadora.

VALE O REPLAY?

Contando do tutorial à última fase, ‘The Walker’ dura em torno de uma hora. Durante meu gameplay, só morri uma vez, no boss final (isso porque fiquei com preguiça de me levantar para esquivar dos trambolhos que ele atira). Depois de zerar, você libera a dificuldade 2 do jogo e um Modo Desafio (na televisão). Ah, depois de finalizar o jogo, cuidado para não selecionar a opção de voltar para o “capítulo 1” (na armadura) – ou você terá que fazer tudo de novo!

Na dificuldade 2 (assinalada por um ícone que parece um “A”), você terá à disposição uma submetralhadora com 25 balas no cartulho e uma espada gigante. Se suas armas são melhores, os inimigos também ficam mais fortes. E é aí que o jogo fica mais interessante. Os demônios ficam um pouco mais rápidos e são necessárias mais balas para matá-los.

Creio que ‘The Walker’ sofra do mesmo problema que outro shooter: ‘Mortal Blitz’. Ambos começam fáceis demais, têm poucas fases, e não há opção para aumentar a dificuldade logo de cara. No final das contas, parece uma maneira de aumentar a vida útil do jogo. Mas pelo menos em ‘The Walker’ você tem novas armas à disposição, o que confere mais variedade. Para os caçadores de troféus, fica avisado que o jogo possui 18 troféus (sendo 16 de bronze e 2 de prata), mas não possui platina.

Finalizo com o relato de um bug que ocorreu comigo: o “bug da tela preta”. Na primeira vez em que joguei, estava na quarta fase quando o jogo apresentou um erro e fechou inesperadamente. Quando tentei voltar, ele não passava de uma tela preta. Tentei recriar o banco de dados do PS4, não funcionou. Excluí o jogo e reinstalei, mas também não funcionou. Daí, iniciei o jogo usando outra conta e… não é que ele funcionou normalmente? Consegui ir até o final da dificuldade 1 e jogar a primeira fase na dificuldade 2. Porém, quando fui retomar o jogo, no dia seguinte, o “bug da tela preta” havia voltado. Daí desisti.

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VEREDITO

‘The Walker’ acerta no visual, na ambientação e em algumas mecânicas de gameplay, com o combate que utiliza armas de fogo e espada. Mas a ausência de qualquer locomoção dentro do jogo deixa as coisas menos dinâmicas. É muito triste ficar parado em um jogo que se chama ‘The Walker’. O preço de lançamento cobrado por ele parece ser um pouco excessivo em troca do conteúdo oferecido. NOTA: 7/10 [Bom]


INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Título: ‘The Walker’
Estúdio: Haymaker/Winking Entertainment (https://www.winkingworks.com/publishing/games/TheWalker_en.html)
Plataforma: Playstation VR (exclusivo)
Data de lançamento: 3 de julho de 2018
Preço: R$ 71,50 (PS Store Brasil) | US$ 19,99 (PS Store US)
Controles utilizados: Dois PS Moves (recomendado) ou Dualshock 4
Idioma: legendas em português de Portugal (entre outros) e áudio em chinês
Jogadores: 1 (sem modo online)
Espaço em disco: 3,3 GB

[Este review foi feito no PS4 Pro, com mídia digital cedida pela Winking Entertainment]

‘Pixel Ripped’ aparece de surpresa na PS Store e chega ao PSVR ainda neste mês

 

O game ‘Pixel Ripped 1989’ apareceu hoje de surpresa na Playstation Store – e já com data de lançamento. O jogo chega ao Playstation VR no dia 31 deste mês e já entrou em pré-venda, ao preço promocional de R$ 61,52 (20% de desconto) na loja online do Brasil (ou US$ 19,99 na loja norte-americana).

O game é um projeto pessoal da designer de games brasileira Ana Ribeiro, que conta no jogo sua paixão pelos vídeo-games clássicos, em especial os portáteis. O jogo usa o Dualshock 4 e se passa em duas realidades diferentes: a da jogadora chamada Nicola, uma estudante que se divide entre as aulas e os vídeo-games portáteis, e da heroína Dot, inspirada em ícones dos games como Mega Man e Link. O jogo foi desenvolvido por Ana Ribeiro em parceria com o estúdio brasileiro Arvore.

Na PS Store, o ‘Pixel Ripped 1989’ é descrito como “uma homenagem multi-dimensional aos primeiros anos dos games. O jogador embarca em uma jornada para dentro da tela de um videogame clássico e além. Situado na era dos consoles 8 bits, esse jogo dentro de um jogo segue as aventuras de Dot, uma personagem de videogame que tem o seu mundo ameaçado pelo Cyblin Lord, um vilão capaz de atravessar a barreira entre o mundo dos games e a vida real. Em ‘Pixel Ripped’, o jogador vive Nicola, uma aluna de segunda série que precisa ajudar a Dot a salvar as duas realidades dessa ameaça encarando desafios no mundo 2D de jogos retrô, ao mesmo tempo distraindo uma professora irritada e fugindo do temido diretor do colégio no mundo 3D”.

Assista ao trailer de lançamento de ‘Pixel Ripped 1989’, divulgado hoje

Assista ao primeiro trailer de ‘Pixel Ripped 1989’

OUTROS LANÇAMENTOS

Outros dois jogos chegaram hoje às lojas online das Américas: ‘Dream Match Tennis VR’ (já falamos sobre ele ontem aqui no blog), ao preço de R$ 45,90 (US$14,99), e ‘Animal Force’, que já estava disponível nas PS Stores da Europa e agora chega às Américas. Este último está com 20% de desconto para assinantes da PS Plus, saindo por R$ 39,60 (ou US$ 12,79).  ‘Animal Force’ é um multiplayer local para até quatro jogadores, em que o jogador com o headset pode enfrentar até três amigos em vários mini-games.

