Expansão gratuita com modo versus de Farpoint já pode ser baixada

Já está disponível para baixar a expansão gratuita do game Farpoint (Impulse Gear), que traz um novo modo PvP (player vs player) de um contra um. A informação foi divulgada hoje, no blog oficial do Playstation. O update 1.08, batizado de Farpoint Versus Expansion Pack, tem 3,1 GB. Não é necessário entrar na PS Store para baixar, basta atualizar o seu jogo.

Leia aqui o post no Playstation blog (em inglês)

Seth Luisi, cofundador da Impulse Gear, deu mais detahes sobre a expansão e ressaltou que para jogar será necessário ter conta ativa na Playstation Plus.

“O Versus Expansion Pack traz dois novos modos PvP que colocam dois jogadores que tenham conta ativa na PS Plus um contra o outro. Os jogadores poderão criar criaturas inimigas do planeta e usá-las estrategicamente para ganhar vantagem”, explicou Luisi, completando: “Em adição aos novos modos, a expansão inclui três novas skins para os jogadores e 15 novas armas, que são desbloqueadas ganhando experiência de jogador e de arma”.

Os modos versus se chamam Deathmatch e Uplink.

Assista ao trailer da expansão:

Saiba quais versões de Doom VFR estão em português

O game Doom VFR (Bethesda/id Software) foi lançado na última sexta-feira, 1, e, diferentemente de Skyrim VR, da mesma Bethesda, tem uma versão totalmente em português do Brasil, com dublagem, legendas e interface. Mas nem todas as versões disponíveis nas PS Stores trazem esta opção.

Na PS Store brasileira, logicamente, a versão vendida está totalmente em português. Ela é identificada pelo código CUSA 09125 e, na PSN, custa R$ 107,50. É a mesma versão vendida na PS Store dos Estados Unidos, ao valor de US$ 30,00 (convertendo para reais, fica em torno de R$ 97,50 – sem contar a taxa adicional que seu banco cobra).

Porém, a versão europeia, vendida nas PSNs de qualquer país europeu e Reino Unido (UK), não há opção de jogar em português. Esta versão é identificada pelo CUSA 09125 e custa 30 euros (e é também a que sai mais cara, cerca de R$ 116,10, sem contar a taxa do banco).

Mas existe uma opção mais barata se você não se importa de jogar em inglês. Na loja do Reino Unido (UK), a versão CUSA 09125 sai por 20 libras – cerca de R$ 87,80 (valor sem a taxa adicional do banco).

Se você adquirir uma versão em português mas quiser trocar para o áudio original, terá que trocar o idioma do seu Playstation 4, nas configurações do console. Porém, as legendas e interface também ficarão em inglês.

O JOGO

Doom VFR traz uma história paralela ao jogo de 2016, com campanha totalmente diferente da versão original. Você controla um sobrevivente cibernético que é ativado pela UAC para lutar contra a invasão demoníaca.

O jogo tem suporte para a aim controller, mas você também pode jogar no Dualshock 4 ou com dois PS Moves. Na aim controller e no Dualshock, há suporte para movimento livre ou teleporte. Porém, nos moves, você só pode jogar usando o teleporte.

Assista aqui ao review em português do jogo, feito pelo do canal Jogador Plays.

Grátis na PS Plus, RIGS é o game que mais causa tontura nos jogadores

Em uma enquete realizada pelo blog PSVR Brasil nas comunidades Playstation VR e Playstation VR Brasil, o jogo de batalha entre mecas RIGS: Mechanized Combat League foi apontado como o game que mais causou tontura ou enjoo de movimento (“motion sickeness”) nos jogadores. Ao todo, 32,5% dos jogadores disseram que sentiram desconforto ao jogar RIGS, game que foi liberado gratuitamente na PS Store do Brasil.

Em segundo lugar, vem o game Scavengers Odyssey (incluído no Playstation Worlds), apontado por 23,2% dos jogadores como causador de enjoos. Em terceiro, aparecem empatados os jogos de combate aéreo Eve: Valkyrie – Warzone e Starblood Arena, com 9,3% cada.

Em números absolutos, a enquete teve um total de 129 votos. Ao todo, quinze jogos foram apontados como causadores de enjoo. Em comum com todos eles, o fato de usarem movimentação livre – ou seja, sem utilizar recursos como o teleporte.

