[review] ‘Pixel Ripped 1989’ é uma viagem imersiva no mundo dos games

– Não dá pra ficar em casa só jogando videogame, né? – pergunta a repórter, indignada com a falta de professores na escola.

– Dáááá!! – responde o menino, com toda a espontaneidade e a inocência que só as crianças têm, para surpresa total da jornalista. [Se você não sabe do que estou falando, confira aqui este vídeo hilário].

O pequeno João, personagem real desse diálogo, fala em nome de milhares de jogadores espalhados por todo o mundo. Eu, o João e você que está lendo esse review amamos videogame e, se pudéssemos, deixaríamos de lado nossos afazeres diários para passar o dia inteiro só jogando. Mas não dá, né João? Pois é.

Assim também acontece com Nicola, a menina de nove anos de idade que é a personagem principal de ‘Pixel Ripped 1989’, primeiro game desenvolvido pela brasileira Ana Ribeiro em parceria com o estúdio Arvore Immersive Experiences, de São Paulo, e recém-lançado para os headsets de realidade virtual (Playstation VR, Oculus Rift, HTC Vive e Windows Mixed Reality).

Nicola finge que não ouve sua mãe quando ela diz para parar de jogar e ir brincar lá fora, leva seu console portátil pra escola e fica jogando em plena sala de aula e, claro, não larga o videogame na hora do recreio. Sua mochila e materiais escolares estão repletos de botons e adesivos de seus jogos preferidos. Os cartuchos dos jogos e revistas sobre games ficam amontoados sobre sua carteira.

A protagonista do jogo preferido da menina, também chamado de ‘Pixel Ripped’, é a fofíssima Dot. Dentro do seu mundo pixelizado, Dot também joga videogames (!), mas é convocada a se unir a Nicola para derrotar um vilão que roubou a “Pixel Stone” e está ameaçando o mundo de Farofa Land (sim, Farofa Land!). É aí que duas realidades se juntam e o jogador entra na pele de Nicola e controla Dot, tudo ao mesmo tempo.

‘Pixel Ripped 1989’ é uma grande homenagem aos games clássicos, desde os primórdios dos videogames, quando tudo se resumia a pontos em uma tela em preto e branco, até as gerações de 8 e 16 bits e os consoles portáteis. O jogo é recheado de referências aos títulos que fizeram a nossa alegria nas décadas de 1980 e 1990. A heroína Dot, por exemplo, é uma espécie de versão feminina de Mega Man, com boas pitadas de Sonic. Seu mestre lembra o Mago Negro de ‘Final Fantasy’ e seu “crush” é o próprio cavaleiro de ‘Ghosts’n Goblins’.

Mas muitas outras referências são feitas no decorrer do jogo – ‘Super Mario’, ‘Zelda’, ‘Battletoads’, ‘Alex Kid’, ‘Golden Axe’, ‘Castlevania’, ‘Duck Hunt’, ‘Tetris’, ‘Pac-Man’ e ‘Pokémon’ são algumas delas. Pra quem jogou esses games na época em que foram lançados ou é fã de games retrô, ‘Pixel Ripped 1989’ é uma deliciosa viagem no tempo, complementada por outros ícones da época, como o brinquedo pogobol, ‘Playboys’ em 3D, canetas de 12 cores, cubos mágicos, a revista especializada SuperGamePower e a inútil (mas agora cult) Power Glove. Não é à toa o que é feita uma menção ao filme ‘De Volta para o Futuro’.

Assista ao video-review de ‘Pixel Ripped 1989’

JOGABILIDADE

‘Pixel Ripped 1989’ é essencialmente um jogo de plataforma e sua principal referência é ‘Mega Man’, com boas pitadas de ‘Sonic’. Fiel aos jogos da época, o jogo tem apenas dois botões – um de pular, o outro de atirar e correr, além do direcional. Você joga o tempo todo segurando o console portátil “Gear Kid” (versão disfarçada do “Game Boy”). Não por acaso, o ano de 1989 se refere diretamente ao ano de lançamento do Game Boy, da Nintendo.