Assista ao trailer de ‘Dream Match Tennis VR’

 

 

[top 30] Alguns dos melhores jogos do PSVR estão em promoção. Veja aqui!

Desde ontem, está rolando na PS Store uma grande promoção, com um total de 58 jogos para Playstation VR em oferta, sendo 51 deles disponíveis na loja online do Brasil. Para tentar ajudar quem está procurando bons jogos para adicionar à sua biblioteca, montei um top 30 com os títulos que considero os melhores na atual promoção. Destaco que minha lista é estritamente pessoal e representa a experiência que tive com cada jogo. A promoção vai até o dia 17 deste mês e, nos próximos dias, irei trazer mais detalhes sobre estes jogos. Beleza?

O primeiro lugar, como não poderia deixar de ser, vai para ‘Farpoint’, que considero o melhor jogo já lançado até hoje para o headset do PS4, seguido de perto por ‘WipEout Omega Collection’ e ‘Skyrim VR’. Completam o top 5 ‘Statik’ e ‘Here They Lie’. Há ainda jogos que não tive a oportunidade de testar e que, talvez, merecessem um lugar entre os 30 melhores. Deixarei a relação deles ao final.

Ficaram de fora do top 30 três jogos que merecem uma menção especial. ‘Voltron VR Chronicles’ (que pode ser encontrado na PS Store por US$ 6,99 + 10% off pela Plus) é uma experiência com um visual incrível, mas tem só cerca de 40 minutos de duração. ‘The Solus Project’ (R$ 24,60) é um survival com horas e horas de gameplay, mas ainda não consegui explorá-lo o suficiente. E ‘Honor and Duty’ – Honra e Dever: Edição Arcade (R$ 6,45), apesar do visual tosco, é um FPS multiplayer com suporte à Aim Controller reunindo até 10 jogadores online. É único no gênero!

Também coloquei uma pequena relação de jogos que são baratinhos, vivem em promoção, mas se fosse você eu evitaria. São games que receberam os piores reviews na (curta) história do PSVR, incluindo ‘Weeping Doll’ – eu mesmo fiz uma análise dele aqui no blog. Sinceramente, estes jogos são dinheiro jogado fora.

TOP 30
Melhores jogos PSVR da promoção de Meio de Ano (os preços já incluem os descontos)

1. Farpoint – R$ 59,92
Na minha opinião, é o melhor jogo do PSVR, com ou sem promoção. Compra garantida e sua diversão, também, tenha você a Aim Controller ou não. Deve ser o game VR que mais passei tempo jogando, seja na campanha principal (que dura pelo menos 4h), seja no challenge individual ou nos modos online – cooperativo ou competitivo para 2 jogadores. Para alguns, um dos maiores desafios é a cinetose (e não estou falando da aranha gigante, mas sim do enjoo de movimento). Nesse quesito, o jogo possui algumas opções para reduzir o desconforto (o giro em graus é recomendadíssimo).

2. WipEout Omega Collection – R$ 51,93
Este jogo era o sonho dos proprietários de um PSVR desde que o headset foi lançado. O título foi portado com perfeição e inclui três jogos em um. É um game obrigatório, goste você de corrida ou não. E acredite: você vai passar a gostar! Com uma imersão incrível, você com

3. The Elder Scrolls V: Skyrim VR – R$ 114,95
Se você está cansado de gastar com jogos curtos, esta é a experiência mais duradoura que você vai encontrar no PSVR. Há uma grande variedade de customização do personagem e de maneiras de jogar, seja usando espada escudo, arco e flecha, magias e outras variações. [mais detalhes no review]

4. Statik – R$ 24,60
É o melhor “puzzle puro” do PSVR. Desafia sua mente sem ser frustante ou absurdo e faz um uso muito inteligente do Dualshock 4 em realidade virtual. [mais detalhes no review]

5. Here They Lie – R$ 18,45
Esta é uma escolha muito particular. Você pode odiar ou adorar. E eu prefiro a segunda opção. Não é um terror de jump scare (apesar de ter alguns) nem de tiros. É um terror sobre a condição humana e tudo que temos de assustador dentro de nós. Lembre-se: ele tem o selo “Santa Monica Studio” (‘GOW’). A parte ruim é que ele pode dar muito (muito mesmo) enjoo de movimento e os gráficos não têm uma definição muito boa – algumas texturas são bem borradas. Ainda assim, é um jogo de terror que merece a sua atenção.

6. Arizona Sunshine – R$ 49,16
7. Sprint Vector – R$ 45,95 [confira o review aqui]
8. Apex Construct – R$ 50,54 [confira o review aqui]
9. Archangel – R$ 36,76
10. EVE: Valkyrie – Warzone – R$ 48,37
11. Doom VFR – R$ 53,75 [confira o review aqui]
12. Shooty Fruity – R$ 36,90 [confira o review aqui]
13. Bloody Zombies – R$ 18,36
14. Driveclub VR – R$ 23,97
15. Rigs – Mechanized Combat League – R$ 23,97
16. Until Dawn: Rush of Blood – R$ 55,92
17. The Inpatient – R$ 59,92 [confira o review aqui]
18. Bound – R$ 18,45
19. Rez Infinite – R$ 55,14
20. Sparc – R$ 27,67
21. Cold Iron (US$ 8,39 + 10% pela PS Plus) [confira o review aqui]
22. PlayStation VR Worlds – R$ 27,96
23. Gunjack – R$ 6,97
24. Mervils: A VR Adventure – R$ 24,60
25. StarBlood Arena – R$ 23,97
26. Sneaky Bears – R$ 18,36
27. Dirt Rally VR (VR bundle) – R$ 38,38
28. End Space (US$ 9,99 + 10% pela PS Plus)
29. Mortal Blitz – R$ 30,75
30. Dying: Reborn (PSVR) – R$ 10,77