Confira os games que mais causam enjoo de movimento entre os jogadores:

1. RIGS: Mechanized Combat League – 42 votos

2. Scavengers Odyssey (PS Worlds) – 30 votos

3. Eve: Valkyrie – Warzone – 12 votos

Starblood Arena – 12 votos

4. Driveclub VR – 10 votos

5. Resident Evil 7 – 7 votos

6. Robinson: The Journey – 5 votos

7. Skyrim – 3 votos

8. The Assembly – 2 votos

9. Air Force Special Ops: Nightfall – 1 voto

Here They Lie – 1 voto

Star Wars – Battlefront: X-Wing Mission – 1 voto

Trackmania Turbo – 1 voto

VR Luge (PS Worlds) – 1 voto

Windlands – 1 voto

Com 3 jogos grátis pela Plus, PSVR ganha seção na PS Store do Brasil

Conforme prometido meses atrás, mas sem nenhum alarde, a Sony disponibilizou os jogos do Playstation VR (PSVR) em uma seção específica de sua loja online, a PS Store. Assinantes da PS Plus agora têm acesso grátis aos games RIGS: Mechanized Combat League e Until Dawn: Rush of Blood. Ambos os games ficarão gratuitos até o dia 2 de janeiro de 2018. Além deles, os assinantes também podem aproveitar o game Bound, que já estava disponível na Plus BR.

A Sony já havia informado que o lançamento nacional do PSVR seria em dezembro, mas sem estipular uma data. Para a surpresa dos jogadores, a novidade veio justamente no dia 1º. Antes disso, os jogadores tinham que criar contas em outros países para poder adquirir grande parte dos jogos, já que apenas alguns poucos games chegavam à PSN brasileira, geralmente os que também podem ser jogados em tela plana ou os que trazem apenas “modo VR incluso”.

Há que se ressaltar que vários jogos da PSN dos Estados Unidos foram disponibilizados para o Brasil, mas não todos. Entre as ausências, estão Raw Data, The Inpatient e Bravo Team (estes dois últimos ainda estão em pré-venda na PSN americana e serão lançados em janeiro e março de 2018, respectivamente).

Na lista da PS Plus de dezembro, também está disponível gratuitamente o game Bound, até o dia 5 de dezembro. Se você não tem a Plus e quer estes games, a hora de assinar é agora. Os preços cheios destes jogos, na PSN BR, são os seguintes: Bound – R$ 61,50; RIGS – R$ 191,90; Rush of Blood – R$ 71,50.

Alguns preços da PS Store brasileira estão bem mais interessantes que os da PSN EUA. Outros, como Skyrim VR, chegam ao absurdo de R$ 229,90.

Confira a seção PSVR da PS Store BR aqui

Doom VFR já está disponível para download

O game Doom VFR (Bethesda/idSoftware) será lançado oficialmente amanhã, mas já está disponível para download na PSN EUA. O preço é de US$ 30,00.

Quem adquirir o game na pré-venda receberá de brinde dois temas para o PS4. Um deles é este que você está vendo na foto acima. O outro será liberado junto com o jogo.

Quem fizer o download poderá jogar a partir das 3 horas da madrugada (horário de Brasília) do dia 1º de dezembro). Mas é bom colocar para baixar logo. O arquivo total tem nada mais, nada menos do que 25GB. [Na minha internet pobretona de 10MB, o tempo de download estimado era de “suaves” 16 horas]

O JOGO

Doom VFR traz uma história paralela ao jogo de 2016, com campanha totalmente diferente da versão original. Você controla um sobrevivente cibernético que é ativado pela UAC para lutar contra a invasão demoníaca.

O jogo tem suporte para a aim controller, mas você também pode jogar no Dualshock 4 ou com dois PS Moves (há suporte para movimento livre ou teleporte).

Assista ao trailer oficial do jogo:

 

Novos mapas para o modo horda do Arizona Sunshine

Acaba de sair um update gratuito do Arizona Sunshine com dois novos mapas para o modo horda (horde mode).

O desafio agora é ainda melhor, já que a ação se passa em mapas maiores e os zumbis vêm de todas as direções. Um deles é dentro da mina, na mais completa escuridão. O outro é dentro de um armazém.

Mas antes de tirar a poeira da sua aim controller, coloque o arquivo para baixar: são 6GB!  Também é bom chamar os amigos pra jogar – assim como no primeiro modo horda, este também suporta até quatro jogadores online. Pronto pra estourar uns miolos de novo?

Star Wars, X-Burgers e Realidade Virtual

Minha primeira “experiência” com realidade virtual foi nos idos de 1995 (não lembro bem o ano, só lembro que eu não tinha boletos pra pagar), em uma feira de tecnologia q aconteceu aqui em Belém (PA), “com os mais novos e modernos equipamentos de computação que você possa imaginar”. Lá tinha um estande onde você podia experimentar uns óculos de RV conectados a um PC. Mesmo sendo um caboco cabreiro com essas novidades matreiras, resolvi testar, afinal era de graça e “de graça” é a expressão preferida de todo adolescente.