Ao todo, são quatro fases (mais uma fase bônus) e a campanha dura em torno de 2 a 3 horas. Durante a 1ª e a 3ª fases, você precisa ficar muito atento ao ambiente em volta: Nicola está jogando dentro da sala de aula – e se você for pego três vezes pela professora, é “game over”!

Por isso, é preciso distrair a carrancuda tutora, usando um tubo de caneta Bic como zarabatana. Quem nunca atirou bolinhas de papel assim na escola, hein? Quando a professora manda prestar atenção na aula, você deve olhar para a caneta para pegá-la, usando apenas o tracking do headset, e direcionar para um dos pontos brilhantes espalhados pela sala. Coisas hilárias vão acontecer! Em uma delas, um jogador com a camisa da seleção brasileira surge, tropeça no meio da sala (uma referência clara ao atacante Neymar) e depois se joga pela janela.

As quatro fases terminam com uma “Boss Fight”, em que as duas realidades do game se fundem. Os personagens do jogo pulam da tela para dentro da sala de aula, unindo-se a elementos do cenário. A jogabilidade permanece sendo 2D, mas com elementos em 3D que criam uma experiência fascinante. São momentos de realidade aumentada dentro de um jogo de realidade virtual.

O jogo tem cutscenes engraçadas, um nível de dificuldade elevado (principalmente na luta final contra o chefe) e um bom valor de replay. Após terminá-lo, o desafio será encontrar todos os cinco cartuchos secretos espalhados pelas quatro fases, para liberar “skins” extras para o seu “Gear Kid” (para isso, não deixe de atualizar o jogo com o update liberado no dia do lançamento). Conseguir os 14 troféus o jogo (não há platina) e esmiuçar todas as suas referências a outros jogos vai estender por algumas horas seu tempo de gameplay.

Graficamente, quando se trata do “jogo dentro do jogo”, ‘Pixel Ripped’ se atém ao visual da época, com seus gráficos pixelizados e sem cores (exceto na fase final). No mundo de Nicola, temos animações em 3D bem feitas, mas evidentemente limitadas pelos poucos recursos de uma produção indie. O visual é bem nítido.

O áudio segue os mesmos princípios: dentro do mundo pixelizado, é impossível entender o que os personagens falam – ouvimos apenas barulhos e as falas são legendadas. Do lado de fora, temos uma dublagem em inglês competente, apesar das vozes das crianças, em alguns trechos, parecerem ter sido gravadas pelo mesmo ator.

Não há localização em português nem a nenhum outro idioma. Mas isso não compromete a compreensão da história nem impedirá ninguém de terminar o jogo. Todas as cenas são ilustradas por animações que deixam claro o que está acontecendo. Você joga usando o Dualshock 4, sem suporte a qualquer outro controle. Como se trata de um jogo estático, não há perigo de enjoo de movimento, exceto em um momento em que sua cadeira se “eleva” na transição de uma cena a outra.

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VEREDITO

Games retrô e realidade virtual costumam ser coisas separadas uma da outra. Enquanto uma aponta pro passado, a outra se projeta para o futuro dos videogames. Com ‘Pixel Ripped 1989’, a designer brasileira Ana Ribeiro consegue unir as duas coisas de forma bastante equilibrada, resultando em uma das melhores homenagens que os games clássicos poderiam receber. Tudo é feito com primor, com atenção aos detalhes e respeito ao material original, mas estabelecendo sua própria identidade. Não é à toa que o jogo levou mais de quatro anos para finalmente ganhar o mundo. Já estamos esperando pelos próximos capítulos dessa história. NOTA: 10/10 [Excelente]


INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Título: ‘Pixel Ripped 1989’
Gênero: Jogo de plataforma
Estúdio: Arvore Immersive Experiences (www.pixelripped.com)
Data de lançamento: 31 de julho de 2018
Plataformas: Playstation VR (usada neste review), Oculus Rift, HTC Vive e Windows Mixed Reality
Preço: R$ 76,90 (PS Store Brasil) | US$ 24,99 (PS Store EUA)
Idioma: Inglês (áudio e interface)
Controle: Dualshock 4
Espaço em disco: 1,76 GB
Jogadores: 1 (sem multiplayer)

[Este review foi feito no PS4 Pro, com mídia digital cedida pelo estúdio Arvore Immersive Experiences]

 

Thriller psicológico ‘Anamorphine’ chega ao Playstation 4 sem suporte ao PSVR

O thriller psicológico ‘Anamorphine’, do estúdio Artifact 5, estava programado para ser lançado no início deste ano, mas sofreu um adiamento e acabou sendo lançado nesta terça-feira, 31, para Playstation 4 e PCs, mas sem suporte VR no console da Sony. Ainda não há data para o modo VR do PS4, mas nos PCs o suporte à realidade virtual foi incluído desde o lançamento, para HTC Vive e Oculus Rift.

O estúdio divulgou que está preparando um patch para consertar alguns problemas relatados por jogadores no modo VR do jogo. O update deve chegar já nesta quarta-feira, 1º de agosto. Em comunicado à imprensa, o estúdio afirma que “a equipe está ciente dos problemas e planeja lançar uma atualização amanhã para resolvê-los. Em outras palavras, se você planeja jogar o jogo em RV, recomendamos que espere até a atualização de amanhã para fazer isso”.

Os desenvolvedores divulgaram o e-mail support@artifact5.com para quem quiser relatar bugs e problemas encontrados no jogo. De acordo com a página do game na Steam, ‘Anamorphine’ tem suporte a controles de movimento, áudio original em inglês e legendas em cinco idiomas: português (Brasil), inglês, francês, alemão e espanhol.

‘Anamorphine’ custa R$ 61,50 (PS Store do Brasil) ou US$ 19.99 (PS Store EUA). O suporte VR será um update gratuito na versão já à venda na PSN. Recebemos uma cópia digital do jogo, gentilmente cedida pelo estúdio Artifact 5, e em breve traremos nossas primeiras impressões no canal PSVR Brasil no YouTube.

Na história, Tyler é um jovem em negação pós-traumática e revisita uma sucessão de eventos que definem o relacionamento dele com a esposa, Elena. Ela sofre um acidente que rouba dela o meio de vida e sua válvula de escape emocional. A confusão mental de Tyler distorce o passado dele enquanto tenta lidar. Contada sem diálogos nem botões de ação, a narrativa de ‘Anamorphine’ se desenvolve nas memórias oníricas de Tyler.

Assista ao trailer de ‘Anamorphine’

 

Estúdio lança novo trailer de ‘Titanic VR’, que chega em agosto para o PSVR

Responsável pelo elogiado ‘Apollo 11 VR’, o estúdio Immersive VR Education divulgou hoje em seu canal no YouTube um novo trailer do game ‘Titanic VR’, que será lançado em agosto deste ano para Playstation VR, Oculus Rift, HTC Vive e Microsoft Mixed Reality. Com mais de 6 horas de gameplay, o jogo vai se passar em dois períodos distintos: o ano de 1912, quando o transatlântico fez sua fatídica viagem inaugural, e os dias atuais, quando os jogadores poderão explorar o local onde o navio afundou.

“Usamos mapas abrangentes para criar um modelo 3D realista do local do naufrágio. Usamos captura de movimento, tecnologia de varredura de rosto e dubladores profissionais para imergir os jogadores nessa história. Queríamos criar um retrato preciso dos eventos para que não fosse apenas educacional, mas também emocionalmente envolvente”, afirma David Whelan, CEO da Immersive VR Education.