Se fosse você, eu evitaria:
Weeping Doll – R$ 9,27 [confira o review aqui]
Catlateral Damage [apenas modo VR] (US$ 3,99 + 10% pela Plus)
Perfect – R$ 12,36
Pixel Gear – R$ 11,85
VR Ping Pong – R$13,77
Ace Banana – R$ 13,77

Não joguei:
Bravo Team – R$ 112,42
Rick and Morty: Virtual Rick-ality – R$ 62,70
The Invisible Hours – R$ 36,54
Stifled – R$ 36,90
No Heroes Allowed! VR – R$ 36,76
Space Rift – Episode 1 – R$18,45
Super Stardust Ultra VR – R$18,45
CastleStorm VR Edition – R$13,77
Time Carnage – R$42,90
CubeWorks – R$12,36
Keep Talking and Nobody Explodes – R$22,95
Light Tracer – R$22,95
Monkey King (US$ 3,49 + 10% pela Plus)
Time Machine VR (US$ 17,99 + 10% pela Plus)
Hatsune Miku: Project Diva X (US$ 19,79 + 10% pela Plus)

Promoção traz ‘Skyrim VR’ a R$ 114 e descontos de até 80% para outros 50 jogos

A PS Store do Brasil iniciou hoje uma grande promoção, chamada de Promoção de Meio do Ano, que traz mais de 800 títulos em oferta, sendo 51 para o Playstation VR. Entre os jogos, estão ‘The Elder Scrolls V: Skyrim VR’, por R$ 114,95, além de ‘WipEout Omega Collection’ (R$ 51,93), ‘Bravo Team’ (R$ 112,42), ‘Farpoint’ (R$ 59,92), e ‘Rick and Morty: Virtual Rick-ality’ (R$ 62,70).

[Confira aqui um top 30 com os melhores jogos PSVR em promoção]

A promoção traz descontos extras para membros PS Plus. Para eles, os abatimentos são de até 80%. A oferta vai até dia 17 deste mês. É hora de renovar o estoque!

Na loja online dos Estados Unidos, são 58 títulos VR em promoção, já que alguns games para Playstation VR não estão disponíveis no Brasil. Entre eles, estão três jogos que valem a pena dar uma conferida: ‘Cold Iron’, ‘End Space’ e ‘Voltron VR Chronicles’.

[Clique aqui para ir à página da promoção na PS Store do Brasil]

[Click here to go to the Mid-Year Sale on PS Store US]

Confira a seguir a lista completa de jogos para PSVR

(Já com descontos extras para membros PS Plus – preços em reais)

Jogo com desconto de 80%
Dirt Rally VR (VR bundle) – R$ 38,38

Jogos com desconto de 70%
Bound – R$ 18,45
Here They Lie – R$ 18,45
Driveclub VR – R$ 23,97
StarBlood Arena – R$ 23,97
Rigs – Mechanized Combat League – R$23,97
Honor and Duty (Honra e Dever: Edição Arcade) – R$6,45
Dying: Reborn PSVR – R$ 10,77
Dying: Reborn Ultimate Bundle – R$ 23,07
Space Rift – Episode 1 – R$18,45
Super Stardust Ultra VR – R$18,45
Pixel Gear – R$ 11,85
Tumble VR – R$ 9,27
Weeping Doll – R$ 9,27 [confira o review aqui]
CastleStorm VR Edition – R$ 13,77
VR Ping Pong – R$ 13,77
Hustle Kings VR – R$ 23,99
Ace Banana – R$ 13,77

Jogo com desconto de 66%
The Invisible Hours – R$36,54

Jogos com desconto de 65%
PlayStation VR Worlds – R$27,96
The Assembly – R$32,16

Jogos com desconto de 60%
Arizona Sunshine – R$49,16
Statik – R$ 24,60 [confira o review aqui]
Bloody Zombies – R$ 18,36
Archangel – R$36,76
Mervils: A VR Adventure – R$24,60
Sneaky Bears – R$18,36
The Solus Project – R$24,60
No Heroes Allowed! VR – R$ 36,76
Stifled – R$ 36,90
Perfect – R$ 12,36
CubeWorks – R$ 12,36

Jogos com descontos de 55%
EVE: Valkyrie – Warzone – R$48,37
Sparc – R$27,67
Gunjack – R$6,97

Jogos com descontos de 50%
The Elder Scrolls V: Skyrim VR – R$114,95 [confira o review aqui]
Doom VFR – R$53,75 [confira o review aqui]
Sprint Vector – R$45,95 [confira o review aqui]
Mortal Blitz – R$30,75
Keep Talking and Nobody Explodes – R$22,95
Light Tracer – R$22,95

Jogo com desconto de 45%
Apex Construct – R$50,54 [confira o review aqui]

Jogos com desconto de 40%
Rick and Morty: Virtual Rick-ality – R$62,70
Rez Infinite – R$55,14
Shooty Fruity – R$36,90 [confira o review aqui]
Time Carnage – R$42,90

Jogo com desconto de 35%
WipEout Omega Collection – R$51,93

Jogo com desconto de 30%
Until Dawn: Rush of Blood – R$55,92

Jogos com desconto de 25%
Farpoint – R$59,92
Bravo Team – R$112,42
The Inpatient – R$59,92 [confira o review aqui]