Daí coloquei o trambolho na cabeça. Ele tinha duas telas de “cristal líquido” (hoje a gente chama isso de LCD) dentro do aparelho. Eram telas minúsculas, que não cobriam toda a minha visão. E se eu virasse a cabeça para o lado, ia continuar vendo a mesma coisa, não tinha imersão. Era o mesmo que jogar com a tv colada na sua cara (a única diferença era que naquela altura a tv lá de casa ainda era de tubo). E o que dizer do jogo? Era pra ser um Star Wars, mas não vi Jedi nenhum, nem R2D2, nem nada. Era um troço azulado indistinguível. Quando tirei os óculos, o cara me perguntou o que achei. Daí eu pensei: “Você tá de zuêra, né? Isso aqui é realidade virtual? Prefiro jogar meu Doom”. Mas respondi: “Obrigado, foi muito legal”. Daí o cara disse que essa era a tecnologia do futuro (sim, já falavam isso em 1995) e tinha muito a melhorar. Ô se tinha!!

Passam-se mais de duas décadas. Tô eu de férias em casa, em junho deste ano, quando finalmente resolvo conhecer a Studio Games (sem merchant, o Artur Figueiredo não me pagou nada pra citar o nome do belíssimo empreendimento gamer dele), que tinha inaugurado há mais de um mês, perto da minha casa. Não tinha ido lá antes porque achava que eles não tinham nada a me oferecer que eu já não tivesse em casa. Jogos? Tenho vários. Não vou pagar pra jogar uma horinha. Daí inauguraram uma lanchonete. Pronto, me convenceram. Fui lá e enchi o bucho. Em seguida, fui conhecer o espaço de realidade virtual deles.

Fica no subsolo, ao lado dos cock-pits de jogos de corrida. Fui andando como quem não quer nada, só pra observar os tontos jogando (sim, todo mundo que coloca esses óculos fica parecendo tonto). O espaço tem quatro headsets de realidade virtual, da marca/modelo Oculus Rift, que funcionam conectados a um computador (tem que ser um bom computador, diga-se de passagem). Me vendo caminhar sorrateiramente pelo lugar, a moça perguntou se eu queria testar. Daí perguntei se pagava alguma coisa. Ela disse: “Não, pra testar é de graça”. Vejam que ela falou as palavras mágicas. Como recusar?

Coloquei o headset, ela me deu algumas instruções e me colocou numa experiência de montanha-russa. A demonstração começa dentro de uma caverna. Comecei a olhar pras paredes e pensar: “Sério isso? Dá pra ver as paredes?”. Sim, é um ambiente totalmente em 360º. Você olha para todas as direções, como se estivesse lá. O passeio de montanha-russa nem foi tão intenso, sabe? Eu balançava que nem um boneco de posto cada vez que o troço subia e descia e quase chamo o Hugo (lembrem que eu tinha enchido o bucho com um baita x-burguer e batatas fritas). Quando terminou, pensei: “Preciso ter um negócio desses pra mim”. Agradeci, disse que voltava outro dia, e fui correndo pra casa pesquisar na internet se tinha algo assim pro Playstation 4.

Daí, descobri que a Sony tinha lançado no mercado, há quase um ano, o Playstation VR. Acho que eu já até tinha ouvido falar dele antes, mas não dei bola, por causa da minha experiência lá atrás com o “Stá uó”. O preço não era nada convidativo – custa mais do que o próprio PS4. Eu tava até cogitando de comprar o recém-lançado Nintendo Switch, ou guardar pra pegar o X-Box One X, mas resolvi investir no PSVR. E que belo investimento!

Hoje, tenho mais de 30 jogos para o PSVR e dificilmente ligo o PS4 pra jogar na tela da TV.
Assim como os outros headsets de realidade virtual disponíveis no mercado, o PSVR oferece um tipo de imersão nunca antes proporcionada no mundo dos games. Quando você joga na tv, você olha pra uma tela e seu personagem está lá. Quando joga no VR, você joga como se não tivesse uma tela. Você É o personagem. Tudo é mostrado pra você na proporção real, 1×1. E o headset é bem confortável, muitas vezes você esquece que está com esse trambolho na cabeça.

A variedade de jogos é bem grande e atende todos os gostos. São jogos de ficção científica, onde você chega num planeta inóspito e é atacado por umas aranhas do demônio; jogos de tiro, em que você anda numa montanha-russa e é atacado por palhaços do demônio; jogos de terror, em que você tem explorar uma casa mal-assombrada e é atacado pelos demônios do demônio… Tem ainda robôs (do demônio), tanques (do demônio), fantasmas (do demônio), naves (do demônio), ursos do demônio (do demônio)… E pra aniquilar todos esses demônios você não usa os controles tradicionais. Vários jogos têm suporte ao Playstation Move, um controle de movimento que imita o movimento das suas mãos.

Pra encerrar, descobri que tenho poucos problemas com enjoo de movimento causado pelo VR e pude jogar tranquilamente qualquer game que testei até hoje. Posso fazer looping em uma nave, dar cambalhota, correr, pular e pilotar mecas e carros de Fórmula 1 que não vou sentir nada. Agora, com a coleção de jogos que tenho em casa, nunca mais voltei na Studio Games. A não ser pra comer X-burger.

(Foto: Arizona Sunshine – o primeiro game de verdade que joguei no VR)