Assista ao trailer de ‘Titanic VR’

[resumão] ‘The Walking Dead VR’ anunciado, ‘Detached’ adiado, ‘Sea of Memories’ lançado…

As notícias sobre o universo do Playstation VR estão pipocando desde ontem e resolvi fazer um resumão para trazer as informações de forma mais rápida para vocês. A primeira é que o estúdio Skydance Interactive anunciou ontem o primeiro jogo oficial de ‘The Walking Dead’ em realidade virtual: ‘Saints & Sinners’. O estúdio, responsável também por ‘Archangel’, ainda não deu muitos detalhes sobre o game – nem mesmo informou em quais plataformas ele estará disponível. Só sabemos que será em 2019. Até agora, a única imagem divulgada sobre ele é este pôster, que você confere abaixo:

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A segunda notícia é sobre o game de exploração espacial ‘Detached’, que seria lançado hoje mas foi adiado novamente. Mas são poucos dias a mais de espera: o game chega ao Playstation VR na próxima terça-feira, 24. [Saiba mais sobre o jogo aqui]

Outra notícia do dia é o lançamento do puzzle ‘Sea of Memories’, do estúdio espanhol Ivanovich Games. O game traz um total de 100 quebra-cabeças em que você precisa alterar a perspectiva de observação dos objetos para poder solucionar. O jogo ainda não chegou nas PS Stores das Américas, mas foi lançado nas lojas online da Europa, Reino Unido e Austrália. O preço é de 9,99 euros.

Fechando nosso resumão, temos uma boa notícia para os fãs de ‘Mario Kart’. O estúdio Ivanovich Games aproveitou o lançamento de ‘Sea of Memories’ para anunciar que está trabalhando em um jogo bem parecido ao game de corrida da franquia ‘Mario’ em realidade virtual. O game se chama ‘Touring Karts’ e estará disponível em todas as plataformas VR. Ainda não temos data de lançamento nem imagens do jogo, mas o estúdio afirmou que terá novas informações para dar em setembro.

‘Ace Combat 7: Skies Unknown’ pode ser adiado para 2019

É isso mesmo. Um dos games mais aguardados pelos jogadores de Playstation 4 e Playstation VR pode ser adiado novamente. Hoje, foi relançado o site japonês de ‘Ace Combat 7: Skies Unknown’ e um detalhe chamou a atenção: a capa do jogo, que você confere abaixo, traz informações de Copyright que sugerem que o simulador de voo será lançado apenas em 2019. Veja:

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Na parte debaixo, é possível ler “(c) 2019 Bandai Namco Entertainment Inc.”, o que é um indício que o jogo seja lançado apenas em 2019. É bom lembrar que ‘Skies Unknown’ estava previsto inicialmente para o ano passado, mas acabou sendo adiado para 2018.

No entanto, é preciso enfatizar que estes rumores sobre um novo adiamento se baseiam em um material não finalizado, que pode sofrer alterações em sua versão final. Questionada sobre o assunto, a assessoria de imprensa da empresa informou ao blog que “a Bandai Namco Entertainment America Inc. não comenta rumores”, o que significa que a desenvolvedora mantém seu posicionamento sobre o lançamento ainda em 2018, como informado no próprio site oficial do game [neste link, você também pode conferir as imagens das capas do jogo usadas neste post].

Novas informações sobre o game devem ser divulgadas durante a Gamescom desse ano, que acontecerá de 21 a 25 de agosto. Lá, haverá uma demo para os visitantes testarem.

‘Skies Unknown’ é o primeiro título da franquia ‘Ace Combat’ em mais de dez anos – ‘Ace Combat 6: Fires of Liberation’ foi lançado em 2007, para XBox 360. O sétimo episódio da saga será lançado para XBox One, Playstation 4 e PCs, com modo VR exclusivo no PSVR. De acordo com os desenvolvedores, a campanha não estará disponível em VR, mas o conteúdo para realidade virtual inclui entre 12 e 15 horas de gameplay, em missões extras.