Jogos disponíveis na PS Store dos EUA (mas que não estão disponíveis na loja online do Brasil)
* Os percentuais e preços abaixo não incluem o desconto extra de 10% para membros PS Plus
Cold Iron (40% – US$ 8,39) [confira o review aqui]
End Space (50% – US$ 9,99)
Voltron VR Chronicles (30% – US$ 6,99)
Monkey King (30% – US$ 3,49)
Time Machine VR (40% – US$ 17,99)
Hatsune Miku: Project Diva X (34% – US$ 19,79)
Catlateral Damage [apenas modo VR] (60% – US$ 3,99)

Conheça os dois novos jogos para PSVR que saem nesta semana

O Playstation Blog, publicação oficial da Sony, confirmou hoje o lançamento de dois novos jogos para o Playstation VR (PSVR). No post semanal The Drop (que aliás já não “dropava” há duas semanas), a Sony anunciou os puzzles ‘Esper’ e ‘Salary Man Escape’, ambos para o dia 26, próxima terça-feira.

Parecem ser duas experiências de quebra-cabeça bem diferentes. Enquanto ‘Salary Man Escape’ é um puzzle de plataforma que lembra algo como ‘Moss’ e ‘Along Togheter’, ‘Esper’ é jogado em primeira pessoa, mais na linha de ‘I Expect You To Die’ e ‘Floor Plan’.

Como os dois foram relacionados pelo  PS Blog do Brasil, é bem provável que eles estejam disponíveis na PS Store nacional. Confiram a seguir as sinopses oficiais e os trailers dos dos jogos.

Esper

Como um dos poucos cidadãos capazes de mover objetos com sua mente, você foi alistado pelo governo para passar por uma série de testes e provar que pode controlar seus poderes.

Salary Man Escape

‘Salary Man Escape’ é um game VR de puzzles de física satírico e divertido, onde o jogador deve usar sua habilidade para ajudar o desapontado Salaryman a escapar de sua vida.

[review] Como resistir à fofura arrebatadora de ‘Moss’?

Por mais jogador hardcore que você seja, do tipo que gosta de ver balas voando, cabeças explodindo e tripas sendo dilaceradas, não há quem não se encante diante de Quill, a ratinha protagonista de ‘Moss’. É, sinceramente, o jogo mais lindo que já joguei, nestes quase 30 anos de “indústria vital”. Títulos em tela plana como ‘God of War’, ‘Uncharted’ e ‘Horizon: Zero Dawn’, podem ter visuais incríveis, mas nada se compara a você entrar efetivamente no jogo e enxergar tudo como se estivesse ali, frente a frente com esta encantadora ratinha.

Misturando puzzle, jogo de plataforma e ação, ‘Moss’ tem um campanha sólida, de 3 a 4 horas de duração, que vai te deixar tão encantado que você vai torcer para que não acabe. Nesta aventura, você controla um ser com aparência mística identificado apenas como Leitor. Na cena inicial, você está em uma biblioteca diante de um belo livro em capa dura, chamado de ‘Moss’. Ao folhear o livro, usando o tracking do Dualshock 4, você acompanhará as aventuras da ratinha Quill, narradas por uma voz feminina que parece uma mãe contando histórias para os seus pimpolhos antes de dormir. A narradora também faz as falas dos personagens e muda a entonação de acordo com cada um.

É quando surge em cena a pequena Quill, com um charme inigualável e uma presença marcante. Parece realmente que ela está viva, ali, diante dos seus olhos. A ratinha é uma simpatia só e interage com você como se realmente estivesse te vendo. E aí você descobre que não controla só o Leitor, mas também a ratinha, usando os comandos tradicionais do Dualshock 4.

Ou seja, em ‘Moss’ você controla dois personagens ao mesmo tempo. E você também funciona como a câmera do jogo. A imagem aparece estática e vai passando de cena em cena, conforme você avança. Em cada um desses quadros, você pode mudar seu ângulo de visão para enxergar melhor detalhes do cenário ou se aproximar bastante da protagonista. A vontade de tocá-la é irresistível. E você pode fazer isso, de maneira virtual! Basta levar até ela o círculo brilhante que funciona como o seu veículo de interação com o mundo e pressionar um dos gatilhos do Dualshock 4. Isso vai causar cócegas na fofinha.

Existem outras formas em que você pode interagir diretamente com a Quill. Às vezes, quando você resolve um puzzle, a ratinha levanta a mão para você bater (o famoso “toca aqui” ou “high-five”, para os americanos). Durante os combates, você pode colocar a bola brilhante sobre ela e pressionar o gatilho para curar a pequeninha.

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UM MUNDO EM MINIATURA

A aventura de ‘Moss’ se passa em um mundo em miniatura, com um visual de encher os olhos, que nos coloca em uma perspectiva semelhante à das crianças naquele clássico da Sessão da Tarde ‘Querida, Encolhi as Crianças’.

Tudo ao redor de Quill é gigantesco e é maravilhoso observar como os desenvolvedores se ativeram aos mínimos detalhes, criando um universo ao redor daquilo que seria a “cena principal” do jogo, especialmente nos cenários ao ar livre. Na floresta, por exemplo, vemos cervos “gigantes” caminhando ali ao lado da pequena vila de casinhas dos roedores.

A paz desses camondongos é quebrada quando um mal começa a ameaçar a todos esses pequenos seres, com criaturas feitas de metal. O tio de Quill, Argus, parte para enfrentá-los mas acaba sendo vencido. E é então que a ratinha, armada apenas com uma espadinha, resolve partir em uma jornada para salvá-lo, tendo você como principal aliado.

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PUZZLES, SALTOS E COMBATES

A conexão entre o Leitor e Quill será fundamental nos três principais elementos do gameplay. Em cada cena, haverá barreiras impedindo o progresso da ratinha e caberá a você “limpar o caminho”. Usando o círculo brilhante, você interage com estruturas de metal, arrastando, girando ou puxando essas coisas.

Você também poderá ajudá-la nos combates, com o poder de congelar inimigos, controlá-los, fazer com que explodam ou até mesmo que ataquem os outros. A variedade de inimigos não é muito grande – e todos, com exceção do “chefão” que ficamos conhecendo no trailer – são do mesmo tamanho de Quill. Estes inimigos também são usados para resolver alguns puzzles, o que deixa esses quebra-cabeças mais intrincados e interessantes.

O terceiro elemento do gameplay são os desafios de pular, em estilo jogo de plataforma. Eles aparecem mais timidamente, mas o terço final do game exige uma coordenação mais afiada. Dentro dessa seara, destaco a luta contra o chefe final, muito bem orquestrada.

Falando em “orquestra”, a trilha sonora do game é primorosa, assim como toda a parte de áudio do jogo. Tem coisa mais maravilhosa do que ouvir uma ratinha diminuta gritando “iá!”? Em boa parte do tempo, a música cessa, e você pode ouvir os passinhos dela enquanto corre em direção a mais um desafio.

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DE NOVO?

Apesar de divertida, a aventura de Quill não tem muito fator de replay. Depois que você resolve os puzzles da primeira vez, na segunda já sabe o que fazer. E os combates são bem básicos, usando apenas um tipo de arma e um único botão de ataque (a ratinha também pode se esquivar).

Além disso, há apenas um nível de dificuldade – mas creio que a adição de um hard mode não ia acrescentar muita coisa, a não ser que deixasse os puzzles mais intrincados e mexesse também no combate. Acho que o maior fator de replay fica por conta dos colecionáveis que você encontra pelo caminho, em forma de páginas perdidas de um livro e de uma espécie de poeira mágica colorida, que você coleta ao destruir objetos do cenário. Caso queira repetir algum trecho, é só selecionar um capítulo específico no menu do jogo.

Para os caçadores de troféus, ‘Moss’ tem platina, que pode ser obtida em um único gameplay. Mas, para isso, é preciso de atenção redobrada, já que os colecionáveis geralmente se escondem em lugares que não fazem parte do trajeto “normal” da protagonista. Recomendo que você jogue sentado e, quando precisar, se levante para poder observar certas estruturas mais altas. Há certos lugares onde Quill pode entrar e fica um pouco escondida. Você pode tentar observar por dentro para ver melhor o caminho a seguir.

O jogo está todo em inglês, com narração, interface e legendas nesse idioma. Há suporte para outras línguas, como espanhol e francês, mas não português, infelizmente. Mas isso não impede os brasileiros de curtir a história e o game. Não sabe nenhum desses idiomas? Faça como as crianças e olhe apenas as “figuras”. Todo o jogo é fartamente ilustrado.

‘Moss’ tem defeitos? Bom, além da relativamente curta duração, só vejo um: nas transições entre o jogo e as cenas em que você aparece na biblioteca, os desenvolvedores optaram por usar um branco que, em realidade, quase machuca os seus olhos, de tão intenso. Não sei se a intenção era mesmo de cegar, mas recomendo cerrar os olhos nessa hora.

Recentemente, o jogo ganhou uma atualização com melhorias gráficas para o PS4 Pro. Mas, sinceramente, não consegui notar diferenças, pois o game já era lindo de fábrica. Se você ainda não testou, a demo do jogo está disponível na Demo Disc 2 do Playstation VR, que você pode baixar usando o link abaixo.

[Baixe aqui o Demo Disc 2 do PSVR, com ‘Moss’ incluso]

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VEREDITO

Engana-se quem pensa que ‘Moss’ é um jogo para crianças. O game é um dos melhores títulos já lançados para o PSVR e possui todos os atributos para atrair o interesse de jogadores de todas as idades. Entrar no pequeno e singelo mundo de Quill é uma experiência de encher os olhos, capaz de provocar um sentimento de ternura no mais marmanjo dos jogadores. O jogo deixa claramente no ar que uma continuação vem por aí. Vamos ficar esperando. Nota: 10/10.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Título: ‘Moss’
Gênero: Aventura em 3ª pessoa/puzzle
Estúdio: Polyarc (www.polyarcgames.com)
Data de lançamento: 27 de fevereiro de 2018 (PSVR) | 7 de junho de 2018 (HTC Vive e Oculus Rift)
Plataformas: Playstation VR (usada neste review), HTC Vive e Oculus Rift
Preço: R$ 91,90 (PS Store do Brasil) | US$ 29,99 (PS Store dos EUA)
Idiomas: Inglês, espanhol, francês, entre outros (áudio, legendas e interface) | Sem suporte ao português
Espaço em disco: 6,35 GB
Controles: apenas Dualshock 4
Jogadores: 1 (offline) | Sem modo online

[Este review foi feito usando o PS4 Pro, com mídia digital cedida pelo amigo Luciano Silva. Valeu, Luciano!]

Assista ao trailer de ‘Moss’

Estúdio lança novo trailer de ‘The Persistence’ – e está incrível! Assista

Faltando pouco mais de um mês para o lançamento, a Sony acaba de divulgar um novo trailer do terror espacial ‘The Persistence’, do estúdio Firesprite. E está incrível! O vídeo traz novos elementos de gameplay e novos inimigos, que não vimos na demo, lançada no ano passado e disponível na PS Store dos Estados Unidos. O título é exclusivo do Playstation VR.