Assista ao trailer de ‘Ace Combat 7: Skies Unknown’

Inspirado em ‘Black Mirror’ e ‘Além da Imaginação’, ‘Torn’ chega ao PSVR em 28 de agosto

Foi revelada hoje a data de lançamento de ‘Torn’, descrito pela desenvolvedora Aspyr Media como um jogo de mistério e ficção científica sombrio. Segundo o estúdio, o game é  inspirado em séries como ‘The Twilight Zone’ (‘Além da Imaginação’ no Brasil) e ‘Black Mirror’.

O game será lançado para Playstation VR (PSVR) no dia 28 de agosto e já entrou em pré-venda na PS Store, com desconto promocional de 15%, saindo de R$ 91,90 por R$ 78,11 na PS Store BR (ou US$ 25,49 na PS Store EUA). Assinantes PS Plus ganham mais 5% de desconto. Para jogar, são necessários dois PS Moves.

No título, o jogador entra na pele da blogueira Katherine Patterson, que descobre uma mansão abandonada no interior de uma floresta esquecida. A mansão, cheia de máquinas intrigantes e experimentos bizarros, era o lar do Dr. Lawrence Talbot, considerado desaparecido há mais de 64 anos. Patterson vê a oportunidade de ganhar milhões com a maior história da sua carreira. Mas, quando ela encontra o Dr. Talbot em pessoa, vivo, preso em uma estranha dimensão e sem corpo físico, Patterson percebe que estava enganada. Esta história iria mudar não só sua carreira, mas sua vida.

O jogador pode esperar vários puzzles para desvendar no game. ‘Torn’ começa como um jogo de raciocínio narrativo e se desenrola em uma trama sombria com foco em personagem na medida em que você descobre a verdade sobre Talbot e a nova dimensão, chamada “O Paralelo”. Lembre-se de tudo o que testemunhar, pois a verdade não passa de uma invenção da mente.

Assista ao trailer de ‘Torn’ 

Exclusivo do PSVR, ‘Track Lab’ promete transformar qualquer pessoa em um DJ virtual

O canal oficial do Playstation no YouTube postou hoje o trailer de ‘Track Lab’, game musical que promete transformar qualquer pessoa em um DJ virtual. Desenvolvido pela Little Chicken Game Company, o game teve data de lançamento confirmada para o dia 22 de agosto e já está em pré-venda nas lojas online do Brasil (R$ 79,90), Estados Unidos (US$ 19,99), Europa (€ 19,99) e Reino Unido (£15.99). Quem comprar na pré-venda receberá um tema dinâmico do jogo, além de três avatars.

‘Track Lab’ é um título exclusivo do Playstation VR e, até o momento, é o único do gênero no headset de realidade virtual da Sony. “‘Track Lab’ tem uma abordagem única para a criação musical, tornando essa atividade divertida e fácil para qualquer um criar faixas originais. O jogo leva a criação de música para além de simplesmente remixar ou apenas fingir ser um DJ, inspirando-se em ferramentas profissionais de ponta e tornando-as divertidas e acessíveis a todos”, afirma o diretor criativo Tomas Sala, em artigo no PS Blog da Europa.

Assista ao trailer de ‘Track Lab’

Tomas Sala explicou também como funcionam as mecânicas básicas do game. “No jogo, você começa pegando amostras musicais e colocando-as no caminho de um ‘pulso’ ritmicamente sincronizado. Quando as amostras (samples) são atingidas pelo pulso, elas soam a sua batida. Basta combinar as amostras na grade cronometrada para formar loops e sequências e, desse jeito, você construiu uma batida matadora!”.

Com um kit de ferramentas intuitivo e amplo na ponta de seus dedos, todos os gêneros, como techno, hip-hop e rock, podem ser mixados para fazer sua faixa perfeita, segundo a sinopse oficial do jogo. Não é necessário ter experiência com música. Mas, se você precisar de uma mão para iniciar, o modo Evolver ensina padrões e construções musicais por meio da resolução de quebra-cabeças em diferentes gêneros musicais.