O game se passa em uma nave espacial e lembra títulos como ‘Dead Space’ e ‘Alien’, mas faz parte do gênero “rogue-like”: ou seja, cada vez que você morre, as instalações da nave mudam, assim como os a localização dos itens e armas que você vai encontrar. Você joga usando o Dualshock 4.

Ainda não testou? Então confira por você mesmo. A demo de ‘The Persistence’ está disponível no Demo Disc 2 do PSVR e na PS Store dos EUA.

[Clique aqui para baixar a demo de ‘The Persistence’]

O lançamento está previsto para o dia 24 de julho deste ano. O jogo já está em pré-venda (na loja online dos EUA), por US$ 29,99.

Assista ao novo trailer de ‘The Persistence’

[review] Simples e intuitivo, ‘SculptrVR’ permite você criar suas próprias esculturas

Com mais de 5 metros de altura e 500 anos de história, a escultura ‘Davi’, de Michelangelo, é uma das obras mais imponentes da humanidade. Esculpida em mármore maciço, levou dois anos e meio para ficar pronta e, junto com outros trabalhos primorosos, ajudou a eternizar o artista italiano como um dos maiores gênios de todos os tempos. Se você tem alguma pretensão de aprender a arte deste grande mestre e criar suas próprias obras, acaba de ser lançado um aplicativo que pode diminuir enormemente seu esforço: ‘SculptrVR’, criado pelo desenvolvedor independente Nathan Rowe e SculptrVR Inc.

‘SculptrVR’ permite que artistas amadores e profissionais liberem sua imaginação e criem obras em 3D de maneira rápida, simples e intuitiva. O aplicativo não possui um tutorial, mas em apenas dez minutos você estará familiarizado com as principais ferramentas básicas, que são nove. O aplicativo usa dois PS Moves. Na mão esquerda fica a paleta de cores, ferramentas e o menu (girando o pulso). Na direita, seu “cinzel” virtual, que você usa também para esculpir. Se for canhoto, basta trocar os Moves de mão ou usar o menu para inverter.

‘SculptrVR’ é o segundo aplicativo de criação artística no PSVR e a comparação com o ‘CoolpaintrVR’ é inevitável, mas as diferenças são grandes. Apesar de ‘CoolpaintrVR’ também permitir você criar obras em 3D, as técnicas utilizadas são mais focadas na pintura mesmo. Em ‘SculptrVR’, por outro lado, você pode modelar e remodelar tudo aquilo que você está criando, com ferramentas que te permitem não só entalhar e aparar as arestas do seu trabalho. Ou seja, utiliza o princípio básico da arte de esculpir: transformar matéria bruta em obras de arte únicas.

O seu cinzel virtual pode ter várias formas e tamanhos, para que você possa fazer todo tipo de intervenção. E, para isso, pode mover e girar a peça da maneira que quiser, além de usar um zoom que aumenta em até 10.000x (!) o tamanho dos objetos. Não tem ideia do que é isso? Imagine uma formiguinha de 1 mm de altura. Multiplique por 10.000. Você estará diante agora de uma formigona com 10 metros de altura. Dá uma boa diferença, não? Isso é importantíssimo para poder trabalhar nos mínimos detalhes das obras de maneira bastante precisa. Aliás, precisão é uma das qualidades do aplicativo. O tracking responde muito bem e há até uma opção de incluir diferentes níveis de vibração, para que você sinta melhor o que está esculpindo.

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CLONAGEM

Outra função bastante útil é a de “copiar e colar”. Você pode criar objetos dentro de um cubo, na mão esquerda, e replicá-los quantas vezes quiser no seu trabalho. Tudo o que você cria pode ser pintado usando a cor que você quiser. A paleta é totalmente customizável e inclui tons brilhosos, foscos e “normais”.

‘SculptrVR’ também tem uma função em que você pode estabelecer diferentes camadas a cada um dos “pedaços” da sua criação, permitindo que você escolha entre três texturas que vão deixar a obra mais arredondada ou mesmo com um aspecto pixelado. As camadas também servem para que você trabalhe com diferentes objetos separadamente, impedindo que um interfira no outro contra sua vontade.

Caso erre ou desista de algo, há um botão para voltar. Mas, se mudar de ideia novamente, há outro botão para retornar ao que foi feito. Imagina Michelangelo com essas facilidades? Se quiser destruir tudo, ainda pode fazer de forma divertida: uma das ferramentas é um míssil que pode ser usado de vários tamanhos. Esses mísseis também podem ser usados para esculpir, como se fossem dinamites em uma pedreira.

O seu trabalho pode ser salvo para continuar posteriormente, com save no próprio HD do PS4. Por enquanto, não há opção para exportar para o pen-drive, mas os desenvolvedores garantiram que esta função estará disponível no primeiro update do aplicativo, ainda sem data para sair. Isso permitirá, por exemplo, que as obras virem realidade com o uso de impressoras 3D. Também deve ser incluída uma função para importar objetos e desenhos para servir como referência.

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GALERIA VIRTUAL

Para aqueles com talento ou coragem suficiente, o aplicativo permite que você compartilhe suas criações com os demais usuários, online. Atualmente, a galeria virtual traz 60 obras e é muito interessante olhar cada uma delas de perto para ver toda a potencialidade do aplicativo, em obras que dificilmente você conseguirá reproduzir (pelo menos no meu caso). ‘SculptrVR’ também traz obras de “demonstração”, uma melhor que a outra. As obras mostradas neste review são todas da galeria online – e ficam muito mais bonitas e incríveis “ao vivo”, dentro do aplicativo.

‘SculptrVR’ está em inglês e não tem suporte à língua portuguesa, mas isso não deve ser problema, já que as ferramentas vêm com ícones que mostram claramente para que cada uma serve. Também não possui música, deixando você livre para ouvir suas playlists do Spotify, se quiser.

Ah, para quem gosta de uma platina fácil, lamento informar que o jogo não tem platina, apesar de possuir troféus de bronze, prata e ouro.

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VEREDITO

‘SculptrVR’ oferece um excelente rol de ferramentas simples e intuitivas para quem quer se aventurar na arte da escultura sem gastar muito. Imagina fazer uma estátua de bronze sem gastar com bronze? Mesmo para quem não tem dons artísticos, com um pouco de dedicação e planejamento você pode criar trabalhos interessantes. A galeria online é uma ideia fantástica e vamos ficar esperando pelo update (já prometido) que possibilitará exportar os trabalhos e imprimi-los em 3D. Nota: 9,5/10.


INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Título: ‘SculptrVR’
Gênero: Aplicativo
Estúdio: SculptrVR Inc. (http://sculptrvr.com)
Plataformas: Playstation VR (usado neste review), HTC Vive, Oculus Rift, Windows Mixed Reality, Google Daydream, Oculus GO e GearVR
Data de lançamento: 19 de junho de 2018
Preço: R$ 61,50 * (PS Store Brasil) | US$ 19,99 * (PS Store EUA)
Espaço em disco: 454 MB
Idioma: Inglês (sem suporte ao português)
Controles: 2 PS Moves (sem suporte ao Dualshock 4)
Jogadores: 1 (offline) | Sem modo online
* O aplicativo foi lançado com desconto especial de 10% para membros da PS Plus, saindo por R$ 55,35 (PS Store Brasil) ou US$ 17,99 (PS Store EUA). A oferta é válida só até o dia 26 deste mês.

[Este review foi feito usando o PS4 Pro, com mídia digital cedida pelo estúdio SculptrVR Inc.]

Assista ao trailer de ‘SculptrVR’

[review] ‘The Exorcist: Legion VR’ te coloca frente a frente com o “coisa ruim”

Lançado há mais de quatro décadas, ‘O Exorcista’ é um dos filmes de terror mais icônicos de todos os tempos. A cena da menina Regan possuída pelo capeta girando a cabeça e vomitando gosma verde já foi vista e revista por milhões de espectadores do mundo todo. Tamanho sucesso resultou em várias sequências, adaptações, cópias e mesmo paródias dos rituais de exorcismo. Em 1990, foi lançado ‘O Exorcista III’, dirigido pelo próprio autor do livro, William Peter Blatty, ignorando completamente o desastre que foi o segundo filme da franquia. É neste terceiro longa-metragem que é baseado ‘The Exorcist: Legion VR’, desenvolvido pelo estúdio Wolf & Wood Interactive e publicado pela Fun Train.

‘Legion’ é uma referência direta à obra de mesmo nome de autoria de Blatty, que daria título ao terceiro filme da franquia, mas foi deixado de lado por questões comerciais, à época do lançamento. No entanto, vale reforçar que ‘The Exorcist: Legion VR’ não é uma adaptação direta do filme, mas traz alguns elementos que o conectam ao longa-metragem. No game, você é um cético detetive da polícia de Boston chamado para resolver uma série de crimes envoltos em rituais macabros.

O game está sendo lançado em cinco capítulos, sendo que os três primeiros chegam agora ao Playstation VR. Você pode adquiri-los individualmente ou em um conjunto, com um desconto especial. Neste review, analisaremos apenas os três primeiros capítulos, chamados de ‘First Rites’, ‘Idle Hands’ e ‘Skin Deep’.

Antes de mais nada, avisamos aos brasileiros que o jogo não tem localização para português. O game está todo em inglês, sem opções de legenda. Saber o idioma é importante para compreender a história, através de uma série de documentos escritos que você vai encontrar pelo caminho, além de gravações e falas. Mas não saber a língua estrangeira não vai te impedir de seguir em frente e se assustar.

E o jogo assusta bastante. Apesar de o filme no qual é baseado ser mais um suspense policial do que um terror propriamente dito, ‘Legion VR’ puxa mais para o gênero que consagrou o primeiro ‘O Exorcista’. Mas, inteligentemente, o game não apela para os jump scares (quer dizer, não muito). Os sustos estão lá, com certeza. Mas o que cria um clima de tensão (e mesmo de pânico) constante são os cenários escuros, os efeitos sonoros, os barulhos, a ambientação macabra dos locais por onde você passa…

Some-se a isso gráficos primorosos, que não são vistos com tanta frequência no PSVR e que contribuem para uma sensação de imersão fantástica. Tudo é muito real e as imagens são bem nítidas. Você consegue ler quase todos os textos com facilidade (a única exceção que faço é quanto a um livro de anotações, que contém várias informações importantes, mas você não consegue ler, de tão borradas que estão).

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AJUSTES E TUTORIAL

É importante ficar bem atento ao iniciar o game. Certifique-se de estar com o headset bem ajustado na cabeça, com os PS Moves (ou o Dualshock 4) nas mãos ao inicializa-lo. Isso porque o jogo pode identificar erroneamente sua altura e deixá-lo menor do que um anão. Caso isso aconteça, sugiro reiniciá-lo ou apagar o save – não encontrei forma de resolver o problema, já que o botão para resetar a visão (segurando o Options) não surte efeito.

Após ajustar a altura, o jogo te ensina as mecânicas básicas de movimentação e como utilizar o inventário. O jogo vem configurado com o uso de teleporte e giro em graus, mecânicas usadas para eliminar o enjoo de movimento (a famosa cinetose). Caso se sinta à vontade, você pode usar o smartphone localizado em seu inventário para selecionar o movimento livre e o giro livre.

Apesar de ser a forma preferida de locomoção da maioria dos jogadores, a movimentação livre tem alguns problemas no jogo. Houve algumas vezes em que fiquei preso em determinado elemento do cenário (uma cadeira, por exemplo) e só consegui sair depois que troquei a movimentação para o teleporte. Além disso, ela é lenta, mesmo escolhendo a maior velocidade disponível, e sempre que você se mexe aparece um “blinder” (uma vinheta que escurece todos os cantos da tela). Não há opção de tirá-lo, infelizmente.

Seja qual forma de locomoção você escolher, é preciso um certo tempo para se acostumar com os controles básicos. O jogo permite que você interaja com vários objetos espalhados pelos cenários. Alguns serão importantes para resolver os crimes, outros estão lá só para te distrair mesmo. Por causa disso, os PS Moves são a melhor escolha para jogar o game.

Para quem não tem os Moves, há a opção de jogar com o Dualshock 4. Desta maneira, sua mão esquerda fica fixa na altura da cintura e você controla a mão direita com o tracking do controle (se for canhoto, pode alterar esta opção no menu do smartphone).  Jogar com o controle não dá a mesma imersão dos Moves e te deixa “maneta”, já que só pode usar uma mão para segurar objetos e abrir gavetas, por exemplo. A única vantagem é a locomoção usando os direcionais.

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VAMOS POR PARTES

Cada um dos capítulos de ‘The Exorcist: Legion VR’ traz uma história única, que vai se entrelaçando uma às outras. Cada um dura em torno de 20 a 30 minutos, que pode parecer pouco, mas é o suficiente para te deixar com aquele “cagaço”. Você seleciona os capítulos a partir da sala de detetives da delegacia. E prepare-se para ficar frente a frente com o “coisa ruim”, o “capeta”, o “tinhoso”, o “sete-peles”, o “cramunhão”, o “capiroto”, o “mochila de criança” ou como você queira chamá-lo (você vai querer chamá-lo?).

No primeiro capítulo, ‘First Rites’, você vai investigar a invasão a uma igreja, que culmina com a morte do padre responsável pelo local. Seu trabalho é coletar pistas e objetos pessoais do religioso, que vão formando o seu “kit de exorcismo”. Entre os objetos, temos água benta, spray de sal, uma espécie de candeeiro para iluminar o caminho e, claro, uma cruz. Esses itens são as únicas armas que você terá no jogo.

No segundo capítulo, ‘Idle Hands’, você é chamado para investigar o que aconteceu com uma professora que foi parar em um manicômio depois de flertar com o oculto. Seu corpo é coberto por tatuagens e cabe a você descobrir o que fazer para ajudá-la.

O terceiro capítulo, ‘Skin Deep’, se passa em uma casa aparentemente normal. Um casal teve um bebê, que está sendo atormentado por uma entidade maligna. Você deve procurar itens pelo quarto para entender o que aconteceu ali.

Ficar preso sem saber o que fazer em um desses capítulos é normal. Comigo aconteceu algumas vezes. O jogo dá algumas pistas sonoras quando você pega objetos importantes, mas cabe a você procurar por eles. Além disso, uma ação sua pode servir de “gatilho” para que algo aconteça, como abrir uma porta, por exemplo.

No smartphone, há uma “dica” que diz que você pode usar o GPS para localizar seu próximo objetivo. Não encontrei esse GPS nem no smartphone, nem no relógio. A instrução diz pra você apertar “o botão”, sem dizer qual botão é. Se alguém descobrir, por favor, deixe nos comentários que atualizarei o review.

Em termos de fator replay, ‘The Exorcist’ não tem muito a oferecer. Há apenas um nível de dificuldade, mas você pode repetir os capítulos usando o menu (que fica na própria sala de detetives da delegacia). Um desafio extra é “completar o artefato” de cada capítulo. O jogo também tem troféus, mas não possui platina. Provavelmente, o melhor fator de replay do jogo seja chamar seus amigos para jogar e tomar uns bons sustos. =D

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VEREDITO

Com gráficos muito bem feitos e realistas, ‘The Exorcist: Legion VR’ cria uma atmosfera de terror fantástica e cumpre bem com seu objetivo. Há alguns poucos problemas técnicos, que podem ser contornados com updates futuros. Apesar de curtos, os capítulos são intensos e assustam de verdade. Pelo preço que é cobrado, acaba sendo justo. Se você está procurando um “intensivão” de terror, acabou de encontrar. Nota: 9/10.


INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Título: ‘The Exorcist: Legion VR’ (capítulos 1 a 3)
Gênero: Terror
Estúdio: Wolf & Wood Interactive/Fun Train (www.exorcistlegion.com)
Plataformas: Playstation VR (usada neste review), Oculus Rift e HTC Vive
Data de lançamento: 19 de junho de 2018 (PSVR)
Preço: R$ 21,50 (por capítulo) ou R$ 91,90 (Série Completa, incluindo os capítulos 4 e 5, ainda não lançados)
Espaço em disco: 2,68 GB (capítulo 1) | 1 GB (capítulos 2 e 3 – cada)
Idioma: Inglês (áudio e interface) | Sem suporte ao português
Controles suportados: 2 PS Moves (recomendado) e Dualshock 4
Jogadores: 1 (offline) | Sem modo online

[Este review foi feito no PS4 Pro, com mídia digital cedida pela Wolf & Wood Interactive e Fun Train]

Assista ao trailer de ‘The Exorcist: Legion VR’ (capítulos 1 a 3)